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14 de outubro de 2022

Pinóquio de Carlo Collodi


Pinóquio
Autor: Carlo Collodi
Tradução: Max Welcman
Editora: Ciranda Cultural
Edição: 2019
Páginas: 160
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Peter Pan de J.M. Barrie

Pinóquio era apenas um pedaço de madeira que misteriosamente apareceu na casa do mestre Cereja. Gepeto era um carpinteiro que queria esculpir um boneco e foi até o mestre para pedir-lhe algum material. Voltou para casa e deu-lhe o nome de Pinóquio. Porém, ele não era um boneco como os outros: falava, andava e comia como qualquer pessoa. Além disso, se envolvia em diversas confusões enquanto tentava se tornar um menino.

15 de novembro de 2020

Auto da barca do inferno de Gil Vicente

A recomendação de Auto da barca do inferno de Gil Vicente saiu no canal há alguns dias (já é inscrito?), e hoje sentei alguns minutos antes do trabalho para deixar o registro no Estante da Nine dessa dica de leitura que foi uma boa surpresa da estante, com o bônus de de ser mais uma primeira experiência com autor, dessa vez um renascentista português.

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Para recomendar o livro escolhi a versão de 3 motivos para ler, já que Auto da barca do inferno é uma peça curta, de leitura rápida e com um enredo fácil de identificar, apesar da linguagem diferente por manter características da época. A minha edição comprada em bazar beneficente foi organizada para uma escola e contém material extra, mas uma pesquisa básica na internet também ajuda a contextualizar a época e costumes.


21 de dezembro de 2019

Iaiá Garcia de Machado de Assis




Iaiá Garcia
Autor: Machado de Assis
Editora: Editora Globo
Edição: 1997
Páginas: 172
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A pianista de Machado de Assis
Iaiá era filha de Luís Garcia, viúvo e funcionário público, que nela concentrava todos os seus afetos, a fonte de toda a alegria do pai. Luís Garcia tem uma amiga, também viúva, Valéria Gomes, mãe de Jorge. Jorge está apaixonado pela filha de um ex-empregado de seu falecido pai, Estela, que vive na mesma casa. Para afastá-lo de Estela, por não a julgar digna de sua posição social, a mãe força-o a alistar-se como voluntário para lutar na Guerra do Paraguai.

10 de julho de 2018

Fanny Hill de John Cleland



Fanny Hill
Autor: John Cleland
Editora: LePM Pocket
Edição: 2008
Páginas: 256
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Madame Bovary de Gustave Flaubert
O livro surpreende pela prosa sensual de Cleland e pelo estilo e elegância que o autor emprega ao contar as aventuras de iniciação sexual de uma jovem - nem tão inocente assim - que, órfã aos quinze anos, vai para Londres tentar a vida e acaba se tornando uma requisitada cortesã. Antes da virgindade de Fanny ser posta à venda por uma cafetina, a jovem se apaixona por Charles, com quem foge. Passam a viver juntos, mas, inesperadamente, ele precisa deixar a cidade. Fanny passa, então, de menina insegura a cortesã de muitos amantes. Nesse ponto, o romance se torna inovador, já que Fanny, além de não mostrar arrependimento pelas suas ações, descreve com detalhes explícitos suas aventuras, conferindo à obra um caráter de ode ao prazer sexual.

4 de abril de 2018

3 motivos para ler O cemitério dos vivos de Lima Barreto

Finalmente a série 3 motivos para ler está de volta no Estante da Nine assim como indicações de leitura de livros, contos e/ ou poesias que eu li para o projeto de clássicos brasileiros e de língua portuguesa. A ação começou no ano passado com recomendação de Cancioneiro de Fernando Pessoa e Mãe de José de Alencar. O papo hoje é sobre O cemitério dos vivos de Lima Barreto, livro incompleto do autor e publicado postumamente.

Uma rápida pesquisa entre leitores e perfis de Lima Barreto na internet indica que O cemitério dos vivos poderia ser uma obra com traços biográficos, já que o autor teve problemas de alcoolismo, que agravaram consideravelmente sua saúde. A leitura, apesar de demorada e espaçada, foi interessante e perturbadora, por isso e apesar da demora, o livro merecia um registro e uma indicação no Estante da Nine.

1. CENÁRIO
É impossível ficar indiferente ao cenário do livro. Lima Barreto retrata um hospital psiquiátrico que funciona como um depósito de humanos, logo o titulo sugestivo fica claro nas primeiras páginas. Todo tipo de gente para nesse lugar, que tem regras, mas tantas exceções que parece impossível qualquer tipo de civilidade. O ponto alto é que mesmo num lugar tão caótico é fácil encontrar hierarquia, amizade, submissão e decadência, a mesma organização social de uma comunidade, a do livro formada pelos excluídos sociais. 


31 de julho de 2017

Laranja mecânica de Anthony Burgess



Laranja mecânica
Autor: Anthony Burgess
Editora: Aleph
Edição: 2014
Páginas: 200
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Admirável mundo novo de Aldous Huxley
Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.

15 de junho de 2017

Madame Bovary de Gustave Flaubert



Madame Bovary
Autor: Gustave Flaubert
Editora: LePM Pocket
Edição: 2014
Páginas: 334
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O amante de Lady Chatterley de D. H. Lawrence
Emma é uma mulher sonhadora, uma pequeno-bur­guesa criada no campo que aprendeu a ver a vida através da literatura senti­men­tal. Bonita e requintada para os padrões provincianos, casa-se com Charles Bovary, um médico interiorano tão apaixonado pela esposa quanto entediante. Nem mesmo o nascimento de uma filha dá alegria ao indissolúvel casamento no qual a protagonista sente-se presa. Como Dom Quixote, que leu romances de cavalaria demais e pôs-se a guerrear com moinhos, ela tenta dar vida e paixão à sua existência, escolha que levará a uma sucessão de erros e a uma descida ao inferno.

8 de junho de 2017

O colar de veludo de Alexandre Dumas




O colar de veludo
Autor: Alexandre Dumas
Editora: LePM Pocket
Edição: 1997
Páginas: 238
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O amante de Lady Chatterley de D. H. Lawrence
O Colar de Veludo trata-se de um romance de ação trepidante, ambientado na agitada Paris dos anos imediatamente após a Revolução Francesa. É a história de Hoffmann que deixa a Alemanha para viver o sonho de morar em Paris, a Cidade Luz. Lá ele encontra paixões arrebatadoras, a violência revolucionária e o estranho fascínio da bailarina Arsène, a dama do colar de veludo. Um livro para ler de um só fôlego e experimentar o mágico encantamento que a melhor literatura sempre reserva para os leitores.

27 de maio de 2017

O mulato de Aluísio Azevedo




O mulato
Autor: Aluísio Azevedo
Editora: Companhia Editora Nacional
Edição: 2004
Páginas: 264
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LEIA TAMBÉM
3 motivos para ler Mãe de José de Alencar
Depois de se formar em medicina na Europa, o sedutor Raimundo retorna à sua cidade natal, São Luís do Maranhão. Ele e a prima Ana Rosa logo se apaixonam, mas, para a rígida sociedade do século XIX, seu amor era proibido. A razão? Ana Rosa, jovem branca, oriunda de uma família tradicional e preconceituosa.

3 de março de 2017

A pianista de Machado de Assis




A pianista
Autor: Machado de Assis
Editora: livro de domínio público
Edição: 1866 (original)
Páginas: 16
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Tinha vinte e dois anos e era professora de piano. Era alta, formosa, morena e modesta. Fascinava e impunha respeito; mas através do recato que ela sabia manter sem cair na afetação ridícula de muitas mulheres, via-se que era uma alma ardente e apaixonada, capaz de atirar-se ao mar, como Safo ou de enterrar-se com o seu amante, como Cleópatra. Ensinava piano. Era esse o único recurso que tinha para sustentar-se e a sua mãe, pobre velha a quem os anos e a fadiga de uma vida trabalhosa não permitiam já tomar parte nos labores de sua filha. Malvina (era o nome da pianista) era estimada onde quer que fosse exercer a sua profissão. A distinção de suas maneiras, a delicadeza de sua linguagem, a beleza rara e fascinante, e mais do que isso, a boa fama de mulher honesta acima de toda a insinuação, tinha-lhe granjeado a estima de todas as famílias.

A cada nova leitura de Machado de Assis eu fico encantada, surpresa e sempre muito reflexiva. Acho, acho não tenho certeza, que já posso incluir o autor entre meus favoritos da vida. Apesar de A pianista ser uma história curta, eu adorei tanto o conto que ele ganhou um vídeo grandão especial no Estante da Nine. O motivo? A história trata sobre preconceito social entre ricos e pobres e apesar dos muitos imprevistos na vida do casal protagonista, o final da história tem uma mensagem positiva, muito importante para o século XIX e ainda mais para nós do século XXI, que com a tecnologia percebemos uma imensa onda de preconceitos e racismo. História muito recomendada e espero que o vídeo desperte o interesse de vocês!


Beijos!
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19 de setembro de 2016

O amante de Lady Chatterley de D.H. Lawrence




O amante de Lady Chatterley
Autor: David Herbert Lawrence
Editora: Abril Cultural
Edição: 1972
Páginas: 345
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Poucos meses depois de seu casamento, Constance Chatterley, uma garota criada numa família burguesa e liberal, vê seu marido partir rumo à guerra. O homem que ela recebe de volta está paralisado da cintura para baixo, e eles se recolhem na vasta propriedade rural dos Chatterley. Inteiramente devotado à sua carreira literária e depois aos negócios da família, Clifford vai aos poucos se distanciando da mulher. Isolada, Constance encontra companhia no guarda-caças Oliver Mellors, um ex-soldado que resolveu viver no isolamento após sucessivos fracassos amorosos. Último romance do autor, O amante de lady Chatterley foi banido em seu lançamento, em 1928, e só ganhou sua primeira edição oficial na Inglaterra em 1960, quando a editora Penguin enfrentou um processo de obscenidade para defender o livro. Àquela altura, já não espantava mais os leitores o uso de "palavras inapropriadas" e as descrições vivas e detalhadas dos encontros sexuais de Constance Chatterley e Oliver Mellors. O que sobressaía era a força literária de Lawrence e a capacidade de capturar uma sociedade em transição.

O amante de Lady Chatterley de David Herbert Lawrence é um clássico da literatura mundial e está indicado no 1001 livros para ler antes de morrer. A história, que retrata o relacionamento de Constance com seu marido e seu amante, causou polêmica na época de lançamento e foi publicado em Londres apenas em 1960 (a primeira edição saiu em Florença em 1928). No vídeo de hoje eu compartilho meus aspectos favoritos da história e também explico porque recomendo a leitura mesmo não gostando do tema principal. Felizmente em 2016 o Projeto 1001 livros está surpreendendo e superando as expectativas.


Beijos!

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27 de julho de 2016

Frankenstein de Mary Shelley



Frankenstein
Autora: Mary Shelley
Editora: LePM Pocket
Edição: 2015
Páginas: 256
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Projeto 1001 livros
A princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental.

O vídeo de hoje é mais um para o Projeto 1001 livros e compartilho minha experiência de leitura com Frankenstein de Mary Shelley, clássico da literatura mundial. Por incrível que pareça esse enredo me surpreendeu muito e depois de ler fica claro que muitas referências ao livro são errôneas e talvez essa tenha sido a boa surpresa de toda a história. Leitura recomendada e no vídeo baixo conto mais do porquê! Vocês já leram Frankenstein?


Beijos!

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26 de maio de 2016

Memórias da casa dos mortos de Fiódor Dostoiévski




Memórias da casa dos mortos
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: LePM Pocket
Edição: 2008
Páginas: 328
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Notas do subsolo de Dostoiévski
Memórias da casa dos mortos narra em forma de romance um dos períodos mais difíceis da vida de Dostoiévski (1821-1881): os anos em que passou na prisão. Em 1849, ele foi condenado à morte por debater idéias 'revolucionárias'. Porém, minutos antes do fuzilamento, sua pena acabou sendo comutada por quatro anos de prisão e trabalho forçado na Sibéria. Essa fase, de 1850 a 1854, deixaria marcas profundas no escritor, que transformou a dor do confinamento neste livro.


Beijos!

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16 de maio de 2016

Memórias de um sargento de milícias de Manuel Antônio de Almeida




Memórias de um sargento de milícias
Autor: Manuel Antônio de Almeida
Editora: Orbis (capa ilustrativa da Ática)
Edição: 2011
Páginas: 182
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Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto
Escrito numa época em que a ficção de folhetins era sinônimo de idealização romântica, Manuel Antônio de Almeida rompeu o ciclo de heróis e heroínas e suas aventuras amorosas para narrar o cotidiano das classes populares, suas desventuras e seu anti-herói por excelência: o malandro. Leonardo, seu protagonista, nada tem em comum com os heróis românticos da época. Desde muito cedo deu as costas para a vida acadêmica e religiosa para desfrutar do ócio. Não sofre remorsos nem dores de amor, e quando é feito sargento se identifica mais com a malandragem do que com as forças da ordem. Com sua narrativa centrada nos homens livres, mas despossuídos, do Brasil dos tempos de d. João VI, este romance pioneiro oferece um panorama cômico e precioso do modo de vida e da moralidade incrivelmente adaptável de um país ainda em construção.

Memórias de um sargento de milícias de Manuel Antônio de Almeida foi a escolha de abril/ maio para o projeto de leitura dos clássicos brasileiros e de língua portuguesa. Outra vez foi uma experiência extremamente positiva e conto porque gostei tanto no vídeo novo!


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29 de abril de 2016

Persuasão de Jane Austen




Persuasão
Autora: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Edição: 2010
Páginas: 163
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Jane Austen
O enredo gira em torno de Anne Elliot, filha de Sir Walter Elliot, um vaidoso e esnobe baronete. No passado, Anne apaixonara-se por Frederick Wentworth, que, embora belo, inteligente e ambicioso, não tinha tradições ou conexões familiares importantes - e assim Anne fora persuadida pela família a romper com ele. Em 1815, momento em que se passam os eventos narrados no livro, a boa, generosa e sensível Anne Elliot continua solteira, mas agora, aos 27 anos, pensa com mais autonomia e maturidade. Agora, também, a situação financeira de Sir Walter Elliot é desfavorável, e ele se vê obrigado a alugar a propriedade da família. Por força do destino, o novo ocupante da residência é cunhado de Wentworth. Quase oito anos após o rompimento, Anne se verá novamente convivendo com seu grande amor, agora um capitão da Marinha, e reflexões, conjunturas e arrependimentos serão inevitáveis.


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13 de março de 2016

Triste fim de Policarpo Quaresma de Lima Barreto



Triste fim de Policarpo Quaresma
Autor: Lima Barreto
Editora: Ática
Edição: 2002 (23ª)
Páginas: 2016
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Lucíola de José de Alencar
Para Major Quaresma, a Pátria é um ideal que está acima de tudo. Visionário por excelência, suas idéias colocam-no em várias situações embaraçosas e levam-no até a ser internado em um manicômio. Tímido, discreto, ingênuo, é também uma palha de pureza a navegar num oceano de podridão. Este é um livro escrito com todos os nervos, mas principalmente com o coração, e que se destina a quantos tenham orgulho de ser brasileiros.

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Batom Nude Wood da Panvel
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26 de janeiro de 2016

Lucíola de José de Alencar




Lucíola
Autor: José de Alencar
Editora: L&PM
Edição: 1999
Páginas: 168
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Na melhor tradição romântica, Lucíola é um livro onde se debatem paixões tórridas e contraditórias. O amor que não resiste às barreiras sociais e morais. Assim é o romance da bela Lúcia, a mais rica e cobiçada cortesã do Rio de Janeiro, e Paulo, um jovem modesto e frágil. Um romance que sacode a corte e provoca um excitado burburinho na sociedade. De um lado a mulher que, sendo de todos, jurava não prender-se a nenhum homem, de outro o homem em dúvida entre o amor e o preconceito. José de Alencar utiliza este instigante argumento para descrever a enorme atração física entre um homem e uma mulher. A pena moralizadora do escritor busca a idealização espiritual da prostituta que quer se modificar e a alma pura de Paulo cuja amor arrebatador supera todas as barreiras. Lucíola é um dos mais curiosos trabalhos de José de Alencar. Há nele um clima de sensualidade constante combinado com o ardor e sofrimento, bem no clima da literatura romântica que predominava na segunda metade do século XIX quando foi escrito.

Finalmente gravei uma vídeo resenha para o Estante da Nine e essa é muito especial. Falei sobre uma das minhas leituras favoritas de 2015: Lucíola de José de Alencar. Meu primeiro contato com o autor foi há cerca de oito, 10 anos quando li Iracema e na época não gostei do livro. Logo, quando comecei Lucíola minhas expectativas eram baixas, o que foi ótimo porque eu amei o livro. Quase um mês depois, várias anotações e algumas pesquisas, finalmente criei coragem para ligar a câmera e compartilhar todo meu amor por essa história incrível. Espero muito que gostem e participem nos comentários.


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