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23 de julho de 2026

A guerra dos mundos de H.G. Wells



A guerra dos mundos
Autor: H.G. Wells
Tradutor: Cassius Medauer
Editora: Principis
Edição: 2021
Páginas: 208
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O homem invisível

Quando um exército de invasores marcianos chega à Inglaterra, o pânico e o terror tomam conta da população. Enquanto os alienígenas atravessam o país em enormes máquinas de três pernas, incinerando tudo em seu caminho com um raio de calor e espalhando gases tóxicos nocivos, os moradores da Terra devem chegar a um acordo com a perspectiva do fim da civilização humana e o início da era marciana.

3 de junho de 2026

Da terra à lua de Júlio Verne



Da terra à lua
Autor: Júlio Verne
Editora: Principis
Edição: 2021
Páginas: 192
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Viagem ao centro da terra
Da Terra à Lua é a primeira história da exploração espacial escrita. Foi publicada em 1865 e apresenta, de maneira surpreendente, conjectura científica precisa. Quando os membros do Baltimore Gun Club veteranos de guerra entediados decidem embarcar em um projeto para atirar na lua, começa a corrida para arrecadar dinheiro, superar desafios de engenharia e convencer os detratores de que eles não são Lunáticos. 

31 de março de 2026

3 motivos para ler Diário de um louco de Nikolai Gogol




Diário de um louco
Autor: Nikolai Gogol 
Editora: edição Kindle
Edição: 2014
Páginas: 36
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Diário de um Louco é considerado um dos melhores contos do dramaturgo e escritor russo Nikolai Gogol. A primeira publicação se deu na coletânea Arabesques, em 1835. A estória dramatiza a vida do funcionário público Poprishchin e a deterioração gradual da sua sanidade até ser internado em um hospício.

6 de janeiro de 2026

Diva de José de Alencar



Diva
Autor: José de Alencar
Editora: Martin Claret 
Edição: 2007
Páginas: 143
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Lucíola de José de Alencar
Romance lançado em 1864, pertence aos chamados romances urbanos de Alencar. Nele é narrada a história de paixão de Augusto pela bela e fatal Emília e tem-se o panorama da sociedade fluminense do século XIX, a qual está repleta de convenções e relações humanas baseadas no interesse.
Diva de José de Alencar foi uma das leituras que mais gostei em 2025 em um ano cheio de altos e baixos. Nesta reta final de dezembro (publicado no início de janeiro) quero registrar meus pontos favoritos da leitura e porque indico para todos os leitores que gostam de clássicos brasileiros e romances jovens

Retrata a sociedade carioca do século XIX e ao mesmo tempo explica porque muitos costumes seguem presentes até hoje (e muitos outros mudaram radicalmente). Vou relembrar os tempos produtivos do Estante da Nine (que voltará em 2026), em um post com 3 motivos para ler Diva de José de Alencar.

5 de junho de 2022

Concluindo Anne with an E (e mais motivos para assistir)

Exatamente no último dia de maio, menos de uma semana atrás, completei minha jornada com as três temporadas de Anne with an E, produção da Netflix. Como já desconfiava desde que conheci a adaptação em 2018,  onde compartilhei 3 motivos para assistir série, a história entrou para minha lista de favoritos e por isso quero reforçar alguns motivos para conhecer esse enredo inspirador (e em breve espero começar minha jornada com os livros).

Relendo minha lista de recomendação da primeira temporada percebo que os motivos principais seguem os mesmos: o desafio de Anne em uma nova casa, Marilla e Matthew se adaptando a uma criança, a um novo membro da família, a comunidade que desaprova o comportamento sonhador e empolgado da protagonista e tudo que uma pessoa de fora tem de suportar para viver em um lugar.

A série, no decorrer das três temporadas, consegue manter os temas principais como pilares, sempre expandindo o debate e acompanhando o desenvolvimento de Anne, de criança para adolescente e depois uma jovem prestes a iniciar a vida adulta. A presença de negros e nativos levanta o debate sobre racismo, a chegada de uma viúva e professora sobre o real papel da mulher, descoberta sexual e o papel da família e o que (ou como) ela realmente é.

1 de fevereiro de 2020

As aparências enganam de Kristina Cook




As aparências enganam
#1 Família Rosemoor
Autora: Kristina Cook
Editora: Nova Cultural
Edição: 2004
Páginas: 223
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Henry Ashton, o marquês de Mandeville, sabe exatamente o que espera de sua futura noiva: que seja uma moça dócil, de família rica e tradicional, e que o ajude a obter êxito na carreira política. Obviamente, um homem como ele pode escolher a mulher que desejar... Mas então, por que será que se sente tão atraído por Lucy Abbington, uma jovem que é exatamente o oposto de tudo o que ele procura em uma esposa? A natureza livre e espontânea e o sonho de se tornar veterinária fazem de Lucy a mais inadequada das noivas, embora seja a mais desejável das mulheres... Lucy não está interessada em encontrar um marido, mas um cavalheiro, em especial, a atrai como nenhum outro... No entanto, mesmo determinada a resistir à atração que sente pelo marquês, como conseguir fugir daquele homem quando tudo o que ela mais deseja na vida é estar nos braços dele?...

21 de dezembro de 2019

Iaiá Garcia de Machado de Assis




Iaiá Garcia
Autor: Machado de Assis
Editora: Editora Globo
Edição: 1997
Páginas: 172
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A pianista de Machado de Assis
Iaiá era filha de Luís Garcia, viúvo e funcionário público, que nela concentrava todos os seus afetos, a fonte de toda a alegria do pai. Luís Garcia tem uma amiga, também viúva, Valéria Gomes, mãe de Jorge. Jorge está apaixonado pela filha de um ex-empregado de seu falecido pai, Estela, que vive na mesma casa. Para afastá-lo de Estela, por não a julgar digna de sua posição social, a mãe força-o a alistar-se como voluntário para lutar na Guerra do Paraguai.

19 de setembro de 2019

3 motivos para ler Duque e as Mortes de Frank Tartarus e Adan Marini

A graphic novel Duque e as Mortes de Frank Tartarus e Adan Marini passou por poucas e boas até chegar na minha caixa de correspondência e exatamente por isso ela ganhou um lugar especial na fila de leitura. Apresentada também como projeto no Cartase, a história protagonizada por Duque de Caxias me surpreendeu demais e por isso merece registro no Estante da Nine com 3 motivos para ler.

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1. O PROTAGONISTA
Eu moro em Caxias do Sul, cidade da serra gaúcha que faz alusão ao protagonista da graphic novel (como várias outras pelo Brasil): o militar e político Duque de Caxias. Patrono do exército do Brasil, Luís Alves de Lima e Silva gera controvérsias, pela crueldade, e também por lealdade ao país. O fato é que Frank Tartarus e Adan Marini utilizam muito bem a figura do militar. A ideia aqui é debater as várias situações em que Duque de Caxias encontrou com a morte, mas não cedeu a ela (ou talvez sim? o que é morrer? e viver?).


8 de julho de 2019

Humilhados e ofendidos de Fiódor Dostoiévski




Humilhados e ofendidos
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: Mimética
Edição: 2019 (Amazon)
Páginas: 2014
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Memórias da casa dos mortos de Fiódor Dostoiévski
Nesta obra, narrada pelo jovem escritor Ivan, dois enredos vão convergindo gradualmente. Natascha, amiga de infância e amada de Ivan, foge de casa dos pais para casar com Alyosha, o filho do Príncipe Valkovsky que não aprova esta união. Entretanto Ivan conhece Elena, uma órfã de treze anos, que é adotada por Nicolai, o pai de Natascha. E é ao contar a sua triste história que a menina consegue que Nicolai perdoe a sua filha. Uma narrativa envolvente e cativante onde o sofrimento humano é retratado com mestria.

17 de dezembro de 2018

O Ateneu de Raul Pompéia



O Ateneu
Autor: Raul Pompéia
Editora: Abril Cultural
Edição: 1981
Páginas: 206
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A ilha do tesouro de R.L. Stevenson

O Ateneu constitui uma das obras-primas da literatura brasileira. Autobiográfico, o livro mostra o jovem autor como personalidade sensível que se transformou em crítico impiedoso do que viveu e viu na adolescência passada no colégio interno. A obra retrata o doloroso processo de transição da infância à idade adulta.

14 de novembro de 2018

A ilha do tesouro de Robert Louis Stevenson




A ilha do tesouro
Autor: Robert Louis Stevenson
Editora: KTTK
Edição: ?
Páginas: ?
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Frankenstein de Mary Shelley
Jim e seus companheiros navegam em busca do tesouro do lendário capitão Flint. Cheios de confiança, eles nem imaginam que estão à mercê de bandidos sanguinários. Agora, só muita astúcia e coragem conseguirão salvá-los de Long John Silver, o pirata mais esperto que já cruzou os mares... Suspense e aventura num romance que há mais de cem anos fascina leitores de todas as idades.

12 de novembro de 2018

O vermelho e o negro de Stendhal



O vermelho e o negro
Autor: Stendhal
Tradutor: Raquel Prado
Editora: Abril Coleções
Edição: 2010
Páginas: 630
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Fanny Hill de John Cleland
O trágico destino de Julian Sorel, protagonista deste romance, foi baseado em fatos reais (na vida do jovem seminarista Antoine Berthet, que assassinou a ex-amante). Stendhal tensiona sua saga romântica com a realidade da França da Restauração pós-napoleônica, política e moralmente conservadora.

26 de setembro de 2018

A abadia de Northanger - dirigido por Jon Jones




A abadia de Northanger
(Northanger Abbey)
Direção: Jon Jones
Produção: Granada Television
Ano: 2007
Duração: 93 minutos
Filmow | IMDb

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A abadia de Northanger de Jane Austen

No final de agosto eu compartilhei no Estante da Nine a minha experiência de leitura com A abadia de Northanger de Jane Austen e desde lá está na minha lista de tarefas assistir a adaptação (encontrei duas no Filmow: 1986 e 2007). Hoje à tarde finalmente risquei essa meta da pauta e sento no final desta noite de quarta para compartilhar mais uma opinião com vocês e não deixar passar os pensamentos e opiniões ainda frescos, como acontece as vezes e ainda estou devendo os comentários de alguns livros, filmes e séries (aos poucos as coisas andam, mentaliza positivo por aí).

O ponto de partida da adaptação de Jon Jones de 2007 é o mesmo do livro: Catherine recebe o convite de um casal de amigos e vizinhos para passar uma temporada no balneário de Bath. Apaixonada por romances góticos e sonhadora, a jovem vê a viagem a oportunidade de sua primeira aventura e parte para a nova cidade cheia de animação. Chegando lá, é claro, as coisas não são tão boas a primeira vista e Catherine e a senhora Allen passam por alguns momentos incômodos até que fazem as amizades iniciais.

A apresentação do romance e do triângulo amoroso acontece logo no início da história e o diretor intercala os momentos atuais da vida de Catherine com sonhos perigosos e esquetes das interpretações das aventuras que lê. A mistura consegue demonstrar o amadurecimento da personagem e como ela lida com cada situação, ao mesmo tempo que traz alívio cômico. A amizade é pauta do filme, assim como os relacionamentos por interesse e manipulação.

No livro de Jane Austen eu demorei um bom tempo até me interessar por Catherine e torcer por ela, já no filme o diretor Jon Jones que fisgou logo no início, ao trazer uma personagem que é inocente e pura, mas ao mesmo tempo esperta, destemida e engraçada. Ver a protagonista na adaptação a tornou real muito mais rápido e talvez esse tenha sido o ponto alto da minha experiência (e é bem provável que eu assista esse filme milhares de vezes a partir de agora).


Não vou mentir que me apaixonei por Henry Tilney desde a primeira aparição assim como antipatizei com John Thorpe assim que a sugestão do personagem surgiu no filme e a representação dos opostos aparece com muita intensidade, porém com menos contexto do que no livro. Os dramas sociais de Bath são resumidos nas cenas mais importantes e a viagem para Northanger parece ganhar mais tempo na adaptação, se bem que como no livro os momentos tensos ou sombrios foram poucos.

O final de Catherine foi corrido no filme também e apesar de defender as adaptações o mais fieis as histórias originais esse era um caso que eu torci por um desfecho alternativo ou estendido, já que como no livro, na versão de Jon Jones eu também torci demais pela personagem. O encerramento da história é justo, mas para um heroína faltou um momento épico, e o filme até tem um toque especial. Minha nota no Filmow foi de quatro estrelas, um filme de Jane Austen que eu adorei. Quem por aí assistiu?

Vídeo de opinião publicado no canal do Estante da Nine


Beijos!
Fotos: Divulgação

22 de agosto de 2018

A abadia de Northanger de Jane Austen



A abadia de Northanger
Autora: Jane Austen
Editora: BestBolso
Edição: 2011
Páginas: 256
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Persuasão
Catherine Morland visita pela primeira vez o balneário de Bath, na Inglaterra, local também frequentado por Jane Austen e sua família. Na cidade, Catherine se aproxima de dois jovens bastante diferentes, John Thorpe e Henry Tillney, que se interessam pela jovem. O pai de Henry, general Tillney, a convida para visitar uma de suas propriedades, a abadia de Northanger. Catherine, que aprecia romances góticos, fica fascinada com a perspectiva de conhecer um ambiente antigo, fantástico e sombrio.

20 de maio de 2018

3 motivos para assistir Anne with an E

Há alguns dias estou pensando em escrever sobre Anne with an E aqui no Estante da Nine e adiei por não saber bem como começar essa indicação. Por isso mesmo, e no maior estilo diário, aí vai: eu não assisto séries novas. O que é bizarro porque durante toda a faculdade, por exemplo, com a rotina bem apertada, eu assistia semanalmente a uma lista grande de seriados e programas de televisão, mas isso mudou. 

Acontece que dia desses em abril (ou final de março?), navegando na Netflix eu vi a capa de Anne with an E, não li nada sobre a série - nem sinopse, nem opinião - e pensei: "Deve ser algo leve e descontraído, vou assistir." Me enganei completamente e provavelmente por isso eu gostei tanto da adaptação da história de L. M. Montgomery - Anne de Green Gables, que inclusive baixei o ebook em inglês disponível para download gratuito (baixe aqui) na Amazon há alguns dias e também espero gostar da história original.

Na dúvida entre comentar sobre a série no formato de resenha ou lista, optei pelo segundo principalmente para não entregar detalhes demais da primeira temporada, já que quando sento para escrever sobre algum tema com a intenção de sintetizar tudo em quatro parágrafos termino em 10. Anne with an E - apenas Anne na versão original para o Canadá - foi distribuída mundialmente pela Netflix e renovada para uma segunda temporada que sai esse ano. O próximo comentário sobre a série, se acontecer, aí sim deve ser mais extenso e com teorias, mas por enquanto vamos com meus pontos preferidos.

1. PROTAGONISTA
A série começa com dois paralelos: a alegria de Anne por finalmente ter sido adotada, e toda a apresentação da personagem que deixa claro que apesar da vida sofrida em orfanatos e casas nada boas, ela mantém a esperança, alegria e sonhos vivos, e o drama do engano, de chegar a Green Gables e descobrir que os irmãos Matthew e Marilla Cuthbert na verdade esperavam por um garoto. O drama inicial da série sem dúvida é o mais marcante diante dos vários momentos tensos vividos pelos personagens no decorrer da primeira temporada e sem dúvida foi encantador e assustador conhecer a nova família com Anne. Torci muito pela personagem desde o primeiro momento e tenho certa dificuldade de ter empatia com personagens crianças ou jovens.

2. FAMÍLIA E DRAMAS PESSOAIS
Eu demorei algum tempo para entender os irmãos Cuthbert, cheguei a pensar que seria impossível para Anne continuar com eles, mas a medida que fatos sobre Marilla e Matthew são apresentados, principalmente acontecimentos do passado que são mantidos em segredo, o caminho se abre para uma nova interpretação do estilo fechado e sisudo dos dois. A família é um desafio para qualquer pessoa e um dos pontos altos da série é mostrar como uma menina ruiva, leitora, apaixonada pela vida e até inconveniente - que já viu muita coisa ruim, transformou Green Gables para sempre. 

3. ÉPOCA E SOCIEDADE
Quem acompanha o Estante da Nine talvez deve ter me visto comentar algumas vezes que adoro histórias de época e esse, é claro, é m dos motivos por ter gostado de Anne with an E. Além disso, a sociedade retratada na série deixa claro que nem mesmo para uma criança é fácil se adaptar e que os julgamentos acontecem da mesma forma que para um adulto. Talvez o grande drama de Anne não seja conquistar Cuthbert, mas sim fazer parte daquele local como uma igual e não uma aberração, como ela é vista e também se vê por boa parte da primeira temporada. 

Anne with an E foi uma adorável surpresa desse primeiro semestre de 2018 e me motivou a acrescentar outras série novas ou recentes na lista do "vou assistir". Minha nota para a produção foi de 4,5 no Filmow (vocês também podem conferir opiniões no IMDb), e só não ganhou nota máxima porque o final me deixou dividida, mas para evitar spoilers aqui na publicação vamos trocar mais ideias e teorias sobre o fechamento da primeira temporada nos comentários.

Recomendo a série para quem gosta de histórias de época, dramas, protagonistas marcantes e sociedade. Com poucos episódios, Anne with an E foi um seriado que assisti aos poucos, os episódios distribuídos durante alguns dias, e também é perfeita para quem gosta de maratonar (coisa que inclusive penso em fazer antes de assistir a segunda temporada). Já assistiu a série ou ficou interessado em conhecer? Compartilhe opinião nos comentários.

Beijos!

Fotos: IMDB/ Divulgação

20 de setembro de 2017

Em algum lugar do passado de Richard Matheson




Em algum lugar do passado
Autor: Richard Matheson
Editora: Abril Cultural
Edição: 1983
Páginas: 269
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A partir da visão de um retrato de uma bela mulher, Richard Collier volta ao passado em busca de um amor que teria acontecido antes dele nascer. Eles teriam tido uma ligação naquele mesmo mês e lugar. O romance acontece a partir dessa situação, numa atmosfera plena de romantismo e fantasia. Com uma narrativa cheia de amor e suspense, o autor nos faz recuar ao passado e ao reencontro de dois jovens que haviam se conhecido e amado num outro tempo.

29 de junho de 2017

O Morro dos Ventos Uivantes - dirigido por Peter Kosminsky




O Morro dos Ventos Uivantes
(Wuthering Heights)
Direção: Peter Kosminsky
Produção: Paramount Pictures
Ano: 1992
Duração: 105 minutos
Filmow | IMDb

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O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brönte

Dia desses no início da semana, segunda se não me engano, estava trocando os canais da TV quando me deparei com O Morro dos Ventos Uivantes começando no canal Paramount. Curiosa, adiei os planos de leitura para acompanhar a adaptação, uma das muitas, do livro de Emily Brönte. E não me arrependi.

Acho importante ressaltar que li O Morro dos Ventos Uivantes há alguns anos, então não sei dizer em detalhes as diferenças do enredo e roteiro, mas achei o filme de Peter Kosminsky fiel as características originais do livro. A história conta a relação impossível entre dois jovens que foram criados juntos desde pequenos, mas que por questões sociais e preconceitos da época, e suas próprias decisões, nunca puderam viver uma história de amor



Juliette Binoche e ralph Fiennes representaram muito bem Cathy e Heathcliff. Embora eu esperasse um protagonista masculino com características mais mestiças, afinal ele é decente de ciganos do livro, e esse aspecto é motivo de preconceito, as personalidades foram fiéis. Ela é mesquinha e egoísta, entende seu coração, mas prefere manter as aparências. Ele é orgulhoso e vingativo e se transforma num vilão dos mais temíveis. 

O contexto e costumes da época também são temas de destaque no filme. Embora não tenham a mesma relevância que no livro, porque afinal é uma história bem detalhada resumida em um par de horas, o roteiro consegue incluir temas importantes é que formam um bom cenário para quem não conhece a sociedade do século XIX e os hábitos ingleses.

Um dos pontos altos do livro, e que no filme eu também adorei, é o cenário. Muito do clima sombrio da história é por conta do local, da casa, O Morro dos Ventos Uivantes, que é sinistra e fica em um terreno sem nada por perto. Também tem as colinas com neblina e o tempo chuvoso. Tudo no visual do filme me agradou. Provavelmente seja meu ponto favorito dessa adaptação.

Sem planejar eu assisti uma adaptação literária que me deixou muito feliz, principalmente depois da experiência nada boa com Madame Bovary. Minha nota para O Morro dos Ventos Uivantes dirigido por Peter Kosminsky foi de 3.5 estrelas no Filmow. Gostei do filme, dos atores, do cenário e da fotografia, mas ainda tem muitas adaptações desse livro pra conferir, talvez alguma me agrade mais.

Então gente é isso por hoje. Acordei cedo nessa quinta para escrever sobre o filme porque assisti na semana e não queria deixar passar tanto tempo para falar sobre ele. O Morro dos Ventos Uivantes foi uma boa surpresa e recomendo o filme para quem leu e também quem não leu, hehehe. Vocês já assistiram a alguma adaptação do livro de Emily Brönte?

Beijos!

Fotos: Divulgação

15 de junho de 2017

Madame Bovary de Gustave Flaubert



Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Editora: LePM Pocket
Edição: 2014
Páginas: 334
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Emma é uma mulher sonhadora, uma pequeno-bur­guesa criada no campo que aprendeu a ver a vida através da literatura senti­men­tal. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles Bovary, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento de uma filha dá alegria ao indissolúvel casamento no qual a protagonista sente-se presa. Como Dom Quixote, que leu romances de cavalaria demais e pôs-se a guerrear com moinhos, ela tenta dar vida e paixão à sua existência, escolha que levará a uma sucessão de erros e a uma descida ao inferno.

8 de junho de 2017

O colar de veludo de Alexandre Dumas




O colar de veludo
Autor: Alexandre Dumas
Editora: LePM Pocket
Edição: 1997
Páginas: 238
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O amante de Lady Chatterley de D. H. Lawrence
O Colar de Veludo trata-se de um romance de ação trepidante, ambientado na agitada Paris dos anos imediatamente após a Revolução Francesa. É a história de Hoffmann que deixa a Alemanha para viver o sonho de morar em Paris, a Cidade Luz. Lá ele encontra paixões arrebatadoras, a violência revolucionária e o estranho fascínio da bailarina Arsène, a dama do colar de veludo. Um livro para ler de um só fôlego e experimentar o mágico encantamento que a melhor literatura sempre reserva para os leitores.

27 de maio de 2017

O mulato de Aluísio Azevedo




O mulato
Autor: Aluísio Azevedo
Editora: Companhia Editora Nacional
Edição: 2004
Páginas: 264
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