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6 de janeiro de 2026

Diva de José de Alencar



Diva
Autor: José de Alencar
Editora: Martin Claret 
Edição: 2007
Páginas: 143
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LEIA TAMBÉM
Lucíola de José de Alencar
Romance lançado em 1864, pertence aos chamados romances urbanos de Alencar. Nele é narrada a história de paixão de Augusto pela bela e fatal Emília e tem-se o panorama da sociedade fluminense do século XIX, a qual está repleta de convenções e relações humanas baseadas no interesse.
Diva de José de Alencar foi uma das leituras que mais gostei em 2025 em um ano cheio de altos e baixos. Nesta reta final de dezembro (publicado no início de janeiro) quero registrar meus pontos favoritos da leitura e porque indico para todos os leitores que gostam de clássicos brasileiros e romances jovens

Retrata a sociedade carioca do século XIX e ao mesmo tempo explica porque muitos costumes seguem presentes até hoje (e muitos outros mudaram radicalmente). Vou relembrar os tempos produtivos do Estante da Nine (que voltará em 2026), em um post com 3 motivos para ler Diva de José de Alencar.

21 de outubro de 2025

Vidas secas de Graciliano Ramos


 
Vidas secas
Autor: Graciliano Ramos
Editora: Principis
Edição: 2024
Páginas: 96
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A crueldade da seca e a vida miserável fazem com que uma família de retirantes sertanejos seja obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas do sertão brasileiro nordestino. O estilo seco de Graciliano Ramos parece transmitira aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão. Pertencente à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, esta é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época. 

Vidas secas foi uma experiência de leitura incrível e está na hora de receber uma publicação no Estante da Nine.  Lá no canal comentei sobre o livro há algum tempo e começo esse registro com o vídeo e espero escrever uma resenha em breve compartilhando meus pontos favoritos do enredo e como uma história curta tem a capacidade de causar uma reflexão pertinente, especialmente porque retrata uma realidade brasileira não tão distante de 2025.

Resenha de Vidas secas de Graciliano Ramos

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21 de dezembro de 2019

Iaiá Garcia de Machado de Assis




Iaiá Garcia
Autor: Machado de Assis
Editora: Editora Globo
Edição: 1997
Páginas: 172
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LEIA TAMBÉM
A pianista de Machado de Assis
Iaiá era filha de Luís Garcia, viúvo e funcionário público, que nela concentrava todos os seus afetos, a fonte de toda a alegria do pai. Luís Garcia tem uma amiga, também viúva, Valéria Gomes, mãe de Jorge. Jorge está apaixonado pela filha de um ex-empregado de seu falecido pai, Estela, que vive na mesma casa. Para afastá-lo de Estela, por não a julgar digna de sua posição social, a mãe força-o a alistar-se como voluntário para lutar na Guerra do Paraguai.

8 de maio de 2019

Infância dos mortos de José Louzeiro




Infância dos mortos
Autor: José Louzeiro
Editora: Abril Cultural
Edição: 1984
Páginas: 234
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LEIA TAMBÉM
Ciranda de pedra de Lygia Fagundes Telles
Esmagados pelo peso de uma sociedade que permite esse quadro de abandono e violência, milhões de menores de até cinco anos lutam desesperadamente para sobreviver nas ruas das grandes cidades. Infância dos Mortos, que serviu de base ao filme Pixote, a Lei do Mais Fraco, de Hector Babenco, conta a trágica história de um grupo de garotos delinquentes que vivem entre si valores de amizade, companheirismo e sonhos infantis.

26 de dezembro de 2018

Ciranda de pedra de Lygia Fagundes Telles



Ciranda de pedra
Autora: Lygia Fagundes Telles
Editora: Abril Cultural
Edição: 1982
Páginas: 190
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LEIA TAMBÉM
O Ateneu de Raul Pompéia
O trajeto cheio de conflitos da vida de uma mulher, desde a infância até os vinte anos de idade. Filha de pais separados, a personagem central se vê obrigada a dividir-se entre dois mundos radicalmente contrastantes. De temática moderna, a obra aborda a desestruturação do grupo familiar e a dissolução dos costumes, focalizando a relação personagem/mundo e as consequências de tal relacionamento sobre as camadas mais profundas de seu psiquismo.

17 de dezembro de 2018

O Ateneu de Raul Pompéia



O Ateneu
Autor: Raul Pompéia
Editora: Abril Cultural
Edição: 1981
Páginas: 206
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LEIA TAMBÉM
A ilha do tesouro de R.L. Stevenson

O Ateneu constitui uma das obras-primas da literatura brasileira. Autobiográfico, o livro mostra o jovem autor como personalidade sensível que se transformou em crítico impiedoso do que viveu e viu na adolescência passada no colégio interno. A obra retrata o doloroso processo de transição da infância à idade adulta.

4 de abril de 2018

3 motivos para ler O cemitério dos vivos de Lima Barreto

Finalmente a série 3 motivos para ler está de volta no Estante da Nine assim como indicações de leitura de livros, contos e/ ou poesias que eu li para o projeto de clássicos brasileiros e de língua portuguesa. A ação começou no ano passado com recomendação de Cancioneiro de Fernando Pessoa e Mãe de José de Alencar. O papo hoje é sobre O cemitério dos vivos de Lima Barreto, livro incompleto do autor e publicado postumamente.

Uma rápida pesquisa entre leitores e perfis de Lima Barreto na internet indica que O cemitério dos vivos poderia ser uma obra com traços biográficos, já que o autor teve problemas de alcoolismo, que agravaram consideravelmente sua saúde. A leitura, apesar de demorada e espaçada, foi interessante e perturbadora, por isso e apesar da demora, o livro merecia um registro e uma indicação no Estante da Nine.

1. CENÁRIO
É impossível ficar indiferente ao cenário do livro. Lima Barreto retrata um hospital psiquiátrico que funciona como um depósito de humanos, logo o titulo sugestivo fica claro nas primeiras páginas. Todo tipo de gente para nesse lugar, que tem regras, mas tantas exceções que parece impossível qualquer tipo de civilidade. O ponto alto é que mesmo num lugar tão caótico é fácil encontrar hierarquia, amizade, submissão e decadência, a mesma organização social de uma comunidade, a do livro formada pelos excluídos sociais. 


4 de março de 2018

Saga de Érico Veríssimo




Saga
Autor: Érico Veríssimo
Editora: Círculo do Livro
Edição: 1987
Páginas: 387
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Érico Veríssimo narra a trajetória de Vasco Bruno desde a Guerra Civil Espanhola até a volta a Porto Alegre e confronta as atrocidades da guerra com as injustiças cotidianas da sociedade. Vasco Bruno atravessa o oceano e luta na Guerra Civil Espanhola como voluntário da Brigada Internacional. Após a vitória do general fascista Francisco Franco, é enviado a um campo de concentração e deportado ao Brasil. De volta a Porto Alegre, Vasco se depara com novo campo de batalha - em vez de fuzilamentos e bombardeios, os golpes baixos da sociedade burguesa; em vez das vilanias da guerra, as pequenas torpezas do cotidiano, as traições que também podem terminar em tragédia. Ao mesmo tempo, o jovem sente renascer a antiga chama de seu amor pela prima Clarissa.

27 de maio de 2017

O mulato de Aluísio Azevedo




O mulato
Autor: Aluísio Azevedo
Editora: Companhia Editora Nacional
Edição: 2004
Páginas: 264
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LEIA TAMBÉM
3 motivos para ler Mãe de José de Alencar
Depois de se formar em medicina na Europa, o sedutor Raimundo retorna à sua cidade natal, São Luís do Maranhão. Ele e a prima Ana Rosa logo se apaixonam, mas, para a rígida sociedade do século XIX, seu amor era proibido. A razão? Ana Rosa, jovem branca, oriunda de uma família tradicional e preconceituosa.

10 de abril de 2017

O resgate de Althea de E. Samuel



O resgate de Althea
#2 As Quatro Portas do Tesouro
Autora: E. Samuel
Editora: livro independente
Edição: 2016
Páginas: 203
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LEIA MAIS
Em busca do amuleto de Aloni de E. Samuel
Um pedido de ajuda, um chamado que não podia deixar de ser ouvido. O Resgate de Althea, o segundo livro da série As Quatro Portas do Tesouro, leva nossos amigos a Alius, um mundo habitado por criaturas diferentes e governado por Átira, uma chefe de Estado muito além de perigosa. Incumbidos de encontrar Althea, Daniel, Júlio e Marcelo são capturados e levados ao palácio, onde ficam sabendo que Althea é a Conselheira de Átira e foi sequestrada por um grupo de rebeldes. Átira promete poupar suas vidas, mas em troca, quer que os três libertem sua conselheira e a tragam de volta. ara resgatar a Conselheira, os três terão que enfrentar monstros e criaturas apavorantes, além de vencer suas próprias limitações, usando conhecimento e criatividade como armas poderosas. Mas raramente as coisas são tão simples como parecem e nem sempre tudo acontece como planejado. Nossos amigos se veem obrigados a mudar seus planos e enfrentar um inimigo muito mais perigoso do que haviam imaginado.

29 de março de 2017

3 motivos para ler Mãe de José de Alencar

O segundo post da série ou coluna "3 motivos para" está no ar e desta vez pensei muito se valia publicar agora em março ou em um especial no Dia das Mães em maio. Depois de alguma incerteza resolvi escrever por esses dias, principalmente porque Mãe de José de Alencar é uma das minhas leituras favoritas deste mês e gostaria de deixar registrado no Estante da Nine a indicação. Além disso, o livro está em domínio público, desse jeito não tem desculpa para não ler, certo?

Mãe é uma peça escrita por José de Alencar em 1859 e dedica a sua mãe claro, e a todas as mãe do Brasil (inclusive o autor comenta sobre isso na introdução). Essa foi a primeira vez que li um livro neste formato de peça de um autor clássico brasileiro, pelo que lembro, e adorei. Antes de compartilhar com vocês os três motivos para ler Mãe, acho interessante citar que o contexto da história ainda pertence ao período escravocrata no Brasil, e com isso, além de homenagear as mães, José de Alencar inclui algumas discussões importantes sobre o tema.

O livro começa com dois assuntos distintos: o primeiro deles é a ruína de um pai e uma filha, que após a enfermidade e falecimento da mãe, estão falidos e a beira do despejo. Vizinhos do protagonista Jorge, estudante de medicina que tenta descobrir sua origem e o passado da mãe, Elisa - a moça que faz de tudo para proteger o pai, não vê outra saída e resolve pedir ajuda financeira ao vizinho, que também é seu interesse romântico. Outro ponto em comum entre eles é Joana, escrava de Jorge, embora não tratada assim por ele, que ajuda Elisa nas tarefas, bem como apoia o casamento entre eles. O ponto de partida da peça é esse e já dá para ter uma ideia do tom dramático, né?

3 de março de 2017

A pianista de Machado de Assis




A pianista
Autor: Machado de Assis
Editora: livro de domínio público
Edição: 1866 (original)
Páginas: 16
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Tinha vinte e dois anos e era professora de piano. Era alta, formosa, morena e modesta. Fascinava e impunha respeito; mas através do recato que ela sabia manter sem cair na afetação ridícula de muitas mulheres, via-se que era uma alma ardente e apaixonada, capaz de atirar-se ao mar, como Safo ou de enterrar-se com o seu amante, como Cleópatra. Ensinava piano. Era esse o único recurso que tinha para sustentar-se e a sua mãe, pobre velha a quem os anos e a fadiga de uma vida trabalhosa não permitiam já tomar parte nos labores de sua filha. Malvina (era o nome da pianista) era estimada onde quer que fosse exercer a sua profissão. A distinção de suas maneiras, a delicadeza de sua linguagem, a beleza rara e fascinante, e mais do que isso, a boa fama de mulher honesta acima de toda a insinuação, tinha-lhe granjeado a estima de todas as famílias.

A cada nova leitura de Machado de Assis eu fico encantada, surpresa e sempre muito reflexiva. Acho, acho não tenho certeza, que já posso incluir o autor entre meus favoritos da vida. Apesar de A pianista ser uma história curta, eu adorei tanto o conto que ele ganhou um vídeo grandão especial no Estante da Nine. O motivo? A história trata sobre preconceito social entre ricos e pobres e apesar dos muitos imprevistos na vida do casal protagonista, o final da história tem uma mensagem positiva, muito importante para o século XIX e ainda mais para nós do século XXI, que com a tecnologia percebemos uma imensa onda de preconceitos e racismo. História muito recomendada e espero que o vídeo desperte o interesse de vocês!


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30 de janeiro de 2017

Poesias no Kindle e leitura todo dia

O vídeo aleatório de janeiro é para falar sobre alguns poemas que eu li no Kindle e também um projeto de leitura para todos os dias, mesmo aqueles em que bate a ressaca literária. Vamos trocar dicas?



POESIAS (e links para Amazon)
Poesia e amor de Casimiro de Abreu
Primaveras de Casimiro de Abreu
Saudades de Casimiro de Abreu
Minh'alma é triste de Casimiro de Abreu
Nunca busquei viver a minha vida de Alberto Caeiro
O namoro de Chiquinha Gonzaga
As viagens de Olavo Bilac

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24 de janeiro de 2017

Projeto clássicos brasileiros: resumo de 2016

Esse projeto de leitura começou sem planejamento, nem apresentação, logo depois de eu ter concluído um livro de Machado de Assis em janeiro de 2016. De lá pra cá conheci histórias incríveis, de autores que eu torcia a cara na época de escola, mas que agora são importantes e fundamentais para minha formação como leitora e pessoa. Vocês leem clássicos brasileiros?

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LIVROS 
Playlist do projeto no canal do Youtube
Grandes contos de Machado de Assis
Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto
Amor de perdição de Camilo Castelo Branco
Memórias de um sargento de milícias de Manuel Antonio de Almeida
Histórias da meia-noite de Machado de Assis

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6 de outubro de 2016

A profecia de Samsara de Leticia Vilela




A profecia de Samsara
Autora: Leticia Vilela
Editora: Gutenberg
Edição: 2014
Páginas: 256
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Quando o príncipe do Clã mágico dos Devas é assassinado, as suspeitas recaem sobre sua própria mestra, Draupadi. O irmão do príncipe, o jovem Arjuna, jura vingar sua morte e persegue a criminosa pelos reinos mágicos da antiga Índia. Draupadi inicia sua fuga ao lado de Asti, uma humana a quem chama de filha, que guarda um segredo em seu corpo desde que nasceu - uma maldição ancestral em forma de tatuagem, da qual procura desesperadamente se libertar. Todos os fatos fazem os destinos de Arjuna e Asti convergirem definitivamente, o que torna inevitável a concretização da temível 'Profecia de Samsara'.

2 de setembro de 2016

Elena de Marina Carvalho




Elena
Autora: Marina Carvalho
Editora: Galera 
Edição: 2015
Páginas: 322
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LEIA MAIS
Simplesmente Ana de Marina Carvalho
Este não é um conto de fadas comum. Sim, existe uma princesa. Não uma donzela, mas uma jovem moderna, preocupada com os problemas de seu tempo. Há também um príncipe. Só não espere que ele seja um perfeito cavalheiro. Afinal, uma pitada de bad boy nunca fez mal a nenhum herói. Elena, filha da princesa Ana — a brasileira que se tornou herdeira do trono da Krósvia —, já não é mais a menininha apaixonada pelo primo Luka, com quem deu o primeiro beijo aos 13 anos. Cresceu, namorou, viajou o mundo. Mas uma notícia surpreendente a faz voltar para casa... justamente quando obrigações familiares também exigem a presença de Luka. O reencontro é explosivo. Luka não estava preparado para adulta que a prima tímida se tornou. Uma mulher que sabe muito bem o quer. E quem quer.

26 de julho de 2016

Histórias da Meia-noite de Machado de Assis





Histórias da Meia-noite
Autor: Machado de Assis
Editora: Companhia Nacional
Edição: 2005
Páginas: 127
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LEIA MAIS
Grandes contos de Machado de Assis
Publicadas em livro em 1873, as histórias que compõem esta coletânea sugerem enredos repletos de mistérios. Mas, embora o título possa enganar, Histórias da meia-noite enfeixa narrativas onde predomina a sátira social. Registro de uma etapa importante na formação do escritor, esta segunda coletânea de contos organizada pelo próprio Machado de Assis ganha um colorido particular.

28 de junho de 2016

A droga do amor de Pedro Bandeira





A droga do amor
#4 Os Karas
Autor: Pedro Bandeira
Editora: Moderna
Edição: 2003
Páginas: 128
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Um cientista americano, que havia criado a cura para o mal que transformava o sentimento amoroso em morte, é seqüestrado no Brasil. Magrí e Chumbinho tentam reunir o grupo secreto dos Karas para investigar esse crime tão tremendo para a humanidade. Mas parece que a turma não está muito unida...

20 de maio de 2016

Time Out – Os viajantes do tempo de vários autores




Time Out
Os viajantes do tempo
Vários autores
Editora: Estronho
Edição: 2011
Páginas: 120
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No ano de 1943, algo surpreendente aconteceu ao destróier Eldridge e seus geradores de invisibilidade. Ele não desapareceu apenas nos radares inimigos. Ele e sua tripulação passaram inexplicavelmente para outra dimensão. Há dezenas de anos físicos e cientistas trabalham em projetos ultra-secretos relacionados a viagens no tempo, e hoje você será convidado a conhecer Time Out - Os viajantes do tempo, por alguns dos melhores autores de ficção científica do Brasil.

16 de maio de 2016

Memórias de um sargento de milícias de Manuel Antônio de Almeida




Memórias de um sargento de milícias
Autor: Manuel Antônio de Almeida
Editora: Orbis (capa ilustrativa da Ática)
Edição: 2011
Páginas: 182
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LEIA TAMBÉM
Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto
Escrito numa época em que a ficção de folhetins era sinônimo de idealização romântica, Manuel Antônio de Almeida rompeu o ciclo de heróis e heroínas e suas aventuras amorosas para narrar o cotidiano das classes populares, suas desventuras e seu anti-herói por excelência: o malandro. Leonardo, seu protagonista, nada tem em comum com os heróis românticos da época. Desde muito cedo deu as costas para a vida acadêmica e religiosa para desfrutar do ócio. Não sofre remorsos nem dores de amor, e quando é feito sargento se identifica mais com a malandragem do que com as forças da ordem. Com sua narrativa centrada nos homens livres, mas despossuídos, do Brasil dos tempos de d. João VI, este romance pioneiro oferece um panorama cômico e precioso do modo de vida e da moralidade incrivelmente adaptável de um país ainda em construção.

Memórias de um sargento de milícias de Manuel Antônio de Almeida foi a escolha de abril/ maio para o projeto de leitura dos clássicos brasileiros e de língua portuguesa. Outra vez foi uma experiência extremamente positiva e conto porque gostei tanto no vídeo novo!


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