Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preconceito. Mostrar todas as postagens

12 de março de 2018

Flannery de Robert Campbell




Flannery
Autor: Robert Cambpell
Editora: Art
Edição: 1988
Páginas: 159
Skoob | Compre no Estante Virtual

LEIA TAMBÉM
O salário do medo de Georges Arnaud

Jimmy Flannery é filho de irlandês, mora em Chicago e poderia passar despercebido se não fosse protagonista do livro, é claro, e principalmente por não deixar para trás um assunto não resolvido. Tudo começa com uma explosão em uma clínica de aborto no distrito que Flannery coordena e a obstinação do protagonista leva o leitor a máquina de poder de Chicago (e de qualquer cidade do mundo).

Narrado em primeira pessoa, imediatamente o personagem principal apresenta ao leitor um contexto da sua vida e de como se encaixa na máquina política. Com a justificativa de descobrir e punir os responsáveis pelo acidente em seu distrito, e mandar um recado para que os rivais não tentem roubar seu espaço, Flannery cada vez mais parece descobrir as camadas que existem na troca de favores.

27 de maio de 2017

O mulato de Aluísio Azevedo




O mulato
Autor: Aluísio Azevedo
Editora: Companhia Editora Nacional
Edição: 2004
Páginas: 264
Skoob | Goodreads
Compre no Submarino | Amazon
Baixe no site Domínio Público

LEIA TAMBÉM
3 motivos para ler Mãe de José de Alencar
Depois de se formar em medicina na Europa, o sedutor Raimundo retorna à sua cidade natal, São Luís do Maranhão. Ele e a prima Ana Rosa logo se apaixonam, mas, para a rígida sociedade do século XIX, seu amor era proibido. A razão? Ana Rosa, jovem branca, oriunda de uma família tradicional e preconceituosa.

3 de março de 2017

A pianista de Machado de Assis




A pianista
Autor: Machado de Assis
Editora: livro de domínio público
Edição: 1866 (original)
Páginas: 16
Skoob | Goodreads
Baixe de graça na Amazon
Tinha vinte e dois anos e era professora de piano. Era alta, formosa, morena e modesta. Fascinava e impunha respeito; mas através do recato que ela sabia manter sem cair na afetação ridícula de muitas mulheres, via-se que era uma alma ardente e apaixonada, capaz de atirar-se ao mar, como Safo ou de enterrar-se com o seu amante, como Cleópatra. Ensinava piano. Era esse o único recurso que tinha para sustentar-se e a sua mãe, pobre velha a quem os anos e a fadiga de uma vida trabalhosa não permitiam já tomar parte nos labores de sua filha. Malvina (era o nome da pianista) era estimada onde quer que fosse exercer a sua profissão. A distinção de suas maneiras, a delicadeza de sua linguagem, a beleza rara e fascinante, e mais do que isso, a boa fama de mulher honesta acima de toda a insinuação, tinha-lhe granjeado a estima de todas as famílias.

A cada nova leitura de Machado de Assis eu fico encantada, surpresa e sempre muito reflexiva. Acho, acho não tenho certeza, que já posso incluir o autor entre meus favoritos da vida. Apesar de A pianista ser uma história curta, eu adorei tanto o conto que ele ganhou um vídeo grandão especial no Estante da Nine. O motivo? A história trata sobre preconceito social entre ricos e pobres e apesar dos muitos imprevistos na vida do casal protagonista, o final da história tem uma mensagem positiva, muito importante para o século XIX e ainda mais para nós do século XXI, que com a tecnologia percebemos uma imensa onda de preconceitos e racismo. História muito recomendada e espero que o vídeo desperte o interesse de vocês!


Beijos!
*Ajude o blog comprando pelo link indicado no post ou através dos banners do Submarino e Amazon;
as compras pagas geram comissão ao Estante da Nine