Leitura todo dia: semana 36

15 de outubro de 2017

Semana boa de leituras: tem sim! Ou melhor, eu li bastante, os livros é que foram, de certa forma, decepcionantes. O caminho para a perfeição, livro de yoga, me chamou atenção no sebo e eu trouxe para casa. Escolhi como opção da bolsa na quarta, dia 4 de outubro, mas após 25 páginas resolvi desistir e pesquisar mais sobre o assunto antes de retomar a leitura. Nesse resumo da semana 36 do projeto Leitura todo dia eu vou comentar sobre os livros lidos até 10 de outubro.

Isla e o final feliz de Stephanie Perkins foi o primeiro livro concluído da semana 36. Depois de alguma demora cheguei ao final da história que pareceu mais empolgante no começo, e ao final eu senti falta de um conflito significativo, algo que mais pessoas pudessem se identificar, e também não tive a empatia necessária para gostar e torcer pelos personagens. Não foi uma experiência ruim, eu é que esperava mais. Criei uma expectativa que não se confirmou!


A segunda leitura finalizada da semana foi A escolha de Nicholas Sparks, livro que me empolgou no começo, mas da metade para o final virou decepção. Eu sei o que esperar das histórias do autor, mas a estrutura desse enredo não funcionou comigo, nem o ponto de virada da história, que trata de um tema sério e romantiza a situação de uma forma que não concordei. Duas estrelas no Skoob e na pilha de troca, o livro não vai voltar para a estante. E  vocês, o que leram nos últimos dias?

Assista ao vlog da semana 36 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Isla e o final feliz de Stephanie Perkins (compre na Amazon)
A escolha de Nicholas Sparks (compre na Amazon)

Beijos!

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Como quebrar a maldição de um dragão de Cressida Cowell

14 de outubro de 2017



Como quebrar a maldição de um dragão
#4 Como treinar seu dragão
Autora: Cressida Cowell
Editora: Intrínseca
Edição: 2010
Páginas: 240
Skoob | Goodreads
Compre na Amazon | Submarino

LEIA MAIS
Soluço Spantosicus Strondus III
Soluço Spantosicus Strondus III foi um extraordinário Herói Viking. Chefe guerreiro, mestre no combate com espadas e naturalista amador, era conhecido por todo o território viking como "O encantador de dragões", devido ao poder que exercia sobre as terríveis feras. Será que Soluço vai encontrar o antídoto para a picada da Vorpente Venenosa e ainda por cima derrotar o assustador Garra da Destruição? E ele conseguirá vencer o perigoso machado de Norberto, o Demente, para mais uma vez ser o herói da história?

5 livros perturbadores

12 de outubro de 2017

Eu não sou a leitora mais organizada com datas ou comemorações, mas há algum tempo pensei no tema dessa lista e outubro pareceu o mês ideal para gravar (afinal o tema já estava na fila há dois meses). O rascunho original certamente chegava em 10 opções de leitura, mas para deixar o vídeo e o post mais dinâmicos (e quem sabe gravar uma 2ª edição), selecionei cinco dos livros mais perturbadores da estante

Memórias da casa dos mortos de Fiódor Dostoiévski é um dos meus livros favoritos da vida e também leitura pesada. A história retrata uma prisão siberiana de trabalhos forçados do século XIX e disseca a vida dos presos, seus crimes e personalidades, as condições em que vivem, os trabalhos, as limitações. Por mais que o leitor se depare com figuras horríveis ao longo da narrativa, o livro causa incomodo porque nos perguntamos se pessoas, por piores que sejam, mereçam viver em tais condições. O livro também mostra que tudo, tudo mesmo, tem dois lados, mais de uma perspectiva.

A lista do nunca de Koethi Zan é daqueles livros perturbadores e realistas. O enredo retrata a vida de algumas mulheres que foram sequestradas e anos depois, com o agressor prestes a ser liberto pela justiça, se encontram novamente em situação delicada, afinal o homem, apesar de preso, se manteve presente na vida de algumas vítimas e o medo é de que ele saia para se vingar. Mesclando passado e presente acompanhamos as personagens em buscas de respostas e até superação, afinal é o tipo de trauma que marca a vida para sempre.


Ratos de Gordon Reece é uma leitura de 2017 e entrou para a lista dos livros surpreendentes (além de perturbadores). O leitor acompanha a mudança da vida de uma mãe e uma filha que sofreram diferentes abusos e finalmente estão recomeçando suas vidas. Logo após a mudança, no entanto, uma situação grave acontece e a transformação que as duas mulheres passam trará uma nova vida a elas. Antes submissas, essas personagens se transformam em algo realmente assustador e não necessariamente melhor.

Escuridão total sem estrelas de Stephen King é um ótimo livro de contos. Minha recomendação de hoje é a primeira história, 1922, que retrata um crime doméstico por conta de uma herança e a partir da morte de um dos personagens os dois protagonistas envolvidos começam a viver num inferno, sofrendo de alucinações, sensações físicas e até uma realidade distorcida. Apesar de retratar uma época diferente, a situação do livro é cotidiana e familiar, e isso já é muito assustador. O desfecho para a ação macabra também cobra seu preço.

Viva para contar de Lisa Gardner é minha última recomendação da lista de hoje e o tema perturbador do livro é crianças psicopatas. A história de investigação acompanha alguns temas diferentes que em determinado momento vão se conectar. Todos eles giram em torno de crianças, especialmente daquelas que precisam de atenção especial, e como é a rotina de suas famílias ou cuidadores. Também tem crime, é claro, e apesar de tudo parecer surreal e distante, esse tipo de coisa está acontecendo agora, talvez próximo de nós, e nem imaginamos. Imagina então ser mãe/ pai de uma criança psicopata?

Assista a lista em vídeo publicada no canal
do Estante da Nine com os 5 livros perturbadores

LIVROS
Memórias da casa dos mortos de Fiódor Dostoiévski (opinião | compre na Amazon)
A lista do nunca de Koethi Zan (opinião | compre na Amazon)
Ratos de Gordon Reece (opinião | compre na Amazon)
Escuridão total sem estrelas de Stephen King (opinião | compre na Amazon)
Viva para contar de Lisa Gardner (opinião | compre na Amazon)

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Leitura todo dia: semana 35

10 de outubro de 2017

A semana 35 do projeto Leitura todo dia foi a melhor em tempos. Pensando agora, pelo número de páginas, acho que foi o melhor período desde que comecei a gravar a coluna. Como quebrar a maldição de um dragão de Cressida Cowell foi minha primeira escolha da bolsa para semana e também o livro que conclui logo nos dois primeiros dias (logo tem comentário no blog). Nesse resumo 35 eu vou comentar sobre as leituras entre 27 de setembro a 3 de outubro!

Saracusa. com de Eliene Narducci foi a segunda leitura da bolsa da semana e história também finalizada. Eu gostei desse enredo de mistério, principalmente pelo cenário e tema familiar. O livro é curto, a narrativa envolvente e apesar dos clichês, que me incomodaram em vários momentos, eu precisei continuar na leitura para conhecer o desfecho e não me arrependi.

Saga de Érico Veríssimo é uma das leituras em andamento e na semana 35 avancei poucas páginas. Eu deixei acumular algumas coisas em casa e durante o final de setembro e o início de outubro eu aproveitei para tentar organizar tudo e isso afetou minhas leituras. No entanto, pretendo terminar a história ainda nesse mês e conto nos próximos resumos do projeto como tem sido. 

Isla e o final feliz de Stephanie Perkins era outra leitura parada na semana 35 e que vou falar mais no resumo 36 porque foi quando eu conclui (sai amanhã no canal). No geral foi uma leitura leve e despretensiosa, que o começo pareceu mais promissor, mas que ao final eu não fiquei tão empolgada assim. Faltou um conflito mais complexo e um casal mais envolvente. E vocês, o que leram nos últimos dias?

Assista ao vlog da semana 35 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Como quebrar a maldição de um dragão de Cressida Cowell (compre na Amazon)
Saracusa. com de Eliene Narducci (compre na Amazon)
Saga de Érico Veríssimo (compre na Amazon)
Isla e o final feliz de Stephanie Perkins (compre na Amazon)

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Meta da semana: 8 a 14 de outubro

8 de outubro de 2017

Voltar com a meta da semana no domingo passado deu tão certo que eu resolvi atualizar a coluna para os próximos dias. Conclui dois dos três livros que inclui na lista e isso me deixou animada para conciliar a meta da semana com as atualizações do projeto Leitura todo dia. Saracusa.com de Eliene Narducci foi uma história rápida e envolvente, que me ajudou a manter o ritmo de leitura principalmente por se passar no Brasil e ter o enredo realista e viciante, apesar de alguns clichês.

Isla e o final feliz de Stephanie Perkins foi a segunda leitura da meta concluída. O começo da história me passou uma sensação mais empolgante e jurei que curtiria mais o livro do que realmente curti. Apesar de achar a história realista, faltou um conflito mais envolvente e até empatia pelos personagens, que não achei ruins nem bons, e também não torci por eles.

Para a próxima semana, que começa hoje, domingo 08 de outubro e segue até sábado, dia 14, eu resolvi manter na meta Saga de Érico Veríssimo, que li poucas páginas nos últimos dias por falta de tempo mesmo e espero dedicar algumas horas para ele durante a semana. Eu adorei o personagem principal e talvez por isso eu queira tanto continuar apesar da rotina truncada. E também porque é Érico Veríssimo, claro! Não vejo a hora de incluir outros livros do autor na meta.

O enredo que volta para minha cabeceira é O vermelho e o negro de Stendhal, história que comecei há algum tempo, cheguei na página 100, e não dei sequência. Já comentei outras vezes que não quero começar outro calhamaço com um ainda em andamento, então espero avançar nessa leitura em outubro para escolher outro livro já no próximo mês. Durante a semana pode rolar leitura da bolsa nova, então é sempre legal acompanhar nas redes sociais e os vídeos do projeto Leitura todo dia para saber o que mudou e o que rendeu. E vocês, o que vão ler na próxima semana?

LIVROS
Saga de Érico Veríssimo (compre na Amazon)
O vermelho e o negro de Stendhal (compre na Amazon)

Beijos!

Foto: Nine Stecanella
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A cor púrpura - dirigido por Steven Spielberg

7 de outubro de 2017



A cor púrpura
(The Color Purple)
Direção: Steven Spielberg
Produção: Amblin Entertainment
Ano: 1985
Duração: 154 minutos
Filmow | IMDb
Compre o DVD no Submarino

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A cor púrpura de Alice Walker

Durante a leitura de A cor púrpura de Alice Walker eu já me perguntava como seria o filme. As indicações do livro são sempre muito entusiasmadas e a adaptação não fica atrás. O enredo original entrou para a lista de leituras favoritas do ano e a versão de Steven Spielberg, a segunda que comento esse ano no blog, também ganhou um lugar especial entre as adaptações literárias preferidas.

Assim como no livro a história acompanha Celie, uma jovem negra moradora da área rural do sul dos Estados Unidos no início dos anos 1900. Na adaptação, diferente da história original que é contada através de cartas, o roteiro se desenvolve a partir de trechos narrados pela personagem enquanto os acontecimentos principais dominam as cenas do filme. Em muitos aspectos é mais fácil se identificar com a protagonista e entender o contexto histórico através da adaptação, mas as cartas guiam o roteiro do filme como o enredo do livro.

Steven Spielberg consegue contar uma história fiel dentro das possibilidades de uma maneira sensível e sem ocultar os acontecimentos importantes que compõem a obra original de Alice Walker. Logo nos primeiros minutos de A cor púrpura temas como pobreza, abuso, racismo e machismo são apresentados e a partir daí acompanhamos uma adolescente que desde cedo precisou lidar com um padrasto abusivo, uma mãe negligente e uma irmã mais nova sempre ameaçada pelo estupro

Enquanto no livro a fase inicial da vida de Celie me pareceu mais difícil, sofrida e marcante, no filme eu fiquei mais impressionada com o rumo da personagem após seu casamento principalmente porque ficou claro que além de aceitar um marido que a queria apenas como servente, Celie terá que lidar com uma família e crianças que não são suas. Durante todo relacionamento Senhor desdenha de Celie, mas a vida tem surpresas e como na história de Alice Walker a adaptação de Steven Spielberg transborda um tanto de esperança.

No filme a transformação de Celie me pareceu mais gradual e me conectei mais com ela na versão de Steven Spielberg. No livro eu tive dificuldade de enxergar o ponto de virada quando as primeiras pistas surgiram e depois de algum tempo é que eu comecei a ver uma saída, alguma esperança para a vida da protagonista e sua família. Na adaptação o empoderamento de uma mulher para outra também é significativo, principalmente se considerarmos a época e o local (e como tragicamente isso parece se repetir em todas as culturas por todo mundo). Em certo ponto as coisas começam a melhorar para Celie e quem assiste pode respirar um pouco mais aliviado.

Eu gostei muito do filme de Steven Spielberg embora ele reduza vários trechos da obra. A escolha do elenco, o cenário, a semiótica por trás de alguma cenas, tudo foi muito digno do livro, sabe? Eu sei que adaptações literárias são controversas, mas neste caso eu acho que filme e livro conversam bem, estão em harmonia, e retratam o tipo de história com temas que até hoje são tabus e que por isso mesmo precisam ser debatidos. É claro que eu recomendo A cor púrpura. Vocês já assistiram?

Beijos!

Fotos: Divulgação
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A cor púrpura de Alice Walker

5 de outubro de 2017




A cor púrpura
Autora: Alice Walker
Editora: José Olympio
Edição: 2016
Páginas: 336
Skoob | Goodreads
Compre na Amazon | Submarino

LEIA MAIS
Projeto 1001 livros
A cor púrpura retrata a dura vida de Celie, uma mulher negra no sul dos Estados Unidos da primeira metade do século XX. Pobre e praticamente analfabeta, Celie foi abusada, física e psicologicamente, desde a infância pelo padrasto e depois pelo marido. Um universo delicado, no entanto, é construído a partir das cartas que Celie escreve e das experiências de amizade e amor, sobretudo com a inesquecível Shug Avery. Apesar da dramaticidade de seu enredo, A cor púrpura se mostra muito atual e nos faz refletir sobre as relações de amor, ódio e poder, em uma sociedade ainda marcada pelas desigualdades de gêneros, etnias e classes sociais.

Resumo de agosto (2017) - Cosmos, Game of Thrones e mais!

4 de outubro de 2017

A meta de colocar os posts em dia segue e hoje o papo é sobre os filmes e séries assistidos em agosto. A coluna resumo do mês começa com Uma manhã gloriosa, filme que assisti na Netflix e adorei. A história acompanha uma produtora de TV que perde o emprego e depois de muitas tentativas recebe uma nova proposta. O problema é que esse trabalho é um verdadeiro caos e além dos desafios profissionais, a protagonista precisa lidar com algumas frustrações pessoais também. Como jornalista me identifiquei em vários momentos e indico para quem gosta de filmes que falam sobre comunicação com doses de drama, humor e romance.

As séries de agosto são Cosmos, que estou assistindo na Netflix e amando, bem produzida e envolvente para quem gosta de universo e ciência como eu; e Game of Thrones, a única série atual que eu acompanho sempre que sai episódio novo. Não posso dizer que fiquei decepcionada com a 7ª temporada, mas alguns momentos que eu gostaria de ver melhor explicados passaram num piscar de olhos. Apesar disso, a season entrega muito do que eu queria ver em Game of Thrones há anos. Gostei e sigo fã.

Os filmes extras de agosto, aqueles que já assisti incontáveis vezes e adoro são três. Miss simpatia é um clássico da minha vida e sempre que bate uma bad eu assisto para dar risadas e passar aquela sensação ruim. Eu adoro Sandra Bullock (confira uma lista com filmes da atriz), e já espiei na Netflix vários filmes dela que ainda não assisti, mas com certeza vão aparecer no Estante da Nine nos próximos meses. Aliás, aceito recomendações

10 coisas que eu odeio em você também é um dos meus filmes favoritos, principalmente sobre a época de escola e adolescência. Essa recomendação já apareceu em uma lista aqui no blog. Como perder um homem em 10 dias é uma das comédias românticas mais legais e divertidas da minha lista porque mistura algumas das minhas coisas favoritas: comunicação, esporte, amizade e família! Ambos recomendadíssimos. E vocês, o que assistiram nos últimos tempos?

Assista ao vídeo da coluna resumo do mês de agosto

FILMES
Uma manhã gloriosa

SÉRIES

FILMES EXTRASMiss Simpatia
10 coisas que eu odeio em você
Como perder um homem em 10 dias

Beijos!

Leituras de agosto (2017) - Virgínia Woolf, Tolkien e mais!

3 de outubro de 2017

Demorou, mas chegou a hora de conversarmos sobre as leituras de agosto, coluna mensal que eu não consegui publicar a tempo em setembro, mas que estou colocando no ar nestes primeiros dias de outubro. No geral o oitavo mês do ano não foi tão produtivo quanto poderia ter sido, mas mantive a média de leituras e conclui algumas histórias que há tempos estavam em andamento. Apesar da minha expectativa não confirmada, o saldo geral foi bom.

O primeiro livro do mês foi A cor púrpura de Alice Walker que em breve vai ganhar uma resenha aqui no Estante da Nine. Essa foi uma história que eu comecei com grandes expectativas e não me decepcionei. Através de uma personagem sofrida o leitor acompanha toda a transformação de uma vida (várias, na verdade), e como o racismo, preconceito, falta de educação e cultura são prejudiciais na formação de uma pessoa. Leitura impactante e recomendada.

Recomeço de Henri B. Neto foi a minha segunda leitura de agosto no Kindle. Não é segredo para quem acompanha o blog e o canal o quanto eu admiro e gosto do trabalho do Henri, independente da nossa amizade. Nesse romance protagonizado por dois garotos, o autor desenvolve um relacionamento que já passou por momentos conturbados, mas que ainda significa algo para ambos. Sem exageros, Henri B. Neto conta uma história que poderia ser nossa e apesar de não concordar de todo, entendemos sim e nos colocamos no lugar dos personagens sobre o porquê de muitos relacionamentos merecerem uma segunda chance.

O retorno do rei de J.R.R. Tolkien é outra das leituras concluídas no mês oito e como publiquei todas as atualizações do diário de leitura não vou me estender nos comentários. Quero ressaltar que sim, valeu muito a pena ter lido a trilogia O Senhor dos Anéis e sem dúvida foi uma das experiência de leitura mais interessantes e desafiadoras que eu já tive. Em breve vai rolar comentário sobre o filme para finalizar de vez o projeto!

O mês de agosto fechou com a leitura de As ondas de Vírginia Woolf, outra ótima experiência com a autora apesar das dificuldades iniciais. Livro que conversou muito comigo pelo tom melancólico e pela sensação de desejos não cumpridos, expectativas não alcançadas, sentimento que imagino ser presente na vida de quem é ansioso. Em breve vai rolar vídeo e texto sobre essa experiência de leitura, então assina o feed do blog (barra lateral direita, no topo) para acompanhar tudo. E vocês, o que leram em agosto?

Assista ao vídeo com as leituras de agosto

LIVROS
A cor púrpura de Alice Walker (compre na Amazon)
Vou cuspir no seu túmulo de Boris Vivan (compre na Amazon)
Recomeço de Henri B. Neto (compre na Amazon)
O retorno do rei de J.R.R. Tolkien (compre na Amazon)
As ondas de Vírginia Woolf (compre na Amazon)

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Leitura todo dia: semana 34

2 de outubro de 2017

A semana 34 do projeto Leitura todo dia foi devagar, mas a meta de um livro concluído foi alcançada, ainda bem. A primeira história desse resumo sobre o que eu li entre 20 e 26 de setembro é Saga de Érico Veríssimo, livro que inclui na meta do ano e esperei até esse mês para começar por conta da importância histórica de setembro para o Rio Grande do Sul. Li os primeiros capítulos e já adorei o personagem principal que viaja para a Espanha rumo a guerra. Espero falar mais sobre o livro nas próximas semanas e também concluí-lo em breve. 

A leitura predominante da semana 34, e que felizmente eu conclui, é Ragtime de E.L. Doctorow. O livro foi muito mais interessante do que eu podia esperar e apesar de retratar um período histórico e específico dos Estados Unidos, funciona como analogia para muitas sociedades que estão firmadas nos pilares de ricos mandam em pobres e ao longo da narrativa o leitor percebe diversas situações graves que se repetem socialmente, desta vez independente da classe social. Em breve tem comentário e indicação do livro aqui no Estante da Nine. E vocês, o que leram nos últimos dias?

Assista ao vlog da semana 34 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Saga de Érico Veríssimo (compre na Amazon)
Ragtime de E.L. Doctorow (compre na Amazon)

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Meta da semana: 1º a 7 de outubro

1 de outubro de 2017

Outubro está começando e para aproveitar esse domingo, o primeiro do mês, eu resolvi compartilhar com vocês a minha meta da semana. Já faz algum tempo que não rola a coluna aqui no Estante da Nine e quem acompanha os vlogs do projeto Leitura todo dia deve ter percebido que os últimos meses foram confusos e atrapalhados, de poucos livros lidos, e por isso não animei em organizar metas semanais. Agora, já com as coisas em ordem achei que a oportunidade era propícia e espero manter a meta da semana mais presente por aqui.

Saracusa. com de Eliene Narducci é minha leitura da bolsa, escolhida na última sexta, dia 29 de setembro, e como o livro é curto e a história de mistério me envolveu nos primeiros capítulos é provável que eu tente terminar ainda neste domingo. O cenário é o submundo das drogas e prostituição do Rio de Janeiro e um assassino anda a solta, matando inclusive gringos. A protagonista sumiu e a polícia precisa trabalhar rápido para resolver o caso. Curiosa desde já para conhecer o desfecho do livro.

Saga de Érico Veríssimo me surpreendeu também nos primeiros capítulos porque eu esperava uma leitura mais truncada, talvez até mais lenta, mas estou devorando as páginas sempre que tiro um tempo para ler. Por uma coincidência bizarra o livro anterior do autor que eu li, Clarissa, tenho quase certeza faz conexão com o personagem principal de Saga e já quero ler tudo tudo do Veríssimo. O livro é meta para a próxima semana.

Uma última menção para outra leitura em andamento, Isla e o final feliz de Stephanie Perkins, que estou lendo no Kindle e alguns dias não avanço no enredo. Por enquanto o problema não é com o livro, mas porque eu comecei várias histórias ao mesmo tempo e estou indecisa, no pouco tempo que tenho, sobre qual continuar. Espero que essas incertezas passem e eu possa concluir algumas histórias no próximos dias. E vocês, o que querem ler?

LIVROS
Saracusa. com de Eliene Narducci (compre na Amazon)
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Foto: Nine Stecanella
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Caixa postal, suculentas, gatos e look do dia!

30 de setembro de 2017

Quem acompanha o canal do Estante da Nine no Youtube deve ter visto na linha do tempo o vlog que eu postei segunda passada, dia 25 de setembro. Gravar trechos do meu dia foi um desafio pessoal porque em outros meses eu comecei a registrar momentos aleatórios para montar um vlog, mas nunca tive coragem de publicar, algum bloqueio pessoal me envergonhava e não me deixava concluir essa experiência.

Como eu adoro assistir vlogs, e também estou na fase de enfrentar certas barreiras, certos medos, eu continuei tentando e no vídeo e post de hoje eu compartilho com vocês o resultado. No geral foi um alívio e bem divertido reunir trechos do dia a dia em um único vídeo porque eu percebi que posso sim gravar nesse formato, independente dos obstáculos que eu crio e sempre tem uma dica ou outra para compartilhar. 

Como fiquei em dúvida sobre que tema escolher para o vlog inclui tudo que eu adoro e faz parte da rotina diária (mensal/ semanal): recebidos na caixa postal, gatinhos pela casa, minhas suculentas que precisavam urgente de novos vasos e terra boa e look do dia, que é um tema que eu amo, especialmente nessa fase brechó, minimalismo, inspiração e consumo consciente, e que peco em não comentar e compartilhar mais por aqui. Aliás, o que vocês gostariam de ver nos próximos vlogs?

Aleatoriedades de uma semana 

Beijos!

Leitura todo dia: semana 33

26 de setembro de 2017

A semana 33 do projeto Leitura todo dia não foi das mais produtivas, mas poderia ser pior. No resumo de hoje (atrasado aqui no blog, mas em dia no canal), eu comento sobre os livros que li entre 13 e 19 de setembro e espero que aos poucos as coisas voltem ao normal. Aliás, eu quero as dicas de vocês para sair da ressaca literária e vencer os dias de preguiça.

A semana começou com leitura da bolsa, Ragtime de E.L. Doctorow. Já pela sinopse a história me chamava atenção e eu confirmei nos primeiros capítulos que o enredo tem tudo para entrar na lista de favoritos, principalmente porque fala sobre sociedade, família, história e capitalismo. Apesar de retratar os anos iniciais do século XX, o livro é extremamente atual e trata de vários temas importantes ao longo dos capítulos.

Angus - Origens de Orlando Paes Filho foi a leitura concluída da semana no Kindle. Adorei a história porque fala sobre guerra, honra e questões religiosas e mostra que em um combate concessões e alianças precisam ser feitas. Outra leitura no e-reader é Isla e o final de Stephanie Perkins que estou gostando e espero concluir durante as próximas semanas. Há algum tempo eu não tinha interesse por livros jovens adultos e foi uma boa escolha para me reencontrar com o gênero! O que vocês estão lendo?

Assista ao vlog da semana 33 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Ragtime de E.L. Doctorow (compre na Amazon)
Angus - Origens de Orlando Paes Filho (baixe na Amazon)
Isla e o final feliz de Stephanie Perkins (compre na Amazon)

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Em algum lugar do passado - dirigido por Jeannot Szwarc

23 de setembro de 2017




Em algum lugar do passado
(Somewhere in Time)
Direção: Jeannot Szwarc
Produção: Rastar Pictures
Ano: 1980
Duração: 110 minutos
Filmow | IMDb

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Em algum lugar do passado de Richard Matheson

Há um bom tempo as minha expectativas não eram tão altas quanto foram para Em algum lugar do passado. Assim que postei a foto do livro no Instagram muitas pessoas comentaram sobre a adaptação e o quando o filme era bonito. Fiquei travada na leitura algum tempo, mas uma hora após concluir a história de Richard Matheson corri para a Netflix para conhecer a versão de Jeannot Szwarc

Desde o começo livro e filme tem diferenças significativas na construção do enredo. Enquanto na história de Richard Mathenson o protagonista viaja para aproveitar os últimos dias de vida porque está gravemente doente, no filme a Elise do presente vai até um evento onde encontra Richard, o personagem principal, e deixa uma mensagem misteriosa para ele. A viagem no tempo e o motivo são os mesmo do livro, mas eu tive a sensação que o enredo do filme é mais consistente. Algumas coisas que questionei na obra original vi muito melhoradas na adaptação.

Outro ponto positivo da adaptação é que Richard é mais espirituoso e engraçado do que obsessivo, característica do personagem que no livro me incomodou. Adorei Elise McKenna, a protagonista me pareceu determinada, inteligente e divertida como no livro. O filme mantém o tom de drama e mistério da história original sobre Richard e as consequências da viagem no tempo.

Enquanto a minha experiência com o livro se prolongou, o filme passou voando e eu quis um pouco mais da história. O cenário da adaptação, assim como no livro, sem dúvida é um atrativo a parte e o romance, por se desenvolver em uma época diferente, é cavalheiresco, sutil e as vezes quase caricato, mas ainda sim envolvente e apaixonante. Outra diferença entre obra original e adaptação é o período: o presente do filme é 1980 e o passado 1912, enquanto no livro é 1971 e 1896, respectivamente.

O desfecho da adaptação, que tem tudo a ver com a diferença no ponto de partida, me deixou mais satisfeita que a história original. No geral a construção do filme fez muito mais sentido, já que pelo recurso da imagem muitas partes enfadonhas do livro foram suprimidas, a história ficou mais concisa, embora o final tenha sido acelerado. A falta de bons personagens secundários também é visível aqui, embora o empresário de Elise tenha uma participação mais significativa no filme.

No geral eu gostei mais do filme do que do livro e indico Em algum lugar do passado para quem gosta de romances com boas doses de drama, um toque de realismo fantástico, atores envolventes e carismáticos e um cenário de época muito inspirador e bonito. Algumas questões sociais seguem pertinentes e sem dúvida o filme entrou para a lista de surpresas de 2017. Vocês já assistiram?

Beijos!

Fotos: Divulgação
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Em algum lugar do passado de Richard Matheson

20 de setembro de 2017




Em algum lugar do passado
Autor: Richard Matheson
Editora: Abril Cultural
Edição: 1983
Páginas: 269
Skoob | Goodreads
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LEIA TAMBÉM
Pais e filhos de Ivan Turgueniev
A partir da visão de um retrato de uma bela mulher, Richard Collier volta ao passado em busca de um amor que teria acontecido antes dele nascer. Eles teriam tido uma ligação naquele mesmo mês e lugar. O romance acontece a partir dessa situação, numa atmosfera plena de romantismo e fantasia. Com uma narrativa cheia de amor e suspense, o autor nos faz recuar ao passado e ao reencontro de dois jovens que haviam se conhecido e amado num outro tempo.

Setembro sem meta + leituras em andamento!

19 de setembro de 2017

Os últimos meses foram corridos, confusos e quase parados para as leituras, por isso setembro é o mês sem meta. Eu até pensei em manter alguns livros dos meses anteriores ou escolher opções completamente aleatórias na estante, mas no primeiro caso seria extremamente repetitivo para a coluna meta do mês e a segunda opção eu posso aplicar nesse período livre de pré-seleção. Se setembro melhorar as leituras escolhidas voltam em outubro, se não mês que vem segue sem meta. Tem horas que a gente precisa relaxar e se cobrar menos, né?!

Explicado porque setembro não vai ter meta, vou compartilhar minhas leituras em andamento, que vão aparecer nas próximas semanas do projeto Leitura todo dia, e que espero concluir até o final do mês. A minha leitura atual da bolsa é Ragtime de E.L. Doctorow, história que desde que comprei no sebo fiquei curiosa e resolvi tirar da estante depois de ver a edição nova lançada pelo clube de assinaturas TAG Livros.

Isla e o final feliz de Stephanie Perkins é minha leitura atual no Kindle e provavelmente o primeiro livro que devo concluir entre os citados no post de hoje. Depois de algum tempo afastada de livros jovem adultos estou gostando da história e espero que siga assim até o final. O vermelho e o negro de Stendhal é outra leitura em andamento, essa parada há alguns dias, o calhamaço do mês que eu espero concluir ainda em setembro para escolher outro, já que são vários na estante.

A última opção do mês é Fanny Hill de John Cleland, livro sorteado na primeira edição da minha nova TBR jar e que também está indicado no 1001 livros para ler antes de morrer. Já na reta final de setembro não tenho certeza se vai sobrar tempo para ele, mas a história fica como opção para outubro caso não consiga começar nos próximos dias. E vocês, o que estão lendo esse mês?

Se preferir assista ao vídeo publicado no canal do Estante da Nine no Youtube


LIVROS 
Ragtime de E.L. Doctorow (compre na Amazon)
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O vermelho e o negro de Stendhal (compre na Amazon)
Fanny Hill de John Cleland (compre na Amazon)

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Leitura todo dia: semana 32

17 de setembro de 2017

O resumo da semana 32 do projeto Leitura todo dia teve um pouco de tudo: uma quase desistência, cheguei a pensar que pela primeira vez desde que comecei não ia publicar o vídeo e post; e uma dose de superação no final. Apesar dos dias atrapalhados faltou nas semanas anteriores determinar uma meta específica e cumprir. No último dia da semana 32 eu consegui concluir um livro e encerrar o ciclo de dias improdutivos.

Em algum lugar do passado de Richard Matheson era o livro da bolsa e provavelmente uma das histórias que mais apareceu no projeto Leitura todo dia. Depois de algumas semanas de lentidão no último dia desse resumo, que começou em 06 de setembro e terminou dia 12, eu finalizei o livro e também assisti a adaptação de 1980. No geral foi um bom livro, mas não marcante. Em breve tem comentário sobre ele aqui no Estante da Nine.

Durante a semana 32 eu comecei dois ebooks: Angus - Origens de Orlando Paes Filho, história sobre guerra que me deixou confusa no início pelos vários nomes difíceis, mas quase na metade já estou habituada e gostando do embate religioso e ético entre os povos envolvidos no combate. Outra história em andamento é Isla e o final feliz de Stephanie Perkins, livro que estava há algum tempo no Kindle e comecei sem pretensão e estou adorando. Conto mais os próximos resumos. E vocês, o que leram nos últimos dias?

Assista ao vlog da semana 32 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Em algum lugar do passado de Richard Matheson (compre na Amazon)
Angus - Origens de Orlando Paes Filho (baixe na Amazon)
Isla e o final feliz de Stephanie Perkins (compre na Amazon)

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Diário de leitura: O retorno do rei #4 - O fim da jornada!

16 de setembro de 2017

Meses depois de começar o projeto eu nem acredito que estou na reta final, escrevendo os últimos posts sobre o diário de leitura de O Senhor dos Anéis. Foi uma jornada e tanto até aqui, e apesar dos hiatos e das épocas de pouca leitura adorei ter passado por essa experiência. Além desse post, sobre os capítulos finais de O retorno do rei (compre na Amazon), o projeto finaliza com o vlog com comentários sobre o filme. Para ler os posts anteriores sobre os livros de J.R.R. Tolkien visite o marcador O Senhor dos Anéis.

O resumo da vez começa com o capítulo A montanha da perdição e acompanhamos a jornada de Frodo e Sam. Novamente encontrei algumas situações convenientes na jornada dos personagens, mas os hobbits são criaturas persistentes, fieis e habilidosas, então é compreensível que tenham se adaptado bem. O campo de Cormallen é o trecho onde Sauron finalmente demonstra alguma fraqueza e seus exércitos questionam seu poder.

O regente e o rei confirma minhas suspeitas que começaram em As duas torres e é muito interessante ver como os hobbits, todos eles, foram importantes para a história que acaba de ser escrita. Após a batalha com Sauron a Terra Média entra em um novo período e os habitantes do Condado, se antes pouco conhecidos, agora são heróis e protagonistas de histórias por todo território.

O capítulo muitas despedidas já diz tudo pelo título: é hora de voltar para casa. Apesar do incomodo de sair e o medo da jornada, Frodo e os hobbits entendem que fizeram novos amigos, conheceram lugares antes apenas cenário de histórias para eles e viram coisas surpreendentes, tudo valeu e é difícil se despedir. A caminho de casa é outro trecho da história feliz e melancólico. No principio o condado parecia longe de tudo, mas o mau chegou até lá também.

O expurgo do condado é dos capítulos mais legais do livro. Isso porque é visível a evolução dos hobbits durante toda a viagem pela Terra Média. Ao chegar em seu lar e perceber tudo diferentes Frodo, Sam, Mery e Pippin rapidamente agem para recuperar um pouco de sua terra. Eu que fui muito cética com esses personagens adorei a mensagem. Os Portos Cinzentos encerra a grande jornada de vários personagens do livro e nele a mensagem é muito clara: sobreviver é importante, mas grandes aventuras significam também grandes mudanças e as vezes é impossível se reconhecer. Eu adorei O Senhor dos Anéis. E vocês, já leram?

Se preferir, assista ao vídeo com as impressões da 4ª parte de O retorno do rei

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TBR jar #18 - livro de época!

14 de setembro de 2017

Hoje é dia de TBR jar no Estante da Nine e chegou a hora de começar os sorteios da nova versão. Já comentei no blog e no canal sobre a jarra atual e os critérios que eu escolhi para incluir as 18 opções de leitura, que envolvem especialmente livros parados na estante ou que comprei no sebo. O objetivo é ler coisas diferentes e recomendar livros não tão comentados. Espero conseguir e torço para que vocês gostem! Vamos lá?

O primeiro livro sorteado da nova TBR jar é uma história de época, polêmica e que está indicada no 1001 livros para ler antes de morrer, ou seja, essa leitura fará parte de dois projetos aqui do Estante da Nine (blog e canal): TBR jar e Projeto 1001 livros. Chega de suspense, o livro que saiu da jarra é Fanny Hill de John Cleland (compre na Amazon), que troquei no sebo há um ou dois anos. Vocês já leram? Espero gostar!

Assista ao 18º sorteio da TBR jar

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3 coisas que eu não quero comprar até dezembro

11 de setembro de 2017

Há pouco mais de dois anos, na mesma época que sai do meu último emprego fixo, eu li pela primeira vez alguns textos sobre minimalismo. Durante os últimos meses meu contato com esse tema cresceu, se tornou mais pessoal e embora eu não me considere uma pessoa minimalista, essa ferramenta me ajudou a entender e corrigir alguns hábitos ruins que eu praticava desde a adolescência.

A primavera está chegando e normalmente essa é a época do ano que eu mais organizo e desapego de itens da casa, do guarda-roupa e da estante. Por isso, e por perceber em 2017 que de fato eu tinha (e tenho) mais coisas do que preciso, eu resolvi criar essa lista de itens que eu não preciso comprar nos próximos meses, talvez com uma ou outra exceção. Dezembro foi escolhido porque é o mês do meu aniversário, então até lá posso pensar numa lista de desejos, terminar a geral da casa e planejar algumas reformas para ano que vem. Ok, vou começar!

Utensílios para cozinha/ casa

Eu comentei numa publicação do ano passado como já desperdicei dinheiro comprando utensílios e outros itens para a cozinha e para a casa baratos, principalmente porque meu julgamento sobre os produtos foi ruim. Claro que existem coisas boas e baratas, mas nos últimos meses eu errei, e feio, algumas compras e resolvi dar um tempo, pensar na lista de coisas que eu preciso e quero, para depois visitar algumas lojas e escolher em quais comprar. Vai ser um desafio, espero conseguir!



Maquiagens e cosméticos

2017 foi o ano que eu desapeguei de vez das maquiagens paradas e mantive apenas as que uso e gosto. Por enquanto não preciso de nenhum produto, há duas semanas comprei um corretivo e calculei que os produtos de pele duram até dezembro, então é isso: nada de maquiagem para mais dias na piscina. Além da economia, eu tenho uma limitação de espaço em casa e o meu objetivo é diminuir o consumo desses produtos e apenas comprar de marcas que não testam em animais ou veganas.



Itens de papelaria

Entre 2014 e 2015 eu comprei muitos itens de papelaria como lápis de cor, canetas, colas coloridas, post its, marcadores e cadernos, entre outros, por isso eu ainda tenho uma quantidade considerável de material para organizar minhas anotações. No começo eu tinha o hábito ruim de não usar nada, mas como eu adoro comprar esse tipo de material, e só vou fazer isso quando os que tenho acabar, aos poucos criei uma organização na mesa do escritório para ter tudo ao alcance das mãos e facilitou muito o uso. Vocês já fizeram lista de não compras?



Beijos!

Leitura todo dia: semana 31

10 de setembro de 2017

A semana 31 do projeto Leitura todo dia foi devagar, mas aos poucos parece que as coisas estão voltando ao normal. O início do resumo, na quarta-feira dia 30 de agosto foi sem leitura, mas a partir da quinta li um pouco por dia, e o saldo geral, até 05 de setembro foi bom. O livro predominante do resumo é Em algum lugar do passado de Richard Matheson, minha leitura da bolsa e atual, mas que avançou pouco porque um acontecimento da história me deixou contrariada e não me convenceu. Apesar disso o enredo me chama atenção e pretendo concluir a história assim que as leituras renderem mais.



O ponto positivo da semana 31 foi ter retomado as leituras no meu Obi-Wan, meu Kindle, e estou precisando organizar os livros por lá. Os escolhidos da vez foram Canção do exílio de Casimiro de Abreu e Sal - um prólogo de Letícia Wierzchowski, ambos boas experiências dentro de seus gêneros e sem dúvida quero ler mais dos dois em breve. Logo eu também vou reorganizar a minha estante e pretendo escolher coisas diferentes e paradas há tempos para ler. Como foram as leituras por aí?

Assista ao vlog da semana 31 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
Em algum lugar do passado de Richard Matheson (compre na Amazon)
Canção do exílio de Casimiro de Abreu (baixe de graça na Amazon)
Sal - um prólogo de Letícia Wierzchowski (baixe de graça na Amazon)

Beijos
!

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Psicose - dirigido por Alfred Hitchcock

8 de setembro de 2017



Psicose
(Psycho)
Direção: Alfred Hitchcock
Produção: Shamley Productions
Ano: 1960
Duração: 109 minutos
Filmow | IMDb
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LEIA TAMBÉM
Psicose de Robert Bloch

Assistir Psicose anos depois da primeira vez e após ler o livro de Robert Bloch foi uma boa experiência. Principalmente porque confirmou algo que eu já suspeitava: gosto da adaptação tanto quando da história original, com as diferenças e tudo. Hitchcock manteve a mesma atmosfera do enredo e os temas principais também estão presentes no roteiro. No final das contas livro e filme são ótimos.

A história começa como no livro: Mary rouba o dinheiro do chefe e foge com o objetivo de encontrar seu noivo. Já no começo do filme é possível notar como Alfred Hitchcock cria uma atmosfera de suspense com cenários simples, as expressões faciais da personagem e os próprios medos da protagonista. Acompanhamos Mary não apenas em uma viagem, mas também na montanha russa de sentimentos que a acompanham após o roubo.

A vida da protagonista e o roteiro do filme mudam quando Mary chega ao Motel Bates e aí conhecemos outro personagem principal: Norman Bates. A partir daí Hitchcock transforma uma história de suspense em terror, e apesar de dosar as cenas violentas o diretor consegue criar uma atmosfera realmente perturbadora, que coloca não só os personagens no limite, como também quem acompanha a história. Afinal, as aparências enganam tanto assim?

Norman Bates causa incomodo desde a primeira cena. Ao mesmo tempo que parece um homem inofensivo, criado por uma mãe super protetora, algo parece não fazer sentido. Existe mais por trás dessa aparência de interiorano pacato. E logo descobrimos que na casa dos Bates algumas coisas fora do normal também acontecem. Ou será nossa imaginação?

Apesar do filme de Hitchcock não ser uma adaptação literal do livro de Robert Bloch, e quase nunca é, eu adorei Psicose e imagino como foi produzir e filmar na época, e como as pessoas reagiram ao suspense. Tantos anos depois eu ainda gosto muito do clima, dos pequenos detalhes nas mudanças de humor dos atores e como a sensação de que todos são inconfiáveis permanece no filme.

O final me causou a mesma sensação do livro: não sei se gostei ou não. Tem um romance ali bem questionável e alguns personagens poderiam ter participado mais da trama. Ainda assim Psicose é uma recomendação, sem dúvida, e só reforça meu interesse pelo trabalho de Hitchcock, o único diretor de cinema que tenho curiosidade em assistir tudo o que encontrar. Vocês já viram Psicose?

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Fotos: Divulgação
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Psicose de Robert Bloch

7 de setembro de 2017




Psicose
Autor: Robert Bloch
Editora: Darkside
Edição: 2013
Páginas: 240
Skoob | Goodreads
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LEIA TAMBÉM
Os 39 degraus de John Buchan
Livro que deu origem ao mais famoso filme de suspense de todos os tempos. Psicose conta a história de Marion Crane, que foge após roubar o dinheiro que foi confiado a ela depositar num banco. Ela então vai parar no Bates Motel, cujo proprietário é Norman Bates, um homem atormentado por sua mãe controladora.

O caçador de pipas - dirigido por Marc Forster

6 de setembro de 2017




O caçador de pipas
(The Kite Runner)
Direção: Marc Forster
Produção: DreamWorks
Ano: 2007
Duração: 127 minutos
Filmow | IMDb
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LEIA TAMBÉM
O caçador de pipas de Khaled Hosseini

Começar esse texto dizendo que o filme de O caçador de pipas não é bom seria uma injustiça, mas também não posso ignorar que alguns elementos, ou a falta deles, fizeram falta significativa no roteiro. Entre altos e baixos essa foi uma experiência boa, positiva, mas que não consegue trazer a carga dramática do livro para as telas. 

Amir e Hassan são amigos e apesar da infância compartilhada sempre existiu certa diferença, certa restrição, entre eles. Um mistério envolvendo a família paira na história desde o princípio e uma das principais diferenças entre livro e filme é que Khaled Hosseini conta sua história em linhas do tempo fragmentadas, enquanto no filme predomina os acontecimentos de forma linear. Não considerei esse ponto um problema, mas parte da graça do livro, do que me fez ficar envolvida, foi justamente esperar por momentos passados, que no filme não foram tão significativos ou impactantes.

Outra sensação não tão positiva sobre o filme é que Amir não parece tão devastado quanto está no livro. O personagem me pareceu mais indiferente do que arrependido, enquanto na história de Khaled Hosseini fica bem claro que apesar de tentar ignorar, Amir nunca conseguiu superar os fatos da infância e o mau que fez ao seu melhor amigo Hassan (e a sua família).

Um ponto positivo sobre o filme é que a narrativa é mais ampla, enquanto no livro acompanhamos os acontecimentos pela visão de Amir, que não é o personagem admirável da história. A minha empatia pelo protagonista foi maior no filme e a adaptação também proporcionou alguns bons momentos com Hassan, ponto que senti falta no enredo de Khaled Hosseini.

Eu gostei muito dos cenários do filme e sem dúvida através da adaptação pude entender ainda mais do Afeganistão e perceber as diferenças culturais e o que significou a chegada da Rússia no país. Outro ponto positivo é que parte da história se passar nos Estados Unidos não me incomodou tanto quanto no livro, já que fica bem claro que Amir e o pai se relacionam com pessoas da sua nacionalidade e religião.

O caçador de pipas é uma história incrivelmente triste e sem dúvida livro e filme compartilham esse elemento em intensidade semelhante. Não é uma adaptação perfeita e nem carrega o drama da história de Khaled Hosseini, mas funciona como um bom resumo da história e trata dos mesmos temas principais. Para quem tem dúvida sobre ler ou não, dê uma chance ao filme e depois decida. Eu recomendo ambos, O caçador de pipas é realmente uma história que vale a pena conhecer. Vocês já assistiram?

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O caçador de pipas de Khaled Hosseini

4 de setembro de 2017




O caçador de pipas
Autor: Khaled Hosseini
Editora: Nova Fronteira
Edição: 2005
Páginas: 365
Skoob | Goodreads
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Este romance conta a história da amizade de Amir e Hassan, dois meninos quase da mesma idade, que vivem vidas muito diferentes no Afeganistão da década de 1970. Amir é rico e bem-nascido, um pouco covarde, e sempre em busca da aprovação de seu próprio pai. Hassan, que não sabe ler nem escrever, é conhecido por coragem e bondade. Os dois, no entanto, são loucos por histórias antigas de grandes guerreiros, filmes de caubói americanos e pipas. E é justamente durante um campeonato de pipas, no inverno de 1975, que Hassan dá a Amir a chance de ser um grande homem, mas ele não enxerga sua redenção. Após desperdiçar a última chance, Amir vai para os Estados Unidos, fugindo da invasão soviética ao Afeganistão, mas vinte anos depois Hassan e a pipa azul o fazem voltar à sua terra natal para acertar contas com o passado.

Leitura todo dia: semana 30

3 de setembro de 2017

Agora sim o projeto Leitura todo dia está em dia aqui no blog e hoje vou compartilhar o resumo da semana 30. Apesar dos últimos tempos terem sido devagar, cumpri a meta de concluir um livro e foi o incrível As ondas de Virgínia Woolf. Outra ótima experiência com a autora, que sempre me deixa impressionada pelo desafio que é ler seus livros, e ao mesmo tempo, prazeroso e reflexivo. Em breve tem opinião sobre As ondas no Estante da Nine, mas deixo desde já a recomendação.

Assim que conclui As ondas, minha leitura da bolsa, passei no sebo para escolher um livro já que estava sem outra opção e trouxe para casa mais um volume da coleção Grandes Sucessos da Abril Cultural, desta vez Em algum lugar do passado de Richard Matheson. A sinopse me chamou atenção e a história parece seguir pelo caminho de realismo fantástico. Vou continuar com ele na semana 31 e também devo comentar no Instagram e Facebook.

Durante a semana 30 eu continuei lendo O vermelho e o negro de Stendhal, livro que parece ficar mais e mais interessante a cada capítulo, principalmente porque disseca a sociedade francesa, suas várias camadas e ideologias, e com isso de certa forma também revela as estruturas dominantes da sociedade em todo mundo. O romance proibido também merece destaque, já que os dois personagens envolvidos são instáveis e inconfiáveis, voláteis e egoísta. Será que terei mais um clássico na lista dos favoritos? E vocês, o que leram na semana que passou?

Assista ao vlog da semana 30 do projeto Leitura todo dia

LIVROS
As ondas de Virgínia Woolf (compre na Amazon)
O vermelho e o negro de Stendhal (compre na Amazon)
Em algum lugar do passado de Richard Matheson (compre na Amazon)

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