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19 de março de 2016

Se eu ficar (If I Stay) – dirigido por R.J. Cutler




Se eu ficar
(If I Stay)
Direção: R.J. Cutler
Produção: Metro Goldwyn Mayer
Ano: 2014
Duração: 106 minutos
Filmow | IMDb
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LEIA TAMBÉM
Se eu ficar de Gayle Forman
Para onde ela foi de Gayle Forman

Oi gente, tudo bem? Hoje eu finalmente sentei para escrever sobre o filme Se eu ficar, dirigido por R.J. Cutler, que assisti no final de fevereiro no canal Telecine. Não pretendo me estender muito nas impressões, mas achei interessante publicar um post rápido porque a leitura fez parte da minha meta para o Desafio livros e seus filmes em 2014. Aqui no Estante da Nine eu já escrevi sobre o livro que deu origem ao filme, Se eu ficar de Gayle Formam e também sobre a continuação, Para onde ela foi, meu vídeo mais assisto até hoje!

Na história acompanhamos Mia, uma adolescente apaixonada por música clássica que por vezes se sente um peixe fora d'água no meio de sua família roqueira. A protagonista logo chama a atenção de Adam, líder da banda mais badalada da cidade. A relação entre os dois personagens começa de forma sutil, mas logo se transforma em namoro. Prestes a terminar o ensino médio, Mia tem muitas dúvidas sobre o futuro, mas tudo muda após um grave acidente de carro em um dia de neve intensa. 

No geral, eu gostei da adaptação de Se eu ficar. Os principais elementos da trama do livro estão presentes no roteiro do filme e apesar de alguns momentos não ganharem a atenção merecida, a história mantém a dinâmica entre presente e passado de forma satisfatória. Também achei a personalidade de Mia e Adam bem fieis ao que eu imaginei ao longo da leitura e alguns momentos entre o casal foram até mais espirituosos que no livro. Assim como na obra de Gayle Formam, a condição da protagonista no filme dá margem para várias interpretações, que variam de acordo com a crença (ou falta dela) e visão de mundo de cada um.



Sobre os aspectos negativos, eu não gostei de Mia correndo pelo hospital toda vez que algo relevante acontecia em um setor diferente do que ela estava. Eu até entendi a ideia de usar a corrida como transição das cenas, mas não teve um efeito dramático interessante. E por falar nisso, eu tinha a impressão de que me emocionaria bem mais com o filme, mas isso não aconteceu. Claro que alguns trechos são realmente marcantes e algumas lágrimas rolaram, mas não foi aquela choradeira, sabe?!

No geral, é um bom filme. Faltou alguma coisa para que eu me envolvesse mais com a história, no entanto incluo Se eu ficar na lista das boas adaptações literárias (mas não das mais incríveis). Minha nota para a produção dirigida por R.J. Cutler foi de três estrelas e meia no Filmow. Me incomoda que Chlöe Moretz aparaça em tantos filmes (inspirados em livros), mas sem dúvida ela foi uma ótima Mia. Jamie Blackley também foi bem como Adam, mas como já comentei nas resenhas do livros, não sou fã dele.

E vocês, já leram ou assistiram Se eu ficar? Como foi a experiência? Vocês gostaram da história e do rumo que Gayle Formam escolheu? Me contem tudo nos comentários!

ASSISTA AO TRAILER DE SE EU FICAR

Beijos!
Imagem: Divulgação
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29 de fevereiro de 2016

Forrest Gump – O contador de histórias (Forrest Gump) – dirigido por Robert Zemeckis







Forrest Gump - O contador de histórias
(Forrest Gump)
Direção: Robert Zemeckis
Produção: Paramout
Ano: 1994
Duração: 142 minutos
Filmow | IMDb
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Oi gente, tudo bem? Há muito tempo não sento para escrever sobre um filme. Por isso, e também porque a experiência foi incrível, o post de hoje é sobre Forrest Gump – O contador de histórias, estrelado por Tom Hanks, dirigido por Robert Zameckis e lançado mundialmente em 1994. Quando eu publiquei no Estante da Nine a lista com 3 filmes superlegais de Tom Hanks comentei que a possibilidade de rolar uma segunda edição era grande e depois de assistir Forrest Gump tenho certeza que em breve vai sair!

Eu demorei muito tempo para assistir Forrest Gump porque o medo de não gostar da história era grande. Esse é aquele tipo de filme muito recomendado e amado pelos fãs de cinema e normalmente eu crio expectativas que mais tarde não são correspondidas. Felizmente isso não aconteceu. A história estrelada por Tom Hanks é tão bacana que um post é pouco para comentar sobre tudo que eu gostei, mas espero que o texto seja o incentivo que faltava para você também assistir ao filme.


Forrest Gump – O contador de histórias é o retrato da vida de um homem que desde a infância precisa enfrentar desafios consideráveis e, contrariando todas as possibilidades, participa de alguns dos momentos mais significativos dos Estados Unidos com honras. O Forrest que corre dos valentões da escola e descobre que pode se locomover sem a ajuda de aparelhos ortopédicos é o mesmo Forrest que não desiste dos companheiros no meio de um bombardeio. 

Além de Forrest, que é um personagem incrível, adorei como a mãe dele é significativa para história e como, além de entender as limitações do filho, faz de tudo para que ele entenda que sim, é possível seguir em frente e superar as dificuldades (e expectativas). Jenny também é uma figura importante para o enredo. Além de melhor amiga de Forrest desde a infância, a jovem enfrenta seus próprios desafios, bem diferentes do protagonista, mas tão importantes quanto. E, sem dúvida, a amizade que eu mais gostei foi entre Forrest e o Tenente Dan Taylor.

O mais bacana desse filme é que ele consegue ser engraçado, divertido, dramático e emocionante, tudo ao mesmo tempo. Além de uma história envolvente, discute temas importantes como limitações intelectuais, abuso, agressão, guerra, política, perda, solidão, superação e por aí vai. Talvez por ter assistido em um dia especialmente melancólico, chorei pra caramba, mas acho que vocês também, né?!


Forrest Gump – O contador de histórias é um filme incrível e entrou para a lista dos favoritos da vida. Não imaginei nem por um momento que ele pudesse me impactar de tal maneira, especialmente por ter sido lançado há tanto tempo e ser sempre muito comentado, mas ele foi além. Quando terminei de assistir fiquei dividida entre o incomodo e a esperança, porque Forrest nos mostra que no geral reclamos demais e agimos de menos. 

Espero que tenham gostado do texto de hoje e compartilhem nos comentários as impressões de vocês sobre Forrest Gump! Quem quiser também pode deixar uma sugestão de filme. Não vejo a hora de comprar o DVD para a minha coleção!

Beijos!
Imagens: Divulgação
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31 de dezembro de 2015

Cidades de papel (Paper Towns) - dirigido por Jake Schreier



Cidades de papel
(Paper Towns)
Direção: Jake Schreier
Produção: Fox 2000 Pictures
Ano: 2015
Duração: 109 minutos
Filmow | IMDb
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SUGESTÃO DE LEITURA
Cidades de papel de John Green

2015 está chegando ao fim e este é o último post do Desafio livros e seus filmes do ano (até porque termina hoje, né?). Desta vez compartilho minha opinião sobre a adaptação de Cidades de papel, livro de John Green. Sim, eu curti mais do filme. A obra original não me animou e apesar de ter adorado a ideia, não gostei dos pontos que o autor escolheu para desenvolver o enredo. No vídeo comento sobre meus momentos favoritos do filme. E vocês, já leram ou assistiram Cidades de papel?


TRAILER DE CIDADES DE PAPEL

Beijos!

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25 de novembro de 2015

Uma longa jornada (The Longest Ride) - dirigido por George Tillman Jr.




Uma longa jornada
(The Longest Ride)
Direção: George Tillman Jr.
Estúdio: Century Fox
Ano: 2015
Duração: 128 minutos
Filmow | IMDb
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SUGESTÃO DE LEITURA
Uma longa jornada de Nicholas Sparks

Oi gente, tudo bem? Finalmente estou de volta com mais um vídeo para o Desafio livros e seus filmes, e desta vez compartilho minha opinião sobre o filme Uma longa jornada (The Longest Ride), dirigido por George Tillman Jr. e baseado no livro de Nicholas Sparks. Eu já publiquei no Estante da Nine a minha resenha sobre o livro e você pode conferir no link acima. Na primeira quinzena de dezembro vou publicar o post e o vídeo sobre a edição 2016 do Desafio livros e seus filmes e conto com a participação de vocês. Aproveitem para seguir nas redes sociais porque sempre aviso sobre as novidades por lá. Espero que gostem do vídeo de hoje e participem nos comentários!



TRAILER DE UMA LONGA JORNADA

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27 de fevereiro de 2015

Carrie: A estranha (Carrie) – dirigido por Kimberly Peirce




Carrie:  A estranha
Carrie
Direção: Kimberly Peirce
Estúdio: Metro Goldwyn Mayer
Ano: 2013
Duração: 100 minutos
Filmow | IMBd
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O primeiro post desta sexta-feira é curto e rápido para comentar o que achei do remake de Carrie – A estranha, lançado em 2013 e dirigido por Kimberly Peirce. Aproveitei que os canais Telecine estavam abertos na última semana para matar (que trocadilho) a curiosidade sobre a versão contemporânea. Acho importante ressaltar que não li o livro de Stephen King nem assisti a clássica adaptação dos anos 1970. Ou seja, minha opinião é baseada no filme e só nele.

Sem enrolação, o filme é uma grande decepção. Fraco mesmo. Essa foi uma das poucas ocasiões em que fui atualizar minha página no Filmow e concordei com a maioria dos usuários (dos comentários que li, claro). Mas Nine, o que você quer dizer com fraco? Bom, partindo do ponto que a história é baseada no livro de um dos escritores contemporâneos mais importantes, imagino que além do suspense, Carrie – A estranha passe alguma mensagem, certo? (quem leu me conta)


O filme poderia abordar, além da própria realidade adolescente de Carrie, sua relação com a mãe extremamente religiosa e como os jovens encaram a religiosidade hoje em dia, o rigor absurdo no lar, o fato de ser a “esquisita” da escola e, é claro, a telecinesia. No entanto, a adaptação não explora esses temas com o objetivo de trazer um debate. Não! O filme é construído com momentos clichês seguidos de cenas impactantes e sanguinolentas, visualmente bem chocantes, mas que não agregam em nada para o conteúdo da história, para que o enredo tenha um desenvolvimento além da parte fantástica.

Eu gostei da escolha de elenco e das atuações. Infelizmente, pelo roteiro se ater especialmente na parte paranormal da história (e Stephen King é um dos roteiristas), a performance dos atores não parece tão boa assim. Quando Carrie – A estranha terminou eu pensei “Tá, é isso o filme?”. Porque a mensagem final é clara: comenta bullying com a menina com poderes telecinéticos e ela massacrará você no baile. Sim, é só isso que o filme passa.



Cotei Carrie – A estranha com duas estrelas no Filmow. Raramente vocês me verão falar ou escrever isso, mas eu não recomendo o filme. Se você é fã de Stephen King e está curioso, ok. Mas no geral, não é um filme que eu tenha gostado ou tenha valido a pena nem pela parte paranormal e nem por outros questionamentos, porque eles são quase inexistentes. Agora estou em dúvida entre ler o livro primeiro ou assistir ao filme dos anos 1970 para saber se foi melhor adaptado (pelos comentários dos fãs da história, foi sim).

ASSISTA AO TRAILER

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Fotos: Divulgação
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20 de julho de 2013

Dezesseis luas (Beautiful Creatures) - dirigido por Richard LaGravenese




Dezesseis luas
(Beautiful Creatures)
Direção: Richard LaGravenese
Estúdio: Warner Bros
Ano: 2013
Duração: 124 minutos
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SUGESTÃO DE LEITURA
Dezesseis luas de Margaret Stohl e Kami Garcia

O vídeo sobre Dezesseis luas faz parte do Desafio 2013: livros e seus filmes. Eu estava preparada para um filme horrível e terrível, principalmente porque meus amigos me alertaram sobre algumas falhas de roteiro e efeitos especiais. Eu realmente não achei uma boa adaptação, mas também não fiquei no grupo das pessoas que odiaram o filme. E você, leu Dezesseis luas? Assistiu ao filme? Tem algum interesse em conhecer a história? Deixe seu comentário!




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18 de julho de 2013

Um porto seguro (Save Haven) - dirigido por Lasse Hallström




Um porto seguro
(Save Haven)
Direção: Lasse Hallström
Produtora: Relativity Media
Ano: 2013
Duração: 115 minutos
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SUGESTÃO DE LEITURA
Um porto seguro de Nicholas Sparks

O vídeo sobre Um porto seguro faz parte do Desafio 2013: livros e seus filmes. Por algum motivo que não sei explicar imaginei que não fosse gostar do filme. Era uma impressão que carregava desde que vi o trailer pela primeira vez. Felizmente foi uma boa adaptação, dentro do possível. E você, já assistiu ao filme? Deixe seu comentário.


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29 de abril de 2013

A hospedeira (The Host) - dirigido por Andrew Niccol




A hospedeira
(The Host)
Direção: Andrew Niccol 
Produtora: Chockstone Pictures
Ano: 2013
Duração: 125 minutos
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O vídeo sobre a adaptação do livro A hospedeira de Stephenie Meyer faz parte do projeto Desafio 2013: livros e seus filmes. O filme foi uma surpresa positiva já que eu não tinha gostado do trailer. 

A hospedeira ficou pouco tempo em cartaz na minha cidade (aproximadamente 20 dias) e recebeu críticas negativas em todo mundo. Particularmente achei a adaptação bem fiel dentro das possibilidades, um bom filme. E no futuro pode rolar uma continuação. Será?



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26 de março de 2013

Bones (1ª temporada)





Bones
1ª temporada
Episódios: 22
Duração: 40 minutos
Emissora: Fox
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Bones.
Melhor definição: amor no episódio piloto. Sim!
Por algum motivo que não sei explicar eu nunca tinha assistido Bones de verdade. Algumas vezes até parei enquanto trocava os canais da tv, mas nunca prestava atenção. No meu aniversário, em dezembro, resolvi comprar o box da primeira temporada e na semana passada comecei a assistir. A sinopse era atraente, Fringe terminou e eu queria me apaixonar por um novo personagem super inteligente. Foi o melhor presente de aniversário que eu poderia me dar! \o/

O primeiro episódio de uma série é sempre uma experiência interessante. Mesmo que ela já esteja no ar há muitas temporadas (como é o caso de Bones), é preciso lembrar que tudo isso começou lá no episódio piloto. Ele é o responsável por vender a ideia do programa (e conquistar investimentos para a produção) e o mais importante de tudo, conquistar a audiência. Se eu tivesse assistido ao primeiro episódio na época de lançamento tenho certeza de que teria me apaixonado. Exatamente como aconteceu há uma semana.


O enredo da série é bem simples: um agende do FBI, Seeley Booth, solicita os serviços de uma antropóloga forense, Dra. Temperance "Bones" Brennan, para desvendar a identidade das vítimas onde tudo que restou (na maioria dos casos), foram os ossos. Com o passar do tempo o contato entre os dois se intensifica e eles passam a ser parceiros. A série começa quando os dois personagens passam a trabalhar juntos.

A dinâmica dos episódios é uma mistura de drama, humor e ciência. Os dois protagonistas são totalmente opostos, o que rende algumas brigas e discussões bem intensas. Além disso, são extremamente apaixonados pelo trabalho e competentes. O senso de justiça está em ambos, mas os métodos são inteiramente diferentes. Outro ponto que gostei foi a evolução que a equipe da Dra. Brennan (no Jeffersonian Institution) tem ao longo da série. Eles se tornam protagonistas também.

O foco da primeira temporada é a evolução do relacionamento profissional entre Booth e Bones. Cada episódio apresenta um caso e, nem todos, com final feliz. É possível assistir aos episódios isolados, mas para compreender o relacionamento entre os personagens o interessante é assistir regularmente. Fica bem claro que exite uma atração forte entre os protagonistas, mas na primeira temporada eles não tem nenhum tipo de envolvimento. 

Os últimos dois episódios da temporada são incríveis e o gancho para a segunda etapa de Bones foi muito bom. Atualmente a série foi renovada para a nona temporada e o número de capítulos varia em cada ano. Bones começou com um público de oito milhões de telespectadores (2005-2006), teve seu ápice na sexta temporada ultrapassando os 11 milhões (2010-2011). Atualmente o público da série é de, em média, nove milhões.

Para acompanhar as novidades de Bones curta a fanpage do programa no Facebook. E você, assiste a série ou tem interesse? O que você mais gosta e o que não gosta?

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5 de março de 2013

O leão, a feiticeira e o guarda-roupa - dirigido por Andrew Adamson





O leão, a feiticeira e o guarda-roupa
(The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe)
#1 As Crônicas de Nárnia
Direção: Andrew Adamson
Estúdio: Walt Disney Pictures
Ano: 2005
Duração: 143 minutos
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É senso comum e a gente sempre pensa quase instantaneamente quando o assunto surge: "O livro é SEMPRE melhor que o filme". Foi mais ou menos com essa ideia que comecei assistir a adaptação de O leão, a feiticeira e o guarda-roupa. Na minha maratona incansável de C.S. Lewis, imaginei que nem de longe o filme ia me agradar já que não gostei da história original. Mas...

Pois é. Eu gostei. E bem mais que o livro. Me julguem.

A produção é da Walt Disney Pictures e embora eu não seja a fã número um, confesso que adoro os cuidados com efeitos especiais, figurinos e cenários. E todos os pontos são impecáveis (na minha opinião de pessoa comum, lembrem-se). Gostei muito da personalidade dos personagens: os quatro irmãos são muito diferentes, mas a personalidade de cada um é linear no filme todo. No livro achei as mudanças abruptas.



Aslam é a figura mais imponente do filme e quando aparece, rouba a atenção! Contudo, os outros seres de Nárnia também têm oportunidade de aparecer, mesmo que rápido. Como toda adaptação, o filme não é fiel ao livro. Mas foi uma das poucas vezes que observei elementos de transição que mesmo diferentes do texto original, correspondem à mesma reação.

Embora seja voltado especialmente ao público jovem, fiquei com a sensação de que é adulto também. Sabe, daqueles que você assiste e decora, mesmo inconscientemente. Espero que as próximas crônicas me envolvam mais e que os filmes sejam tão bons ou melhores que O leão, a feiticeira e o guarda-roupa.

Sim, eu fugi dos filmes porque sempre quis ler os livros!

E vocês, gostam do filme? E do livro?

Beijos!
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