O terceiro mês do projeto Leitura todo dia começou e o ritmo segue devagar. Nas duas últimas semanas os livros que eu escolhi para ler não me envolveram tanto quanto esperava, e por isso o vídeo e o post de hoje são curtos: porque as leituras foram poucas. Comecei a semana 10, no dia 05 de abril lendo O imortal de Machado de Assis, outro conto incrível do autor brasileiro. Em breve vou comentar e recomendar a história aqui no Estante da Nine, então fica de olho porque vale muito conhecer (assina o feed e receba as atualizações no e-mail).
Cumpri a meta da semana de concluir pelo menos um livro no dia 11 de abril, o último desta 10ª atualização do Leitura todo dia. À primeira vista de Nicholas Sparks não estava nos planos, mas depois de ver tantas atualizações sobre a passagem dele pelo Brasil fui influenciada. Gostei, principalmente pelos temas principais como a mudança de cidade e o bloqueio para escrever, mas no geral não simpatizei com os personagens e não foi uma leitura marcante.
Para ler no Kindle escolhi O cemitério dos vivos de Lima Barreto e apesar de ter gostado do início, não continuei porque o cenário é um hospício e como estou lendo Laranja mecânica de Anthony Burgess justo no trecho da prisão, já com o experimento social, resolvi pegar leve no tema e ler um livro por vez. E por falar em Laranja mecânica, aos poucos estou voltando para ele, mas não tem sido a história que eu esperava.
Assista ao vlog da semana 10 do projeto Leitura todo dia
Oi gente, tudo bem? Finalmente estou de volta com mais um vídeo para o Desafio livros e seus filmes, e desta vez compartilho minha opinião sobre o filme Uma longa jornada (The Longest Ride), dirigido por George Tillman Jr. e baseado no livro de Nicholas Sparks. Eu já publiquei no Estante da Nine a minha resenha sobre o livro e você pode conferir no link acima. Na primeira quinzena de dezembro vou publicar o post e o vídeo sobre a edição 2016 do Desafio livros e seus filmes e conto com a participação de vocês. Aproveitem para seguir nas redes sociais porque sempre aviso sobre as novidades por lá. Espero que gostem do vídeo de hoje e participem nos comentários!
TRAILER DE UMA LONGA JORNADA
Beijos!
*Ajude o blog comprando pelo link indicado no post ou através do banner do Submarino;
as compras pagas geram comissão ao Estante da Nine
Oi gente, tudo bem? No resumo deste mês eu comento sobre três filmes e também alguns especiais de séries que vão rolar no Estante da Nine. Por aqui já publiquei a resenha de A última música - dirigido por Julie Anne Robinson e Razão e sensibilidade - dirigido por Ang Lee. Também tem post sobre os dois livros, é digitar o nome na busca. E vocês, o que têm assistido?
A última música The Last Song
Direção: Julie Anne Robinson
Estúdio: Disney
Ano: 2010
Duração: 107 minutos Filmow | IMDb
Compre o blu-ray no Submarino
Oi gente, tudo bem? Outro dia eu estava de bobeira aqui em casa e resolvi assistir um filme (as leituras não estavam rendendo então, sabe, fui fazer outra coisa). Navegando pelo Netflix encontrei A última música e pensei: "chegou a hora". Esse é um dos livros mais populares de Nicholas Sparks e, ano passado quando li, não gostei tanto assim. Sempre tive curiosidade pelo filme, mas fiquei evitando até conhecer a história original e, quase um ano depois de ler, finalmente vi a adaptação.
No geral, eu gosto dos filmes adaptados (ou inspirados) a partir de livros do Nicholas Sparks. Mesmo quando existem grandes diferenças, sinto que o filme completa o livro (ou o contrário, depende de qual você conhece primeiro). E não foi diferente com A última música. O filme apresentou os principais temas do livro e foi fiel em muitos momentos, embora, é verdade, não tenha sido empolgante.
Para saber mais sobre a história e minha opinião sobre o livro, confira o post de A última música. Desde o começo do filme eu gostei do clima entre os personagens. A hostilidade entre Ronnie e Steve é exatamente como imaginei enquanto li e acredito que todo mundo que tenha passado por uma separação (neste caso a dos pais), já se comportou como a protagonista. Mesmo que só uma vez. Adorei Miley como Ronnie e senti uma proximidade enorme entre a personagem do livro e a do filme. Com a diferença que no filme não antipatizei tanto assim com Ronnie. Também gosto muito de como a protagonista e o irmão foram bem retratos no filme, aquela amizade intensa e frágil que pode ser abalada com poucas palavras. Me identifiquei em vários momentos.
O filme equilibrou muito bem as cenas de Ronnie com a família (que no livro eu considero o tema principal) e o desenvolvimento do romance com Will. O começo atrapalhado foi bem fiel, como também a recepção na casa do namorado. Ainda assim, senti que falta de alguma coisa na parte do romance, não sei bem explicar o quê (ou não consigo lembrar qual é a diferença em relação ao livro).
Já comentei muitas vezes aqui no Estante da Nine (e no canal do Youtube) que praia é um dos meus cenários favoritos e o filme aproveitou bem o clima do verão, a melancolia do fim das férias e a própria reviravolta que a história apresenta. O filme todo é uma grande metáfora sobre a vida ter ciclos e de que precisamos passar por cada um deles e seguir em frente.
Duas coisas importantes foram tratadas rapidamente no filme: o motivo da separação dos pais de Ronnie e o incêndio na igreja. No primeiro caso, o livro mostra a verdadeira razão, o que faz com que a protagonista entenda o que aconteceu e porque o pai mudou de cidade. O incêndio na igreja foi usado de uma forma diferente no filme, mas é esse acontecimento que conecta todos os personagens e não foi tratado com a devida atenção, especialmente na parte final.
Apesar disso, eu gostei de A última música. O filme mantém os aspectos principais da história original com boas atuações. A química entre os atores foi bem natural e espontânea. Eu me emocionei em vários momentos, especialmente com Ronnie e Steve, mas como escrevi acima, não chega ser um filme empolgantes, daqueles que tu pensa em rever toda hora, sabe?
ASSISTA AO TRAILER DE A ÚLTIMA MÚSICA
Claro que não comentei sobre a parte da "última música" porque é a cena mais bacana do filme. Ela é tão simbólica e funciona de tantas maneiras, que é impossível não se emocionar (mesmo que só um pouquinho). Eu não sou grande fã do livro e acredito que meus sentimentos tenham sido bem parecidos com um e outro por conta disso. Gostei dos dois (livro e filme), mas não amei.
E vocês, já assistiram (ou leram) A última música? O que vocês acham dos livros de Nicholas Sparks? E dos filmes feitos a partir deles? Eu confesso que tinha certo preconceito com o autor, mas desde que li Diário de uma paixão abri a mente, hehehe. Inclusive, é meu livro (e filme) favorito do autor.
Uma longa jornada
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Edição: 2014 (popular)
Páginas: 288 Skoob | Goodreads
Compre no Submarino
Desde que terminou com o namorado, Sophia tem evitado sair de casa, porque ele a persegue aonde quer que vá. Após muita insistência de sua melhor amiga, ela acaba cedendo e vai a um rodeio. O que não podia imaginar era que encontraria um grande amor. Luke é um jovem habilidoso que ajuda a mãe com todo tipo de tarefa na fazenda da família. No entanto, um terrível acidente os deixou numa situação econômica difícil e eles podem perder a propriedade – a menos que Luke volte à ativa e vença as competições de montaria em touros. Quando Luke e Sophia começam a se relacionar, ela não entende por que a mãe dele fica tão chateada com sua volta à arena. O que ela não sabe é que o peão guarda um terrível segredo, que pode acabar com os sonhos de todos. Perto dali, o doce e apaixonado Ira, de 91 anos, sofre um acidente de carro. Preso nas ferragens e sem muitas esperanças de ser encontrado, vê o filme de sua vida passar diante de seus olhos e relembra os detalhes de seu longo e feliz casamento com Ruth. Quem sabe as surpresas que a vida poderá trazer quando esses três destinos se cruzarem?
Beijos!
*Ajude o blog comprando pelo link indicado no post ou através dos banners do Submarino e Amazon;
as compras pagas geram comissão ao Estante da Nine
Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.
Aos 45 anos, Adrienne Willis repensa toda a sua vida quando o marido a abandona por uma mulher mais jovem. Com o coração partido e em busca de descanso ela segue para a pequena cidade de Rodanthe, na Carolina do Norte, para cuida da pousada de uma amiga, Quando uma tempestade terrível se aproxima, Adrienne começa a achar que sua fuga perfeita está arruinada - isso atá a chegada do novo hóspede, o Dr. Paul Flanner. Aos 54 anos, o médico chega a Rodanthe para repensar sua profissão e relação com a família. Agora, em meio à tempestade que os cerca, os dois seres feridos procurarão conforto um nos braços do outro - e esse único fim de semana despertará sentimentos que irão acompanhá-los pelo resto de suas vidas. O título desse livro foi mudado de O Sorriso das Estrelas para Noites de Tormenta depois do sucesso do filme, que agora compõe também a capa do livro.
O vídeo sobre Um porto seguro faz parte do Desafio 2013: livros e seus filmes. Por algum motivo que não sei explicar imaginei que não fosse gostar do filme. Era uma impressão que carregava desde que vi o trailer pela primeira vez. Felizmente foi uma boa adaptação, dentro do possível. E você, já assistiu ao filme? Deixe seu comentário.
Beijos!
*Ajude o blog comprando pelo link indicado no post ou através do banner do Submarino;
as compras pagas geram comissão ao Estante da Nine
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Edição: 2012
Páginas: 414 Skoob | Goodreads
Leia um trecho no Tumblr
Compre no Submarino
Quando uma mulher misteriosa chamada Katie aparece repentinamente na pequena cidade de Southport, na Carolina do Norte, questionamentos são levantados sobre seu passado. Linda, mas discreta, Katie parece evitar laços pessoais formais até uma série de eventos levá-la a duas amizades distintas: uma com Alex, o viúvo com um coração maravilhoso e dois filhos pequenos; a outra com sua vizinha muito sincera. Apesar de ser reservada, Katie começa a baixar a guarda lentamente, criando raízes nessa comunidade solícita e tornando-se próxima demais de Alex e de sua família. No entanto, quando Katie começa a se apaixonar, ela se depara com o segredo obscuro que ainda a assombra e a amedronta: o passado que a deixou apavorada e a fez cruzar o país. Com o apoio de Jo, Katie percebe que deve escolher entre uma vida de segurança temporária e outra com recompensas mais arriscadas... E que, no momento mais sombrio, o amor é seu único refúgio.
Advogado de sucesso, Wilson Lewis sempre se esforçou para que a família vivesse confortavelmente, mas talvez tenha dedicado tempo demais ao trabalho e de menos às pessoas mais importantes de sua vida. Depois de 30 anos casado e com a filha mais velha prestes a fazer os próprios votos matrimoniais, ele é forçado a encarar uma verdade dolorosa: já não há paixão em seu casamento - e a culpa é dele. Wilson e sua esposa Jane se afastam cada dia mais e ele questiona se a mulher ainda o ama. Uma coisa é certa: seu amor por Jane só aumentou ao longo dos anos e ele está disposto a fazer o possível para reconquistá-la. Inspirado pela maravilhosa história de amor dos sogros, Noah e Allie (de Diário de uma Paixão), ele promete a si mesmo que encontrará uma forma de levar o romantismo de volta à sua vida conjugal e fazer a espos apaixonar-se por ele novamente.
"Mas não estava em outra época e lugar, e nada daquilo era normal. Trazia a fotografa dela consigo há mais de cinco anos. Atravessou o país por ela.” “Era estranho pensar nas reviravoltas que a vida de um homem pode dar. Até um ano atrás, Thibault teria pulado de alegria diante da oportunidade de passar um fm de semana ao lado de Amy e suas amigas. Provavelmente, era exatamente isso de que precisava, mas quando elas o deixaram na entrada da cidade de Hampton, com o calor da tarde de agosto em seu ápice, ele acenou para elas, sentindo-se estranhamente aliviado. Colocar uma carapuça de normalidade havia-o deixado exausto. Depois de sair do Colorado, há cinco meses, ele não havia passado mais do que algumas horas sozinho com alguém por livre e espontânea vontade. (...) Imaginava ter caminhado mais de 30 quilômetros por dia, embora não tivesse feito um registro formal do tempo e das distâncias percorridas. Esse não era o objetivo da viagem. Imaginava que algumas pessoas acreditavam que ele viajava para esquecer as lembranças do mundo que havia deixado para trás, o que dava à viagem uma conotação poética. prazer de caminhar. Estavam todos errados. Ele gostava de caminhar e tinha um destino para chegar.
Em plenos anos 90, Landon Carter (Shane West) é punido por ter feito uma brincadeira de mal gosto em sua escola. Como punição ele é encarregado de participar de uma peça teatral, que está sendo montada na escola. É quando ele conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), uma jovem estudante de uma escola pobre. Com o tempo Landon acaba se apaixonando por Jamie que, por razões pessoais, faz de tudo para escapar de seu assédio.
Saiu resenha sobre o livro, então hoje é dia de escrever sobre a versão para o cinema de Um amor para recordar! EU GOSTEI MAIS DO FILME. Pronto, falei. Enquanto basicamente todo o planeta Terra já tinha assistido a versão cinematográfica do bestseller de Nicholas Sparks, eu cavoquei na mente, mas não encontrei indícios de ter assistido na época em que fez sucesso. Então, literalmente, depois de ler o livro, fui assistir o filme.
É raro eu gostar mais do filme do que do livro, mas confesso que neste caso, achei melhor a adaptação. A única coisa bem próxima entre livro e filme foi a característica dos personagens Landon e Jamie. A época em que se passa é outra e o enredo é totalmente diferente.
No livro, o foco é na religiosidade de Jamie e não apenas por motivos óbvios (o pai dela). Em alguns momentos, chega a ser surreal. O filme também retrata essa fé, mas de uma maneira delicada e compreensível. Jamie não é uma fanática, apenas uma garota que segue sua fé, ajuda o próximo e mantém os seus princípios. Enquanto Landon é o garoto popular e inconsequente, que passa a observar Jamie e passa a ter novas conclusões sobre sua própria vida. O amor entre eles não nasce fulminante e arrebatador.
O filme, na minha opinião, conseguiu retratar o tempo certo de tudo que acontece na vida do casal. Não apenas em relação aos dois, mas também, como Jamie é hostilizada na escola, como Landon, aos poucos, deixa seus amigos para trás e conquista a confiança do pai de Jamie. Como a amizade dos dois evoluí até chegar ao clímax da história.
É um filme que merece ser assistido, independente de se ler o livro antes ou não. E um conselho: fique com uma caixa de lenços por perto.
Cada mês de abril, quando o vento sopra do mar e se mistura com o perfume de violetas, Landon Carter recorda seu último ano na High Beaufort. Isso era 1958, e Landon já tinha namorado uma ou duas meninas. Ele sempre jurou que já tinha se apaixonado antes. Certamente a última pessoa na cidade que pensava em se apaixonar era Jamie Sullivan, a filha do pastor da Igreja Batista da cidade. A menina quieta que carregava sempre uma Bíblia com seus materiais escolares. Jamie parecia contente em viver num mundo diferente dos outros adolescentes. Ela cuidava de seu pai viúvo, salvava os animais machucados, e auxiliava o orfanato local. Nenhum menino havia a convidado para sair. Nem Landon havia sonhado com isso. Em seguida, uma reviravolta do destino fez de Jamie sua parceira para o baile, e a vida de Landon Carter nunca mais foi a mesma.
John Tyree (Channing Tatum) é um jovem soldado que está em casa, licenciado. Um dia ele conhece Savannah Curtis (Amanda Seyfried), uma universitária idealista em férias por quem se apaixona. Eles iniciam um relacionamento, só que logo John precisará retornar ao trabalho. Dentro de um ano ele terminará o serviço militar, quando poderão enfim ficar juntos. Neste período eles trocam diversas cartas, onde cada um conta o que lhe acontece a cada dia.
Olá guris e gurias!
Como prometido (mesmo com a demora), o post de hoje é uma espécie de resenha do filme Querido John [Dear John, no título original]. Pensei em fazer em vídeo, e até cheguei a gravar, mas como as prioridades em vídeo são outras, o post vai ser escrito mesmo. Espero a opinião de vocês, então comentem bastante.
Esse filme foi uma completa decepção pra mim. Como disse na resenha do livro, ele combinou com meu gosto, e também para o estilo que propõe. Achei uma história tão real, onde os personagens fazem escolhas como nós faríamos se estivéssemos no lugar deles, mas já o filme...
Sempre que um filme é baseado ou adaptado de um livro, ele precisa manter a estrutura do enredo. A coerência nesse sentido. Começando pelos personagens principais. Savannah é morena no livro, Amanda Seyfried deve ser uma das criaturas mais brancas do planeta. John é tatuado, uma característica bem marcante da personalidade dele. No filme, Channing Tatun não tem um risquinho sequer no corpo. Nem mesmo uma cicatriz.
SPOILER
Tim ser pai de Alan foi a coisa mais absurda que o filme poderia propor. Quando ouvi esse diálogo, logo no início, minha vontade foi de desligar o dvd e jogar o filme na parede. Respirei fundo e segui adiante. Achei tão sem sentido que todo desenrolar do filme foi ficando cada vez mais patético.
E foi isso. Achei um filme, além de patético, totalmente medíocre se comparado com o livro, que é muito melhor, sem sombra de dúvida. Tentando imaginar a adaptação, sob o ponto de vista de quem ainda não leu o livro, portanto não tem a expectativa lá nas nuvens, o máximo que posso dizer: é mais um filme, entre tantos outros romances com uma dose forte de drama, e só. Não tem nenhum diferencial a mais.
Querido John
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Edição: 2010
Páginas: 288 Skoob | Goodreads
Compre no Submarino
Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.
Depois da resenha de Diário de uma Paixão, o livro, vou falar um pouco sobre o filme, de mesmo nome [com o título de The Notebook, em inglês], claro, baseado na obra de Nicholas Sparks. Eu gostei muito da adaptação.
Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.
Achei o filme bem fiel aos sentimentos dos personagens, assim como a intensidade da relação de Noah e Allie. Com algumas adaptações, que do meu ponto de vista, não comprometeram tanto a história original, o filme tem um ar de drama, como a própria história de amor, que embora muitos pensem diferente, eu acho que teve um final feliz.
Acredito que o filme poderia ter mostrado mais a vida do Noah entre a despedida com Allie e a ida para guerra. Uma personagem importante desse trecho do livro foi deslocada para o mesmo momento da volta da Allie, antes do casamento e confesso que não gostei do encontro delas.
Sobre a compra da casa, mas um trecho adaptado e fundamental do livro, uma mudança. Como a vida de Noah antes da guerra não foi filmada, nada mais lógico que o dinheiro da compra vir de outro lugar, no caso, o pai. Para mim, não comprometeu o decorrer da história.
E por fim, gostei da maneira como a história foi ilustrada. Noah e Allie na clínica, depois de tantos anos de casados, lutando para manter esse amor aceso mesmo com a doença debilitando Allie e também Noah, e conforme a história deles era contada, as cenas dos dois jovens pulavam na tela mostrando como é o amor verdadeiro.
Meu único, porém é que, do meu ponto de vista, os atores deviam ser outros no inicio da história. Quando eles se conhecem. Ryan Gosling ficou sim com o aspecto mais velho com a barba, uma mudança leve na cor dos cabelos e pele. Já com Rachel McAdams nem maquiagem e nem figurino fizeram com que ela ficasse mais velha. Claro que a atuação é brilhante, mas poderiam ser atores mais jovens dessa etapa.
ASSISTA AO TRAILER
Mais informações sobre Diário de uma paixão no Adoro Cinema Beijos!
Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns, e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e meu nome em breve será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.