Da Terra à Lua é a primeira história da exploração espacial escrita. Foi publicada em 1865 e apresenta, de maneira surpreendente, conjectura científica precisa. Quando os membros do Baltimore Gun Club veteranos de guerra entediados decidem embarcar em um projeto para atirar na lua, começa a corrida para arrecadar dinheiro, superar desafios de engenharia e convencer os detratores de que eles não são Lunáticos.
Pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve para o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendentemente cheio para essa época do ano. Mas, na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Um americano é encontrado morto em sua cabina, com doze facadas, e a porta estava trancada por dentro. Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime.
Uma história sombria, em uma atmosfera romântica e um quê de Hitchcock, sobre um homem que fora arrastado para uma trama irresistível de paixão e assassinato quando um antigo amor reaparece.de mentiras. Em uma noite de sexta-feira, a rotina confortável e previsível de George Foss é quebrada quando, em um bar, uma bela mulher senta-se ao seu lado. A mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás. Agora, depois de tanto tempo, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la. Será que ele a conhece o suficiente para poder ajudá-la?
Dark não estava na minha lista de séries para assistir. Pelo contrário. Quando a produção da Netflix começou a ser comentada em todos os lugares da internet eu fiz cara feia e quis passar longe. Influenciada tremendamente pelo Gabriel (obrigada amor), resolvi ver Dark sem pretensão e devorei as três temporadas em uma semana, coisa que não acontecia a tanto tempo que não lembro quando foi a última vez (e a última série desse fenômeno).
Resumindo: Dark saiu da lista de séries que "não vou assistir" direto para "favoritos da vida". Minha ideia (e missão) é compartilhar no Estante da Ninetrês dos meus motivos favoritos sobre a produção, sem entregar detalhes importantes do enredo, mas contando elementos relevantes para despertar a curiosidade de quem ler do outro lado da tela. Entre pandemia e poucas leituras, Dark foi uma surpresa excelente.
1. UMA SÉRIE PARA MUITOS PÚBLICOS
A principal surpresa sobre minha experiência com Dark é que antes de assistir eu julgava a série específica a um público restrito que gosta de histórias alternativas. Quando de fato comecei a assistir Dark me surpreendeu justamente por funcionar para diversos públicos- dos fãs de histórias de mistério, suspense, e romance, até os apaixonados por ficção científica e fantasia urbana.
O espião que saiu do frio
Autor: John Le Carré
Tradutor: Adelino dos Santos Rodrigues
Editora: Abril Cultural
Edição: 1980
Páginas: 259 Skoob | Goodreads
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Os obscuros meandros e os bastidores da espionagem política, retratados com toda a crueza e violência. O livro mostra a crueldade de um mundo dividido entre facções que se combatem surdamente e o drama de vidas marcadas pela existência do muro de Berlim. "Temos de viver sem compaixão" - afirma um dos personagens, revelando a regra básica de um jogo político onde não há lugar para nobres sentimentos.
Eu escolhi Fernando Sabino na estante porque a curiosidade era enorme e queria um livro curto para escapar da ressaca literária. Assim que a rotina de janeiro começou eu deslizei nas metas e travei. Minha surpresa foi enorme com O outro gume da faca, enredo enxuto e cheio de temas importantes, tanto que a história foi estudada por muitos alunos ao redor do Brasil.
A minha missão hoje é escrever em três tópicos os muitos motivos para ler O outro gume da faca e comentar sobre a história de Fernando Sabino sem spoilers, mas destacando temas que podem instigar os leitores que passarem por aqui. Não se engane pelo tamanho do livro, em poucos capítulos o enredo se torna irresistível e até chegar a página final impossível parar de ler.
O talismã do poder
#3 Crônicas do Mundo Emerso
Autora: Licia Troisi
Tradutor: Mario Fondelli
Editora: Rocco
Edição: 2007
Páginas: 424 Skoob | Goodreads
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O terceiro e último volume da série Crônicas do Mundo Emerso, o Tirano está a um passo da conquista final. Um misterioso talismã é a única saída para evitar a derrocada das Terras Livres. Para utilizá-lo, Nihal e Senar precisam encontrar as oito pedras que compõem o objeto. Juntas, elas concentram energia suficiente para combater a maldade do Tirano. Mas será que os jovens conseguirão encontrá-las a tempo? Este é o desafio enfrentado por Nihal, a protagonista da série de fantasia criada pela jovem autora italiana Licia Troisi. Única sobrevivente de uma raça exterminada pelo Tirano, a jovem de olhos cor de violeta, cabelos azuis e grandes orelhas pontudas tornou-se uma guerreira de verdade e concentrou todas as forças que lhe restaram para enfrentar a batalha final.
Apesar do ritmo lento no ano até aqui, parece que maio é (foi), o mês da virada. Hoje é dia de Leitura todo dia, mas como não deu tempo de preparar o vídeo resolvi comentar sobre o livro finalizado na terça, 28 de maio, o encerramento da semana 121. Enquanto houver luz de Aghata Christie foi uma escolha aleatória na estante depois de uma enquete no Instagram.
Parece óbvio, mas há um bom tempo eu não lia um livro de contos. Até escolhi uma seleção há alguns meses, mas devolvi para a estante porque não me interessei em ler. Meu primeiro critério na semana passada foi um livro de bolso e Agatha Christie estava na minha cabeça desde abril quando comprei alguns livros dela. Resumindo: foi uma ótima escolha para quebrar a ressaca literária e manter duas semanas de crescente nas leituras.
Laços de sangue
#Os melhores de mistério
Autora: Fay Nedra Zachary
Editora: Nova Cultural
Edição: 1990
Páginas: 288 Skoob | Goodreads
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A mídia o chama de "Sapatos Sangrentos". Mulheres grávidas, jovens mães, bebês, todos são brutalmente assassinados! Joanna Michaels, bonita parteira de um centro médico, acompanha o caso com interesse. Crime após crime, ela percebe um aterrorizante padrão... Momento a momento, vislumbra o apavorante elo que liga o louco assassino a suas vítimas. NADA PODE DETÊ-LO! E agora, Joanna sabe que ela também está na mira do degenerado... presa num pesadelo mortal que parece nunca terminar...
A Missão de Senar é o volume que dá continuidade às Crônicas do Mundo Emerso, da italiana Licia Troisi. Dessa vez, a trama concentra-se no jovem mago e conselheiro, cuja missão no Mundo Submerso pode definir os rumos da defesa das Terras Livres do Mundo Emerso contra o Tirano.
Eu li Aniquilação de Jeff VanderMeer em 2015 e é a única história de new weird da minha coleção. Mesmo com estranheza por boa parte do enredo, como o próprio gênero sugere, no fim das contas eu adorei o livro e quando anunciaram o filme eu fiquei empolgada, logo imaginei uma adaptação de ficção científica toda diferentona. E de fato é mais ou menos isso, mas não exatamente como eu imaginei (ou gostaria).
Para começar esse comentário sobre o filme devo deixar explicado que não pude fazer comparações específicas com o livro, já que são três anos de intervalo. Mesmo assim muita coisa na adaptação me causou estranheza, acontecimentos e situações que eu não lembro na história original, então para os leitores que conferiram os dois enredos com pouco tempo de intervalo, por favor, comentem as diferenças para estendermos o debate.
Aniquilação acompanha uma expedição de quatro (cinco) especialistas a uma área restrita do que antes foi uma parte dos Estados Unidos. Existe muito mistério envolvendo esse território abandonado e o que teria acontecido ali durante décadas. O Comando Sul, governo do local, não explica com detalhes o objetivo da missão e durante todo o filme pairam dúvidas sobre o tipo de finalidade real que está por trás da experiência.
A narrativa fragmentada poderia dar uma dinâmica gigantesca ao filme, mas a sensação é de que não aconteceu. Mesmo intercalando cenas de passado e presente o roteiro parece não evoluir ou sair do lugar, tudo é muito lento, muito incerto e só uma personagem é que verdadeira mente conta para o enredo. O drama, que no livro parece muito mais psicológico para todos os aspectos da vida, no filme fica limitado ao dilema do relacionamento da protagonista.
O conflito de personalidades durante a expedição é um dos pontos que gosto do filme, embora pareça ter passado rápido. A Área X visualmente não ficou próxima do que imaginei durante a leitura, mas mesmo assim dá ideia do que a história remete: algo desconhecido que influenciou tudo que é vivo, orgânico, naquela área. Ao invés de animais gigantes eu imaginei insetos peculiares e plantas interativas.
Provavelmente meu elemento favorito da história seja a sensação de opressão, medo e incerteza das personagens durante o tempo que passam na Área X. A medida que o local é explorado, indícios das expedições passadas e segredos são revelados e as especialistas descobrem coisas que preferiam não ter descoberto. Esse foi o ponto mais próximo da história original pelo que lembro do livro.
No geral eu gostei de Aniquilação. Não foi a adaptação que eu esperava, mas é um filme peculiar de ficção científica. Falta um grande momento na história, um acontecimento realmente marcante que o roteiro promete, mas não entrega, ainda assim todo visual, ideia e diversidade da história me deixaram com a sensação de que valeu a pena, não foi tempo perdido. Minha nota para Aniquilação dirigido por Alex Garland foi de três estrelas no Filmow. Vocês já assistiram?
Como quebrar a maldição de um dragão
#4 Como treinar seu dragão
Autora: Cressida Cowell
Editora: Intrínseca
Edição: 2010
Páginas: 240 Skoob | Goodreads
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Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário Herói Viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas e naturalista amador, era conhecido por todo o território viking como "O encantador de dragões", devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Será que Soluço vai encontrar o antídoto para a picada da Vorpente Venenosa e ainda por cima derrotar o assustador Garra da Destruição? E ele conseguirá vencer o perigoso machado de Norberto, o Demente, para mais uma vez ser o herói da história?
Meses depois de começar o projeto eu nem acredito que estou na reta final, escrevendo os últimos posts sobre o diário de leitura de O Senhor dos Anéis. Foi uma jornada e tanto até aqui, e apesar dos hiatos e das épocas de pouca leitura adorei ter passado por essa experiência. Além desse post, sobre os capítulos finais de O retorno do rei (compre na Amazon), o projeto finaliza com o vlog com comentários sobre o filme. Para ler os posts anteriores sobre os livros de J.R.R. Tolkien visite o marcador O Senhor dos Anéis.
O resumo da vez começa com o capítulo A montanha da perdição e acompanhamos a jornada de Frodo e Sam. Novamente encontrei algumas situações convenientes na jornada dos personagens, mas os hobbits são criaturas persistentes, fieis e habilidosas, então é compreensível que tenham se adaptado bem. O campo de Cormallen é o trecho onde Sauron finalmente demonstra alguma fraqueza e seus exércitos questionam seu poder.
O regente e o rei confirma minhas suspeitas que começaram em As duas torres e é muito interessante ver como os hobbits, todos eles, foram importantes para a história que acaba de ser escrita. Após a batalha com Sauron a Terra Média entra em um novo período e os habitantes do Condado, se antes pouco conhecidos, agora são heróis e protagonistas de histórias por todo território.
O capítulo muitas despedidas já diz tudo pelo título: é hora de voltar para casa. Apesar do incomodo de sair e o medo da jornada, Frodo e os hobbits entendem que fizeram novos amigos, conheceram lugares antes apenas cenário de histórias para eles e viram coisas surpreendentes, tudo valeu e é difícil se despedir. A caminho de casa é outro trecho da história feliz e melancólico. No principio o condado parecia longe de tudo, mas o mau chegou até lá também.
O expurgo do condado é dos capítulos mais legais do livro. Isso porque é visível a evolução dos hobbits durante toda a viagem pela Terra Média. Ao chegar em seu lar e perceber tudo diferentes Frodo, Sam, Mery e Pippin rapidamente agem para recuperar um pouco de sua terra. Eu que fui muito cética com esses personagens adorei a mensagem. Os Portos Cinzentos encerra a grande jornada de vários personagens do livro e nele a mensagem é muito clara: sobreviver é importante, mas grandes aventuras significam também grandes mudanças e as vezes é impossível se reconhecer. Eu adorei O Senhor dos Anéis. E vocês, já leram?
Se preferir, assista ao vídeo com as impressões da 4ª parte de O retorno do rei
Beijos!
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Hoje é dia de continuar o diário de leitura de O Senhor dos Anéis no Estante da Nine e já posso adiantar que finalizei o livro e em breve teremos mais conteúdos sobre o universo de J.R.R. Tolkien por aqui. O resumo da vez é o penúltimo de O retorno do rei e desta vez separei os tópicos de acordo com os capítulos lidos. Então vamos conversar sobre esse universo sensacional?
O primeiro capítulo lido desta 2ª atualização (lá em cima é 3 porque o primeiro vídeo é de cronograma), é A pira de Denethor, trecho que mostra como Sauron conseguiu encobrir a visão de muitos homens com as sombras e o primeiro trecho do livro 3 que realmente me deixou chateada com os humanos da história. Detestei Denethor. A seguir li As casas de cura, meu capítulo favorito do livro porque mostra como os feridos são tratados, um misto de ciência, conhecimento popular e magia. Os hobbits, se superando mais uma vez, mostram como são importantes para a história.
O último debate é o capítulo que mostra como Gandalf realmente é parte fundamental da trama para combater o mau. Tolkien expressa isso de diversas maneiras ao longo de O Senhor dos Anéis, mas é em O retorno do rei que fica evidente. O portão negro se abre é daqueles trechos cheios de tensão, onde alguns terão que se sacrificar para que outros possam triunfar. O autor colocou todos os elementos de guerra no livro, e apesar do universo fantástico é muito fácil fazer analogias com o presente e outros trechos da história mundial.
A torre de Cirith Ungol é o capítulo que marca a volta de Frodo e Sam para a história. E por falar nisso, só entre o livro 2 e 3 é que entendi que a presença dos dois hobbits é muito mais simbólica do que presente. Tolkien passa longos trechos sem contar para o leitor onde estão o portador do anel e seu amigo, e cria assim expectativas diferentes sobre a jornada dos hobbits.
O último capítulo lido nesse trecho do diário de leitura é A terra da sombra e seguimos com os hobbits. Não vou mentir que achei algumas situações convenientes durante o progresso de Frodo e Sam na terra de Sauron, mas como outros momentos foram difíceis, relevei. Além disso, confirmei que além de Gandalf, Sam é também um dos meus personagens favoritos. Outros comentários ficam para a próxima atualização. Vocês já leram O Senhor dos Anéis?
Se preferir, assista ao vídeo com as impressões da 3ª parte de O retorno do rei
Demorou, mas saiu. Eu finalmente li os primeiros capítulos de O retorno do rei de J.R.R. Tolkien e o diário de leitura de O Senhor dos Anéis que ficou parado muito tempo, está de volta. Publiquei o vídeo há alguns dias no canal e hoje vou reproduzir no blog, em texto, as minhas impressões sobre os primeiros seis capítulos do livro.
Ao terminar As duas torres tive a impressão, não sei bem porque, de que O retorno do rei começaria já com a guerra. E de fato ela é presente, mas Tolkien explica em detalhes, no decorrer dos primeiros capítulos, a situação de cada povo, foco nos humanos, e como está cada um em relação a guerra. O poder de Sauron parece imbatível nesse começo do livro e o autor trabalha muito bem o clima sombrio e sem esperança que todos os personagens parecem sentir, sem exceção.
Demorei um bom tempo para entender, ou pelo menos especular, o real significado de Frodo para a história. Neste primeiro terço do livro ele não aparece, apenas é citado pelos outros personagens que também não sabem do seu paradeiro. No entanto, com a guerra em ação, o foco é o combate - e fica no ar aquela dúvida sobre onde os hobbits estão.
E por falar em hobbits, Pippin e Merry, que por boa parte dos livros anteriores foram figuras atrapalhadas e por vezes fora de contexto, têm importância significativa nos primeiros capítulos de O retorno do rei. Eu que sempre subestimei a presença deles na jornada entendo agora porque Gandalf foi até o Condado em busca de figuras tão peculiares.
Gandalf segue com a imagem do portador de más notícias, mas se mostra um grande estrategista, e espero que isso realmente se confirme sobre meu personagem favorito. Aragorn faz um caminho alternativo, caminho esse que ninguém acha possível realizar, sombrio e desafiante, mas salva o dia assim que os capítulos dessa primeira parte do diário de leitura terminam. Apesar de ter imagino um contexto diferente, minha expectativa é alta para o desfecho de O retorno do rei. Será que vou gostar?
Se preferir, assista ao vídeo com as impressões da 1ª parte de O retorno do rei
Cami Camlin é uma garota intensa e independente, dona do próprio nariz desde a época do ensino médio. Agora, cursando a faculdade e trabalhando como bartender no The Red Door, Cami não tem tempo para nada, até que uma viagem para visitar seu namorado é cancelada e, pela primeira vez em quase um ano, ela tem um fim de semana de folga. Trenton Maddox era o rei da Universidade Eastern. Os caras queriam ser como ele, as mulheres queriam domá-lo. Mas, depois de um trágico acidente virar sua vida de cabeça para baixo, ele deixa o campus para lidar com a culpa esmagadora.Um ano e meio depois, Trenton está morando com o pai e trabalhando em um estúdio de tatuagem para ajudar a pagar as contas. Justamente quando ele pensa que sua vida está voltando ao normal, nota Cami sozinha em uma mesa no Red Door. Como a irmã mais velha de três caras de pavio curto, Cami acredita que não terá problemas para manter a amizade com Trenton no nível estritamente platônico. Mas, quando um Maddox se apaixona, é para sempre — mesmo que Cami possa ser a razão para que a já fragilizada família Maddox desmorone de vez.
Assassinato no campo de golfe
Autora: Agatha Christie
Editora: Bestbolso
Edição: 208
Páginas: 263 Skoob | Goodreads
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Uma carta de um desconhecido, com um pedido de socorro, leva o detetive belga Hercule Poirot e seu ajudante Hastings à França, em busca de respostas para uma série de perguntas. Qual seria a relação entre os dois assassinatos cometidos com um intervalo de mais de 20 anos? Qual a ligação entre a mulher de um misterioso milionário e sua amante? Qual a conexão entre um fio de cabelo, uma espátula ensangüentada, um cano de chumbo e um campo de golfe? Após desvendar o misterioso caso de Styles, Poirot embarca nesta segunda aventura repleta de suspense, lindas jovens e amores frustrados, e ainda precisa enfrentar seu melhor amigo, apaixonado pela mulher que pode ser uma perigosa assassina.
O oráculo
#1 Oráculo
Autora: Catherine Fisher
Editora: Novo Século
Edição: 2011
Páginas: 336 Skoob | Goodreads
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Mirany, uma garota pouco comum, tem a difícil missão de encontrar o sucessor para o Arconte. O destino de uma nação inteira está em suas mãos, e a Escolhida pode contar apenas com um escriba ladrão de tumbas e um excêntrico músico. O Oráculo é uma aventura épica que levará o leitor ao tempo das Civilizações Antigas. Utilizando elementos mágicos das culturas egípcia e grega, nos convida a percorrer terras distantes, desertos e ilhas. Uma saga eletrizante em que o futuro de Mirany e de seu povo dependerá da confiança da garota em si mesma.
O resgate de Althea
#2 As Quatro Portas do Tesouro
Autora: E. Samuel
Editora: livro independente
Edição: 2016
Páginas: 203 Skoob | Goodreads
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Um pedido de ajuda, um chamado que não podia deixar de ser ouvido. O Resgate de Althea, o segundo livro da série As Quatro Portas do Tesouro, leva nossos amigos a Alius, um mundo habitado por criaturas diferentes e governado por Átira, uma chefe de Estado muito além de perigosa. Incumbidos de encontrar Althea, Daniel, Júlio e Marcelo são capturados e levados ao palácio, onde ficam sabendo que Althea é a Conselheira de Átira e foi sequestrada por um grupo de rebeldes. Átira promete poupar suas vidas, mas em troca, quer que os três libertem sua conselheira e a tragam de volta. ara resgatar a Conselheira, os três terão que enfrentar monstros e criaturas apavorantes, além de vencer suas próprias limitações, usando conhecimento e criatividade como armas poderosas. Mas raramente as coisas são tão simples como parecem e nem sempre tudo acontece como planejado. Nossos amigos se veem obrigados a mudar seus planos e enfrentar um inimigo muito mais perigoso do que haviam imaginado.
Abril será o mês de concluir a trilogia O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien. Pelo menos assim espero. O diário de leitura desta aventura épica de fantasia se estendeu muito mais do que eu previa, no entanto é minha primeira experiência com esse formato de vídeo e leitura e mantive no Estante da Nine porque algumas lições importantes foram e estão sendo aprendidas, hehehe.
Hoje pretendo começar oficialmente a leitura de O retorno do rei, perto do prazo final para encerramento da primeira dezena do mês. O objetivo é ler aproximadamente 100 páginas a cada dez dias e concluir o livro até 30 de abril. Durante as semanas, e de acordo com a progressão da leitura, vocês verão por aqui os vídeos de atualização de cada etapa, com exceção dos apêndices que não inclui no diário de leitura.
Eu estou muito curiosa para saber como a trilogia O Senhor dos Anéis termina porque essa é uma das sagas que tenho grandes expectativas para o final. Por incrível que pareça não sei bem o que esperar, além das minhas próprias teorias de acordo com a leitura dos dois livros anteriores, mas felizmente nunca peguei spoilers significativos de O retorno do rei e muita coisa certamente será surpresa. Vocês já leram O Senhor dos Anéis?
CRONOGRAMA DE LEITURA
O retorno do rei
5 a 116 (páginas) - 1º a 10 de abril
117 a 206 (páginas) - 11 a 20 de abril
207 a 318 (páginas) - 21 a 30 de abril
Se preferir, assista ao vídeo com o cronograma de leitura