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28 de setembro de 2020

3 motivos para assistir Dark

Dark não estava na minha lista de séries para assistir. Pelo contrário. Quando a produção da Netflix começou a ser comentada em todos os lugares da internet eu fiz cara feia e quis passar longe. Influenciada tremendamente pelo Gabriel (obrigada amor), resolvi ver Dark sem pretensão e devorei as três temporadas em uma semana, coisa que não acontecia a tanto tempo que não lembro quando foi a última vez (e a última série desse fenômeno).

Resumindo: Dark saiu da lista de séries que "não vou assistir" direto para "favoritos da vida". Minha ideia (e missão) é compartilhar no Estante da Nine três dos meus motivos favoritos sobre a produção, sem entregar detalhes importantes do enredo, mas contando elementos relevantes para despertar a curiosidade de quem ler do outro lado da tela. Entre pandemia e poucas leituras, Dark foi uma surpresa excelente

1. UMA SÉRIE PARA MUITOS PÚBLICOS

A principal surpresa sobre minha experiência com Dark é que antes de assistir eu julgava a série específica a um público restrito que gosta de histórias alternativas. Quando de fato comecei a assistir Dark me surpreendeu justamente por funcionar para diversos públicos - dos fãs de histórias de mistério, suspense, e romance, até os apaixonados por ficção científica e fantasia urbana.


7 de abril de 2020

O espião que saiu do frio de John Le Carré



O espião que saiu do frio
Autor: John Le Carré
Tradutor: Adelino dos Santos Rodrigues
Editora: Abril Cultural
Edição: 1980
Páginas: 259
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LEIA TAMBÉM
Marnie de Winston Graham
Os obscuros meandros e os bastidores da espionagem política, retratados com toda a crueza e violência. O livro mostra a crueldade de um mundo dividido entre facções que se combatem surdamente e o drama de vidas marcadas pela existência do muro de Berlim. "Temos de viver sem compaixão" - afirma um dos personagens, revelando a regra básica de um jogo político onde não há lugar para nobres sentimentos.

8 de junho de 2017

O colar de veludo de Alexandre Dumas




O colar de veludo
Autor: Alexandre Dumas
Editora: LePM Pocket
Edição: 1997
Páginas: 238
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O amante de Lady Chatterley de D. H. Lawrence
O Colar de Veludo trata-se de um romance de ação trepidante, ambientado na agitada Paris dos anos imediatamente após a Revolução Francesa. É a história de Hoffmann que deixa a Alemanha para viver o sonho de morar em Paris, a Cidade Luz. Lá ele encontra paixões arrebatadoras, a violência revolucionária e o estranho fascínio da bailarina Arsène, a dama do colar de veludo. Um livro para ler de um só fôlego e experimentar o mágico encantamento que a melhor literatura sempre reserva para os leitores.

27 de agosto de 2016

Tchick de Wolgang Herrndorf




Tchick
Autora: Wolfgang Herrndorf
Editora: Tordesilhas
Edição: 2011
Páginas: 228
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As férias do nerd Maik Klingenberg naquele verão prometiam ser péssimas: a mãe, mais uma vez, fora internada numa clínica de desintoxicação, e o pai teve que fazer uma “viagem de negócios” com a secretária de dezenove anos. De quebra, a menina por quem Maik estava superafim, Tatjana, “esquecera” de convidá-lo para sua festa de aniversário – a balada mais aguardada do ano. O que prometia ser um tédio total muda completamente quando Tchick, o colega mais esquisito da turma, aquele de quem todos queriam distância, aparece com um velho Lada Niva roubado e acaba por convencer Maik a viajar com ele até a Valáquia, para visitar os avós e... umas primas gostosas. Valáquia?! Descobrir onde fica esse lugar seria bem mais fácil do que chegar até lá, pois não é moleza atravessar um país sem mapa para se orientar, sem carteira de motorista, com quase nenhum dinheiro e dirigindo um carro roubado. Tudo isso aos catorzes anos de idade, e tendo a polícia nos calcanhares.

31 de março de 2014

A menina que roubava livros de Markus Zusak + filme (direção de Brian Percival)






A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusak
Editora: Intrínseca
Edição: 2010
Páginas: 480
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A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.


Beijos!
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8 de maio de 2013

Axolotle atropelado de Helene Hegemann




Axolotle atropelado
Autora: Helene Hegemann
Editora: Intrínseca
Edição: 2011
Páginas: 208
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“Vidas terríveis são a maior das felicidades”, desabafa Mifti em seu diário. Aos dezesseis anos, ela assumiu sua condição de “garota-problema” participante da cena underground de Berlim, onde mora desde a morte da mãe. A narrativa de suas experiências, radicalmente influenciadas pelo uso de drogas diversas, faz o leitor mergulhar em uma sequência de acontecimentos paradoxais e incomuns.