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12 de dezembro de 2022

3 filmes inspiradores para assistir de graça no Youtube

É hora de tirar o pó do Estante da Nine com mais uma lista de indicação de filmes disponíveis no Youtube. O ano começou a recomendação de 3 produções para ver de graça (e legalmente) e em junho foi a vez de listar algumas histórias de drama. O segundo semestre de 2022 está corrido no trabalho, o que é bom, e também comecei duas pós graduações, que também influenciaram a rotina. Neste período pré férias a meta é dar um gás no blog e no canal.


11 de junho de 2022

3 filmes de drama para assistir de graça no Youtube

O ano começou no Estante da Nine com a dica de 3 filmes para assistir de graça (e legalmente) no Youtube, e não é surpresa que seis meses depois a coluna de recomendações continue, sempre com a proposta de oferecer dicas e ideias de filmes (e onde assistir) para quem passa por aqui. Na primeira versão escolhi filmes aleatórios que me surpreenderam de alguma maneira, desta vez o ponto em comum é que os três filmes têm o drama como elemento predominante do enredo. Lembrando sempre que são produção distribuídas legalmente e existem diversos canais de filmes dentro do Youtube, vale pesquisar.


20 de março de 2022

3 motivos para assistir Uma jornada inesquecível

O plano era aproveitar o domingo para atualizar o blog sobre a volta das atividades e o resumos das leituras, conteúdo publicado no canal sexta-feira, dia 18 (já é inscrito?), porém o filme Uma jornada inesquecível apareceu na minha linha do tempo no Youtube, pesquisei a sinopse, achei interessante, assisti e sentei para registrar essa experiência no Estante da Nine na lista abaixo com três motivos para conhecer a história.


1 - CONEXÃO COM LITERATURA
Jamie, o protagonista da história, estuda em uma escola interna para garotos, o ano é 1969 e ele é obcecado pelo livro Apanhador no campo de centeio de Salinger. Como projeto de final de ano Jamie resolve adaptar a história para peça de teatro e começa uma jornada pela aprovação ao autor, que é recluso e não mantém contato com praticamente ninguém. Junto com Deedee eles partem em uma viagem em busca de Salinger.

12 de dezembro de 2020

Paperboy e filme sci-fi! (Leitura todo dia 200 e 201)

As duas últimas semanas foram de muito trabalho e estudos acumulados, mas entre um intervalo e outro consegui começar uma nova leitura e assisti um filme de ficção científica que vale a recomendação no Estante da Nine. Outra meta é não deixar o blog e o canal com hiatos frequentes, então aqui vamos nós para os preparativos para 2021. Prontos?

O livro das semanas 200 e 201 do projeto Leitura todo dia é Paperboy de Pete Dexter, escolhido no vlog anterior. Essa história já entrou em várias das minhas metas literárias e só na reta final de 2020 é que realmente estou lendo. Como já desconfiava o enredo me envolveu desde o início por misturar jornalismo, com cenário dos anos 1960, cidade pequena e conflitos familiares pessoais. O livro tem cara de favorito e espero recomendar em breve no Estante da Nine.


26 de junho de 2020

O jardim secreto - dirigido por Agnieszka Holland




O jardim secreto
(The Secret Garden)
Direção: Agnieszka Holland
Produção: Warner Bros
Ano: 1993
Duração: 101 minutos

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O jardim secreto de Frances Hodgson Burnett

O último combo livro e filme a aparecer no Estante da Nine (e participar do Desafio livros e seus filmes), foi em janeiro deste ano com Marnie de Winston Graham (e adaptação de Alfred Hitchcock). Durante o primeiro semestre muitas leituras incríveis e adaptações entraram na fila de pautas do blog e hoje é dia de conversar sobre a versão de 1993 de O jardim secreto, dirigido por Agnieszka Holland, adaptado da obra de Frances Hodgson Burnett.

Órfã, Mary viaja da Índia para a Inglaterra para viver com o tio recluso na mansão Misselthwaite. Mimada e tratada anteriormente por servos obrigados a fazer suas vontades, sem atenção dos pais, a menina rapidamente precisa se adaptar a sua vida na Europa sem mimos, sem regalias, e com regras severas na casa. Poderia ser um pesadelo para Mary, mas a mudança vira uma aventura transformadora na vida da protagonista e outras pessoas da mansão Misselthwaite.

9 de setembro de 2019

A Dama Dourada - dirigido por Simon Curtis (I)



A Dama Dourada
(Woman in Gold)
Direção: Simon Curtis (I)
Produção: Origin Pictures
Ano: 2015
Duração: 109 minutos
Filmow | IMDb
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A menina que roubava livros de Markus Zusak

Por enquanto as leituras seguem lentas, mas no final de semana assisti um filme que há tempos estava de olho e sempre perdia o começo. Sábado de tarde, trocando de canal, eu finalmente encontrei a Dama Dourada prestes a começar e foi a oportunidade ideal para matar a curiosidade. O resultado de tudo isso é que o filme de Simon Curtis (I) precisava de uma indicação e um registro no Estante da Nine.

Baseado em fatos reais, o filme ambientado na década de 1980 retrata a batalha de Maria Altmann, uma sobrevivente da Segunda Guerra Mundial vivendo nos Estados Unidos, pela recuperação da pose do quadro de Gustav Klimt - A Dama Dourada, um retrato de sua tia e arte roubada pelos nazista durante a invasão na  Áustria. Começa então uma batalha judicial entre Maria, ajudada pelo jovem advogado Randy Schoenberg, contra o governo austríaco.


14 de abril de 2019

Leituras + resumo de fevereiro e março: The Mentalist, Uma mulher independente e mais!

O tema de hoje no Estante da Nine é leituras + resumo de fevereiro e março. 2019, por enquanto, está longe do ano produtivo que eu imaginei e por isso a frequência do blog também sofreu, e muito, com a falta de assuntos para compartilhar. Exatamente por isso esperei reunir um número interessante de itens nas duas colunas mensais - uma sobre os livros, a outra sobre filmes e séries, para compartilhar por aqui as impressões gerais dos dois meses.

A primeira leitura finalizada de fevereiro foi o e-book Imortais de Eva Fairwald, história que coloca em lados opostos povo élfico e humano. O conto traz a perspectiva de um lado da batalha, enquanto o primeiro capítulo do livro apresenta a visão do outro. Eu gostei como a autora trabalha o contexto dos dois mundos e os dilemas pessoais dos personagens. Sem dúvida quero conhecer a história na integra e quanto acontecer comento mais sobre a experiência no Estante da Nine.

Uma mulher independente de Elisabeth Forsythe Hayle foi a segunda leitura concluída em fevereiro e a favorita do mês. O enredo desenvolvido através de cartas acompanha a vida de uma mulher desde a infância, até a velhice, e ao mesmo tempo que apresenta uma personagem a frente do seu tempo, ilustra as principais mudanças sociais, políticas e tecnológicas entre o fim do século XIX e a primeira metade do XX. 


5 de dezembro de 2018

Extraordinário – dirigido por Stephen Chbosky



Extraordinário
(Wonder)
Direção: Stephen Chbosky
Produção: Lionsgate
Ano: 2017
Duração: 113 minutos
Filmow | IMDb
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Extraordinário de R.J. Palacio

Depois de anos aluguei filmes na locadora e como queria riscar da minha lista algumas adaptações literárias a oportunidade de assistir Extraordinário surgiu. Até inclui o filme (e o livro – que li anos atrás), no Desafio livros e seus filmes na época do lançamento, mas não cheguei a procurar antes do final de semana que passou.

A verdade é que fiquei surpresa com o filme, gostei da adaptação até um tanto mais que o livro, principalmente porque pensei que a versão para a cinema seria mais fantasiosa por assim dizer, mas a história é na verdade o desafio de uma criança para se adaptar a um ambiente novo onde ela é diferente de todos os outros.

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O ponto de partida da história é a entrada de August na escola. Auggie nasceu com uma doença congênita craniofacial e desde que bebê passou por diversas cirurgias. Ensinado em casa pela mãe, o menino precisa encarar uma mudança significativa nos meados da infância: entrar para uma escola regular. E é a partir desse grande momento que o telespectador acompanha o primeiro ano de August no ensino fundamental.



Gostei de como o filme é despretensioso e ao mesmo tempo consegue criar uma dinâmica interessante entre crianças e adultos. August enfrenta a aversão dos outros alunos assim que chega a escola, mas também encontra figuras reconfortantes em alguns professores e amigos. Existe equilíbrio ao tratar da diferença, sem esquecer a parte difícil, e que no geral tem uma mensagem extremamente positiva!

Outro ponto positivo da adaptação, e nesse caso o recurso da imagem facilita muito mais que o livro que foca em alguns personagens, é o ponto de vista e sentimento dos personagens que cercam Auggie. O pai e principalmente a mãe são presentes na rotina do menino, mas a irmã também é fundamental, assim como uma amiga dela e os colegas que se aproximaram de August. Na escola o tema também ganhou embate forte, com preceitos bem claros contra o bullying, tema pertinente e atual.

As referências a cultura pop, o tom divertido e ao mesmo tempo sério do filme, além de personagens carismáticos fez com que minha experiência tenha sido positiva e além das expectativas. Verdade que demorei um tempo para assistir, praticamente um ano desde o lançamento, mas a adaptação certamente ficou na lista das boas. E vocês, já assistiram Extraordinário?

Assista ao trailer de Extraordinário

Beijos!

Foto: Divulgação
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30 de setembro de 2018

Horizonte perdido - dirigido por Charles Jarrott




Horizonte perdido
(Lost Horizon)
Direção: Charles Jarrott
Produção: Columbia Pictures
Ano: 1973
Duração: 150 minutos
Filmow | IMDb

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Horizonte perdido de James Hilton

Essa adaptação foi uma das mais loucas que assisti e nem sei bem como começar a comentar sobre ela. Horizonte perdido ganhou uma versão para o cinema em 1937 assinada por Frank Capra e em 1973 o diretor Charles Jarrott também gravou sua perspectiva da história. As diferenças entre livro e filme são consideráveis, por isso desde o início encarei a obra como levemente inspirada, ou com elementos da história original, e não exatamente como uma adaptação fiel. Pelo contrário, esse foi um dos casos que as liberdades criativas do diretor alteraram, em parte, o contexto de Shangri-La.

O filme começa com a fuga de uma região invadida e a viagem de avião. Durante uma tempestade o veículo sofre uma queda e o piloto morre. Os cinco ocupantes (no livro são quatro) são resgatados por um monge e aldeões numa região que parece improvável haver vida. Depois de horas de caminhada e uma escalada perigosa os protagonistas chegam ao paraíso chamado Shangri-La.


A primeira diferença significativa é o número de personagens. As profissões e todo contexto também foi modernizado para a época em que o filme foi gravado. Enquanto na história original a aventura acontece nos anos 1930, na versão de Charles Jarrott a expedição, o figurino, a tecnologia e todas as referências acompanham a década de 1970. Visto que é um remake da versão de Frank Capra de 1937 faz sentido que o diretor tenha atualizado a história. Atualmente é possível encontrar diversos casos assim no cinema, mas não posso mentir que a primeira impressão foi negativa.

Os dilemas principais do livro permanecem no filme, mesmo que expostos de maneira diferente. Um dos sobreviventes é o provocativo e responsável por instigar a saída deles do refúgio, enquanto Conway segue o personagem racional do livro e o que tenta mediar todos os conflitos. Enquanto no livro duas mulheres são presentes na história, no filme são três, e apesar de ter funcionado na ideia geral da trama, elas constantemente são exibidas em momentos de fragilidade ou como se precisassem de proteção, um grande revés da adaptação.


A diferença significativa do filme, que é um musical e eu só li sobre isso depois, é a representação de Shangri-La. Enquanto no livro toda a atmosfera do templo e da aldeia é introspectiva, até certo ponto reservada, pelo menos essa foi minha impressão, na versão para o cinema tudo é vibrante, com pessoas e monges por todos os lados, crianças e moradores de todas as partes do mundo e que chegaram ao templo em momentos diferentes da história (de Shangri-la, que é contada para Conway e o leitor pelo monge mais antigo do lugar).

Horizonte perdido foi uma daquelas experiências peculiares que por um bom tempo eu vou pensar sobre e mesmo que não tenha gostado de todas as adaptações de Charles Jarrott foi um filme marcante, sem dúvida. Minha nota para produção foi de 3,5 no Filmow. Recomendo filme (e o livro) para quem gosta de reflexões sociais, aventura, dilema existencial e o para quem gosta de debater sobre utopia e se ela seria possível (ou viável). Vocês conhecem Horizonte perdido?

Beijos!
Fotos: Divulgação

3 de setembro de 2018

Perdido em Marte - dirigido por Ridley Scott



Perdido em Marte
(The Martian)
Direção: Ridley Scoot
Produção: Twentieth Century Fox
Ano: 2015
Duração: 144 minutos
Filmow | IMDb
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Perdido em Marte de Andy Weir

Não vou mentir que a vontade real de ler Perdido em Marte de Andy Weir aconteceu depois de assistir boa parte da adaptação um certo dia na TV. Como o livro estava nos planos e metas eu desisti de saber o final para começar a história original com alguma dose de surpresa. Resumindo: gostei de ambas experiências. Na publicação anterior falei sobre o enredo de Andy Weir e hoje é dia de trocar uma ideia sobre a adaptação de Ridley Scott.

O ponto de partida das duas versões é o mesmo: um acidente na superfície de Marte faz com que o grupo da Ares 3 aborte a missão para conseguir usar o módulo terrestre para acessar a nave em órbita antes que a tempestade de areia destrua tudo. Durante a evacuação Mark Watney é atingido por destroços da base e arrastado para longe. A morte é dada como certa e apesar de ressalvas a tripulação segue o plano. Tempo depois, ao acordar e entender o que aconteceu, o botânico e engenheiro do grupo percebe que está completamente sozinho em Marte.


Devo dizer que adorei o visual do filme. Tudo pareceu autêntico e sem exagero, muito realista, e ressalto isso no início da opinião porque eu detesto filmes de ficção científica e fantasia com efeitos especiais ruins. Ridley Scott acertou ao trazer a narrativa para o cinema de forma tão pessoal como é no livro com os diários de bordos de Mark Watney, que no filme funcionam como uma espécie de vlog, para falar na linguagem do milênio. 

A escolha de Matt Damon para viver Mark Watney foi sensacional porque o ator soube incorporar as principais características do personagem nas telas, desde o comportamento sistemático, até o humor ácido e sombrio, e também manteve a essência do astronauta do livro, muito do que me fez continuar na história apesar do bombardeio de informações científicas.


Sem dúvida com os recursos visuais do filme é mais fácil entender muitas informações científicas que no livro eu tive certa dificuldade, principalmente por não ter aprendido o básico na escola e a própria jornada de Mark Watney em desmontar e remontar equipamentos, a inventividade científica que eu tanto gostei no livro também estão presentes no filme. A participação da Nasa na adaptação também me pareceu mais presente e gostei demais de ver a tripulação da Ares 3, ainda em missão, precisando lidar com a situação. No livro eu não tive tanta empatia pela tripulação.

Meu grande porém com a adaptação foi o recorte de informações. Muitos trechos relevantes do livro são suprimidos, o que acontece com frequência em filmes baseados, mas o sentimento geral é que a jornada de Mark Watney pareceu mais fácil do que realmente foi. Talvez algumas adversidades importantes deveriam ter sido incluídas, e no geral é um bom filme, e que certamente desperta curiosidade naquelas pessoas que não gostam tanto de exploração espacial. Minha nota no Filmow foi de 3,5 estrelas. Vocês já assistiram Perdido em Marte?

Assista ao trailer de Perdido em Marte

Vídeo de opinião publicado no canal do Estante da Nine


Beijos!
Fotos: IMDb/ Divulgação

20 de agosto de 2018

3 filmes (ou mais) muito legais com Ewan McGregor


Vez ou outra eu percebo que gosto muito de certos filmes e o que eles têm em comum é um tema ou ator. A ideia da lista de hoje surgiu exatamente em uma situação assim: numa semana aleatória assisti três filmes na televisão que eu adoro e percebi que o que todos tinham (e tem) em comum é Ewan McGregor. Eu ainda tenho muitas produções com o ator para ver, e os três filmes (ou mais) que separei para indicar hoje valem entrar na lista de "para assistir".

A ILHA (The Island)
Filme de ficção científica dirigido por Michael Bay, A ilha retrata um mundo onde um grupo de humanos é mantido em uma sociedade totalmente fechada com a justificativa de quem são sobreviventes de uma catástrofe do planeta. Enclausurados em um ambiente extremamente controlado, logo a justificativa e o condicionamento começam a falhar quando um dos personagens descobre que coisas que não deveriam existir, na verdade existem e a partir daí começa a busca por respostas, dessa vez as verdadeiras. A ilha além de apresentar uma sociedade futurista não tão distante, tem muitas cenas de ação e até uma dose de romance, que combina bem com o contexto geral da história.


ANJOS E DEMÔNIOS (Angels e Demons)
Adaptação cinematográfica do livro de mesmo nome de Dan Brown e dirigido por Ron Howard, Anjos e demônios é meu livro favorito do autor, apesar do tempo que li e de não poder comparar fielmente com o filme sem uma releitura. O fato é que além de Tom Hanks (que já ganhou uma lista por aqui), o personagens de Ewan McGregor é o grande bônus da história, a figura que rouba a cena no enredo e no filme também. Muito disso eu acredito que seja pela dualidade do ator, que interpreta vilões e mocinhos e consegue diferenciar muito bem um de outro com expressões faciais e trejeitos (além de figurino e outras caracterizações). Além disso, adoro histórias de investigação e conspiração e a dica aqui vale inclusive para quem não leu o livro, o filme entrega alguns bons minutos de entretenimento.


STAR WARS - Episódios I ao III
Eu sou uma fã recente de Star Wars e me interessei de verdade pelos filmes a partir de 2015. Nos últimos três anos assisti a franquia diversas vezes, e apesar de gostar muito mais da trilogia clássica - Episódios IV, V e VI, a trilogia que conta o que precedeu Luke e Leia tem um valor especial porque Ewan McGregor é um dos atores claramente mais dedicados do elenco, que tem seus muitos poréns, além de interpretar a versão jovem do meu personagem favorito de Star Wars: Obi- Wan Kenobi, e sim, eu acho que ele incorporou perfeitamente a essencia de um dos jedis mais importantes do universo, além de toda uma geração ter conhecido a história de ficção científica justamente pelos filmes do final dos anos 1990 e início dos 2000. 


A semana começa com lista de filmes no Estante da Nine, que normalmente sairia na sexta, mas como o tema está há meses na minha lista de pautas eu resolvi falar sobre esse ator que admiro tanto sem me apegar demais aos cronogramas do blog. Espero que as recomendações tenham sido interessantes e caso tenham sugestões de produções do cinema ou temas para escrever por aqui, por favor deixem nos comentários. Que outros filmes de Ewan McGregor vocês gostam e/ou faltou na lista?

Beijos!
Foto: IMDb/ Divulgação

5 de maio de 2018

Leituras + resumo de março (2018) - Jane Austen, Friends e Aniquilação!

Março não foi um mês produtivo nas leituras (abril foi pior ainda), e depois de algum atraso (o vídeo saiu há alguns dias no canal - já se inscreveu?), sentei para compartilhar duas colunas em um resumo: os livros lidos e a série e filme assistidos durante o terceiro mês de 2018. Apesar de não ter sido volumoso, março rendeu boas experiências, então não foi de todo ruim.

Em primeiro lugar uma correção: eu li duas das histórias em quadrinhos de Aventuras de uma criminóloga de Giancarlo Berardi em março. No vídeo de fevereiro citei duas delas, mas na verdade o volume 42 foi finalizado dia 1º e o 43 no dia 3. Falei bastante sobre as intrigas de Júlia Kendall nos resumo do projeto Leitura todo dia e assim que encontrar outros volumes no sebo falo de novo sobre as hqs por aqui. 

Março teve entre as leituras finalizadas uma das minhas autoras favoritas - Jane Austen - com A abadia de Northanger. O livro me surpreendeu positivamente principalmente porque não criei expectativa sobre a história. Ainda estou devendo a recomendação do livro, e em breve vou publicar no canal e no blog (assina o feed para acompanhar todas as novidades - está no topo superior direito). Por enquanto deixo a dica aqui, que apesar de não ter entrado para a lista de favoritos da autora, foi muito interessante.

A última leitura finalizada de março é Luana -  a filha da lua de Ronaldo Santana e Flaviana Rangel. Apesar da impressão inicial negativa, o livro foi me ganhando aos poucos e depois de certo ponto me envolvi demais com o enredo. A mistura de elementos como o cenário urbano e a bruxaria sempre me deixam fascinada para saber os tipos de desafios que o personagem irá enfrentar. O volume dois da história será lançado esse ano e tem conto grátis no site Luana - a filha da lua.

O filme de março é Aniquilação, adaptação do livro de Jeff VanderMeer, lançado mundialmente pela Netflix. Eu tinha certa expectativa sobre a versão para o cinema, já que gostei da história original, e apesar de ter aproveitado experiência não foi o eu que esperava e basicamente livro e filme podem ser encarados como versão diferentes de um enredo que tem alguns poucos pontos em comum. (leia a opinião sobre Aniquilação no Estante da Nine)

A série do mês é Friends, que estou assistindo pela segunda vez e espero que finalmente eu escreva mais sobre essa sitcom que eu sempre falei que não gostava, mas que em certo ponto eu passei a gostar sim, acontece né? Em março eu assisti a 5ª e 6ª temporadas e dessa vez simpatizei com personagens que antes eu não gostava tanto e algumas situações me desagradam como antes, aquela coisa louca. Como foi o março (e abril) de vocês?

Assista ao vídeo com as leituras e o resumo de março 

LIVROS
O dia dos espiões de Giancarlo Berardi (compre no Estante Virtual)
O último encontro de Giancarlo Berardi (compre no Estante Virtual)
A abadia de Northanger de Jane Austen (compre na Amazon)
Luana de Ronaldo Santana e Flaviana Rangel (compre na Amazon)

FILME: Aniquilação (opinião)

SÉRIE: Friends (5ª e 6ª temporadas)

Beijos!

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25 de março de 2018

Aniquilação – dirigido por Alex Garland



Aniquilação
(Annihilation)
Direção: Alex Garland
Produção: DNA Films, Paramount Pictures
Ano: 2018
Duração: 115 minutos
Filmow | IMDb
 Disponível na Netflix

LEIA TAMBÉM
Aniquilação de Jeff VanderMeer

Eu li Aniquilação de Jeff VanderMeer em 2015 e é a única história de new weird da minha coleção. Mesmo com estranheza por boa parte do enredo, como o próprio gênero sugere, no fim das contas eu adorei o livro e quando anunciaram o filme eu fiquei empolgada, logo imaginei uma adaptação de ficção científica toda diferentona. E de fato é mais ou menos isso, mas não exatamente como eu imaginei (ou gostaria).

Para começar esse comentário sobre o filme devo deixar explicado que não pude fazer comparações específicas com o livro, já que são três anos de intervalo. Mesmo assim muita coisa na adaptação me causou estranheza, acontecimentos e situações que eu não lembro na história original, então para os leitores que conferiram os dois enredos com pouco tempo de intervalo, por favor, comentem as diferenças para estendermos o debate.


Aniquilação acompanha uma expedição de quatro (cinco) especialistas a uma área restrita do que antes foi uma parte dos Estados Unidos. Existe muito mistério envolvendo esse território abandonado e o que teria acontecido ali durante décadas. O Comando Sul, governo do local, não explica com detalhes o objetivo da missão e durante todo o filme pairam dúvidas sobre o tipo de finalidade real que está por trás da experiência.

A narrativa fragmentada poderia dar uma dinâmica gigantesca ao filme, mas a sensação é de que não aconteceu. Mesmo intercalando cenas de passado e presente o roteiro parece não evoluir ou sair do lugar, tudo é muito lento, muito incerto e só uma personagem é que verdadeira mente conta para o enredo. O drama, que no livro parece muito mais psicológico para todos os aspectos da vida, no filme fica limitado ao dilema do relacionamento da protagonista.

O conflito de personalidades durante a expedição é um dos pontos que gosto do filme, embora pareça ter passado rápido. A Área X visualmente não ficou próxima do que imaginei durante a leitura, mas mesmo assim dá ideia do que a história remete: algo desconhecido que influenciou tudo que é vivo, orgânico, naquela área. Ao invés de animais gigantes eu imaginei insetos peculiares e plantas interativas. 


Provavelmente meu elemento favorito da história seja a sensação de opressão, medo e incerteza das personagens durante o tempo que passam na Área X. A medida que o local é explorado, indícios das expedições passadas e segredos são revelados e as especialistas descobrem coisas que preferiam não ter descoberto. Esse foi o ponto mais próximo da história original pelo que lembro do livro.

No geral eu gostei de Aniquilação. Não foi a adaptação que eu esperava, mas é um filme peculiar de ficção científica. Falta um grande momento na história, um acontecimento realmente marcante que o roteiro promete, mas não entrega, ainda assim todo visual, ideia e diversidade da história me deixaram com a sensação de que valeu a pena, não foi tempo perdido. Minha nota para Aniquilação dirigido por Alex Garland foi de três estrelas no Filmow. Vocês já assistiram?

Assista ao trailer de Aniquilação

Beijos!
Fotos: IMDb/ Divulgação

6 de setembro de 2017

O caçador de pipas - dirigido por Marc Forster




O caçador de pipas
(The Kite Runner)
Direção: Marc Forster
Produção: DreamWorks
Ano: 2007
Duração: 127 minutos
Filmow | IMDb
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LEIA TAMBÉM
O caçador de pipas de Khaled Hosseini

Começar esse texto dizendo que o filme de O caçador de pipas não é bom seria uma injustiça, mas também não posso ignorar que alguns elementos, ou a falta deles, fizeram falta significativa no roteiro. Entre altos e baixos essa foi uma experiência boa, positiva, mas que não consegue trazer a carga dramática do livro para as telas. 

Amir e Hassan são amigos e apesar da infância compartilhada sempre existiu certa diferença, certa restrição, entre eles. Um mistério envolvendo a família paira na história desde o princípio e uma das principais diferenças entre livro e filme é que Khaled Hosseini conta sua história em linhas do tempo fragmentadas, enquanto no filme predomina os acontecimentos de forma linear. Não considerei esse ponto um problema, mas parte da graça do livro, do que me fez ficar envolvida, foi justamente esperar por momentos passados, que no filme não foram tão significativos ou impactantes.

Outra sensação não tão positiva sobre o filme é que Amir não parece tão devastado quanto está no livro. O personagem me pareceu mais indiferente do que arrependido, enquanto na história de Khaled Hosseini fica bem claro que apesar de tentar ignorar, Amir nunca conseguiu superar os fatos da infância e o mau que fez ao seu melhor amigo Hassan (e a sua família).

Um ponto positivo sobre o filme é que a narrativa é mais ampla, enquanto no livro acompanhamos os acontecimentos pela visão de Amir, que não é o personagem admirável da história. A minha empatia pelo protagonista foi maior no filme e a adaptação também proporcionou alguns bons momentos com Hassan, ponto que senti falta no enredo de Khaled Hosseini.

Eu gostei muito dos cenários do filme e sem dúvida através da adaptação pude entender ainda mais do Afeganistão e perceber as diferenças culturais e o que significou a chegada da Rússia no país. Outro ponto positivo é que parte da história se passar nos Estados Unidos não me incomodou tanto quanto no livro, já que fica bem claro que Amir e o pai se relacionam com pessoas da sua nacionalidade e religião.

O caçador de pipas é uma história incrivelmente triste e sem dúvida livro e filme compartilham esse elemento em intensidade semelhante. Não é uma adaptação perfeita e nem carrega o drama da história de Khaled Hosseini, mas funciona como um bom resumo da história e trata dos mesmos temas principais. Para quem tem dúvida sobre ler ou não, dê uma chance ao filme e depois decida. Eu recomendo ambos, O caçador de pipas é realmente uma história que vale a pena conhecer. Vocês já assistiram?

Beijos!

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29 de junho de 2017

O Morro dos Ventos Uivantes - dirigido por Peter Kosminsky




O Morro dos Ventos Uivantes
(Wuthering Heights)
Direção: Peter Kosminsky
Produção: Paramount Pictures
Ano: 1992
Duração: 105 minutos
Filmow | IMDb

 LEIA MAIS
O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brönte

Dia desses no início da semana, segunda se não me engano, estava trocando os canais da TV quando me deparei com O Morro dos Ventos Uivantes começando no canal Paramount. Curiosa, adiei os planos de leitura para acompanhar a adaptação, uma das muitas, do livro de Emily Brönte. E não me arrependi.

Acho importante ressaltar que li O Morro dos Ventos Uivantes há alguns anos, então não sei dizer em detalhes as diferenças do enredo e roteiro, mas achei o filme de Peter Kosminsky fiel as características originais do livro. A história conta a relação impossível entre dois jovens que foram criados juntos desde pequenos, mas que por questões sociais e preconceitos da época, e suas próprias decisões, nunca puderam viver uma história de amor. 



Juliette Binoche e ralph Fiennes representaram muito bem Cathy e Heathcliff. Embora eu esperasse um protagonista masculino com características mais mestiças, afinal ele é decente de ciganos do livro, e esse aspecto é motivo de preconceito, as personalidades foram fiéis. Ela é mesquinha e egoísta, entende seu coração, mas prefere manter as aparências. Ele é orgulhoso e vingativo e se transforma num vilão dos mais temíveis. 

O contexto e costumes da época também são temas de destaque no filme. Embora não tenham a mesma relevância que no livro, porque afinal é uma história bem detalhada resumida em um par de horas, o roteiro consegue incluir temas importantes é que formam um bom cenário para quem não conhece a sociedade do século XIX e os hábitos ingleses.

Um dos pontos altos do livro, e que no filme eu também adorei, é o cenário. Muito do clima sombrio da história é por conta do local, da casa, O Morro dos Ventos Uivantes, que é sinistra e fica em um terreno sem nada por perto. Também tem as colinas com neblina e o tempo chuvoso. Tudo no visual do filme me agradou. Provavelmente seja meu ponto favorito dessa adaptação.

Sem planejar eu assisti uma adaptação literária que me deixou muito feliz, principalmente depois da experiência nada boa com Madame Bovary. Minha nota para O Morro dos Ventos Uivantes dirigido por Peter Kosminsky foi de 3.5 estrelas no Filmow. Gostei do filme, dos atores, do cenário e da fotografia, mas ainda tem muitas adaptações desse livro pra conferir, talvez alguma me agrade mais.

Então gente é isso por hoje. Acordei cedo nessa quinta para escrever sobre o filme porque assisti na semana e não queria deixar passar tanto tempo para falar sobre ele. O Morro dos Ventos Uivantes foi uma boa surpresa e recomendo o filme para quem leu e também quem não leu, hehehe. Vocês já assistiram a alguma adaptação do livro de Emily Brönte?

Beijos!

Fotos: Divulgação

14 de março de 2017

As duas torres - dirigido por Peter Jackson



As duas torres
(The Lord of the Rings: The Two Towers)
Direção: Peter Jackson
Produção: New Line Cinema
Ano: 2002
Duração: 179 minutos
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LEIA MAIS
Diário de leitura: O Senhor dos Anéis

Semana passada assim que conclui a leitura de As duas torres de J.R.R. Tolkien eu tirei meu box de filmes da saga da estante e deixei bem a vista para assistir a versão da história para os cinemas assinada por Peter Jackson sem enrolação. Assim como A sociedade do anel, eu gostei muito da adaptação, com exceção do final. O vlog para o diário de leitura contém alguns comentários, mas vou aproveitar o post para estender minha opinião e contar meu pontos favoritos e os que não gostei tanto assim.

Nesta segunda parte da jornada que visa destruir o anel de poder a sociedade foi desfeita e cada grupo segue um caminho distinto. Gandalf caiu nas ruínas de Moria e começa o livro (e o filme) morto para todos os personagens que presenciaram a cena; Sam e Frodo estão viajando rumo a Mordor para cumprir o destino imposto ao hobbit, Merry e Pippin são capturados pelos orcs e tentam fugir de um destino cruel, enquanto Legolas, Gimli e Aragorn estão, através de outra estrada, também rumo as terras do senhor sombrio.


Um dos meus pontos favoritos do filme é que ele dá a real dimensão de tempo e espaço e a distância entre cada grupo de personagens, que é de um ou dois dias de viagem, mas que no livro eu tive certa dificuldade em imaginar tal proximidade. Verdade que como na adaptação do primeiro livro, o filme de As duas torres tem sim alguns momentos compactos ou cenas unidas de momentos distintos da história original, mas no geral os principais acontecimentos do livro também estão no roteiro.

Outro elemento muito importante em As duas torres é diversidade de personagens da Terra Média. Neste trecho da jornada fica evidente que muitas raças ainda não conhecem os hobbits, assim como algumas lendas sobre povos e animais não são tão lendas assim. Outro destaque para o filme é mostrar os conflitos dos humanos entre si, o que sempre dificulta a aliança com outros povos. Os domínios do mau crescem e toda a Terra Média sofrerá as consequência de uma dominação de Sauron, por isso a política também é extremamente importante para o desenvolvimento tanto do livro quanto do filme.

As duas torres sem dúvida serviu para confirmar meu favoritismo por Gandalf e pelos elfos, aumentar minha admiração por Aragorn, e também simpatizar com os hobbits. No geral eu nunca achei o povo dos pequenos destemido ou corajoso, e nem mesmo no livro tive tanta empatia por Frodo e Sam (apesar de ter tido um pouco), como foi assistindo o filme. Verdade que eu funciono muito melhor com imagem e som, do que lendo e imaginando, mas neste caso é impossível fugir da própria influência do filme, afinal a trilogia foi lançada há 15 anos.

Mesmo com as diferenças, o filme está entre meus favoritos na categoria adaptações literárias. No entanto devo ressaltar que não gostei do final, porque algumas das principais diferenças entre livro e filme estão neste trecho e também porque algumas das minhas cenas favoritas estão neste momento da história. Minha dúvida é se esses capítulos, ou parte deles, darão início ao filme de O retorno do rei, que vou assistir depois de ler o livro, ou se foram excluídos do roteiro. O final do filme também é mais corrido e compacto que o início e o desenvolvimento, mas espero que parte desses elementos estejam na finalização da trilogia.

Se preferir assista ao vlog gravado para o diário de leitura de O Senhor dos Anéis


Beijos!
Foto: Nine Stecanella
Imagem: Divulgação
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19 de janeiro de 2017

Louca obsessão (Misery) - dirigido por Rob Reiner



Louca obsessão
(Misery)
Direção: Rob Reiner
Produção: Castle Rock Entertainment
Ano: 1990
Duração: 107 minutos
Filmow | IMDb
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LEIA MAIS
Misery de Stephen King

Antes mesmo de concluir a leitura de Misery de Stephen King googlei sobre a adaptação porque eu precisava ter uma ideia do filme. Eu imaginei que era algo da década de 1990 (saudades das fitas e das capas bizarras), mas como eu não assisti nada de terror ou drama na época (sou medrosa desde criança), não lembro de Louca obsessão.

No vai e vem das pesquisas me deparei com uma versão do filme disponível no Youtube (incorporada ao post abaixo), e resolvi salvar na playlist para assistir mais tarde. Não vou negar que vi sim os primeiros minutos da adaptação, mas tudo me pareceu tão perturbador como no livro e resolvi terminar um primeiro, para depois tentar o outro. E hoje eu quero comentar com vocês o que gostei ou não no filme.

Sem dúvida o filme é mais compacto que o livro. E isso não é exatamente uma surpresa se tratando das adaptações literárias. É até um mecanismo bem comum usado em parte dos filmes que tem origem em livros. Os principais aspectos da história de Stephen King estão no roteiro, mais fragmentados e ágeis, como um resumo da história, e funcionam para contar a estranha relação de Paul e Annie. E também para apresentar uma personagem com sérios problemas psicológicos.

Gostei do filme porque ele mostra situações cotidianas da relação de Paul e Annie que não são muito citadas no livro, e também porque a dinâmica dos personagens foi como imaginei. Para falar a verdade, o Paul Sheldon de James Caan foi até mais destemido daquele que visualizei lendo Stephen King. Kathy Bates foi/ é a Annie perfeita e gostei de como a fotografia trabalha e dá destaques as expressões faciais e as pequenas nuances do humor da personagem.



Louca obsessão ganhou boa cotação no meu Filmow, quatro estrelas, porque tem a parte investigativa mais presente. No livro esse elemento fica subentendido, mas o filme consegue intercalar mais cenas do mundo exterior com as da casa de Annie Wilkes. Verdade que a adaptação deixou muitas cenas importantes de fora e a segunda parte do filme foi extremamente  rápida, talvez aí a parte mais resumida da história em relação ao livro, mas ainda assim o diretor Rob Reiner conseguiu manter o suspense da história até o clímax, mostrar um desfecho satisfatório, além de optar por suavizar algumas cenas que no livro são mais chocantes.

Apesar de Louca obsessão não ser uma adaptação fiel e funcionar como uma versão resumida do livro, vale a pena assistir porque o drama da história é extremamente interessante. O debate sobre questões psicológicas é importante e atual e Annie Wilkes existem por todo mundo. Além disso, a submissão leva o ser humano a atitudes desesperadas e o filme mostra até que ponto chegamos para defender nossa vida. Recomendado! Tu já assistiu Louca obsessão?

Assista a adaptação no Youtube!


Beijos!
Fotos: Divulgação
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13 de novembro de 2016

A sociedade do anel - dirigido por Peter Jackson




A sociedade do anel
(The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring)
Direção: Peter Jackson
Produção: New Line Cinema
Ano: 2001
Duração: 178 minutos
Filmow | IMDb
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Eu tive uma jornada incrível com o livro A sociedade do anel de J.R.R. Tolkien e compartilhei toda a experiência ao longo do diário de leitura. Assim que terminei a primeira parte de O Senhor dos Anéis pensei em assistir ao filme, que já tenho na coleção há algum tempo, e no sábado, 12 de novembro, eu finalmente conheci a versão da Terra Média de Peter Jackson.

Gravei um vlog durante a manhã enquanto limpava a cozinha e assistia ao filme, e quero comentar rapidamente aqui minhas impressões gerais. Eu gostei muito da adaptação. Não vi o tempo passar, talvez por fazer outra atividade ao mesmo tempo, mas não achei o filme cansativo ou chato. No geral, e dentro do possível, achei o roteiro fiel ao livro, com algumas cenas alteradas e unidas, e outras compactas e rápidas, mas com os pontos principais presentes.



Adorei os personagens. Gostei muito de como cada ator representou tão bem aquilo que eu imaginei durante a leitura e por incrível que pareça eu não assisti aos filmes antes de ler (vi apenas alguns trechos). Passolargo e Legolas são favoritos, e a união entre os hobbits é incrível. As cidades elfas são exatamente aquilo que eu esperei com uma forte conexão com a natureza como é de fato. Enfim, foi uma ótima experiência e uma adaptação literária a mais na lista de favoritos. 


Beijos!

Foto: Nine Stecanella
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8 de novembro de 2016

Resumo de outubro (2016) - Como eu era antes de você e Chicago Med!

Longe por um tempo, a coluna resumo de mês está de volta e no vídeo de hoje eu comento sobre um filme e uma série que assisti durante outubro. Ambos são recomendados e para saber o porquê tem que assistir, ok?! Para conferir minha resenha do filme Como eu era antes de você acesse o post aqui. Até!


FILME
Como eu era antes de você

SÉRIE
Chicago Med

Beijos!

26 de outubro de 2016

Como eu era antes de você - dirigido por Thea Sharrock





Como eu era antes de você
(Me Before You)
Direção: Thea Sharrock
Produção: Metro-Goldwyn-Mayer
Ano: 2016
Duração: 110 minutos
Filmow | IMDb

O post de hoje faz parte do Desafio livros e seus filmes e finalmente assisti a adaptação de Como eu era antes de você, livro de Jojo Moyes. Os personagens principais Lou e Will são interpretados por Emilia Clarke e Sam Claflin, e o filme é dirigido por Thea Sharrock. Eu gostei do filme, mais do que esperava até, e funcionou bem como uma versão resumida da história original. No vídeo comento sobre meus pontos favoritos e também o que não gostei tanto assim. Vocês já leram ou assistiram Como eu era antes de vocês? Compre o livro no Submarino.



Beijos!

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