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2 de novembro de 2016

Leituras de outubro (2016) - Sarah J. Maas, Paula Hawkins e mais...

Outubro não foi o mês produtivo que eu esperava, então o saldo de quatro leituras foi positivo. Alguns livros ficaram para trás, por isso em novembro não vou fazer meta de leitura (comentei minhas metas gerais no Estante da Nine, leia mais aqui), mas espero sim ler mais e atingir os 75 livros no ano até mês que vem.


LEITURAS
Corte de espinhos e rosas de Sarah J. Maas (resenha)
Sete chaves do caveira de Luiz Hasse
A garota no trem de Paula Hawkins
O vendedor de armas de Hugh Laurie (resenha)

Beijos!

9 de outubro de 2016

Meta da semana: 9 a 15 de outubro

Finalmente a meta da semana está de volta para conversarmos sobre as últimas leituras. Eu fiquei animada depois que reuni os livros lidos em setembro (em breve vídeo) e o volume superou minha ideia inicial. Isso influenciou o começo de outubro que está promissor. Verdade que essa época do ano é minha preferida, mas a organização ajuda muito e finalmente estou encontrando uma rotina que combina com meus horários (tente encontrar a tua também, muda a vida).

Na semana que passou conclui a leitura de Sete chaves do Caveira de Luiz Hasse, livro que conta a história de um jovem que se torna justiceiro e enfrenta o perigo para salvar algumas pessoas. Adorei o realismo fantástico da história e o contexto urbano. O livro tem um tom sinistro porque fala sobre violência e como isso afeta toda a sociedade. O protagonista é uma figura controversa, o anti herói, mas ao mesmo tempo é possível compreender suas razões para vestir uma máscara e fazer justiça com as próprias mãos. O livro combinou que esse mês do terror e indico a leitura.


Essa semana, especificamente no sábado (ontem), li os cinco primeiros capítulos de A sociedade do anel de J. R.R. Tolkien, a meta semanal da nossa leitura coletiva e também das atualizações do diário de leitura. Eu adorei a narrativa do autor, especialmente porque estava preparada para algo mais cansativo do que realmente foi. Nunca imaginei ler 100 páginas do livro em um único dia, mas consegui e fiquei muito feliz por não atrasar. Durante a semana vou publicar a atualização da leitura e ler os capítulos determinados para os próximos dias.

Comecei nesse domingo a tarde A garota no trem de Paula Hawkins, leitura para o Desafio livros e seus filmes. Notei que o texto flui rápido e que a protagonista não é confiável. Acredito que ainda na semana eu termine o livro e conto pra vocês aqui no Estante da Nine se eu gostei ou não. Também atualizo minhas leituras nas redes sociais, se quiser seguir será ótimo, hehehe!


Outro livro que incluí na meta da semana é O mulato de Aluísio Azevedo; essa leitura é para o meu projeto de clássicos brasileiros e de língua portuguesa e estou com muitas expectativas. Adoro o autor e até agora as escolhas do projeto foram ótimas. Já adiei ler em setembro e vamos ver se encaro o livro em outubro.

Harry Potter e as relíquias da morte de J.K. Rowling é uma leitura em andamento que pretendo concluir no decorrer do mês e na bolsa estou levando Prodigy, segundo volume da Trilogia Legend de Marie Lu. Li os primeiros capítulos e estou adorando, como já imaginava. Em breve também vou falar mais sobre ele por aqui! E vocês, o que estão lendo?

Beijos!
Fotos: Nine Stecanella

23 de novembro de 2014

Novos na estante #6

Oi gente, tudo bem? Hoje é dia de vídeo com os livros recebidos, trocados e comprados desde a última edição da coluna novos na estante, em 13 de outubro. Quando parei para organizar, percebi que eram muitos livros, então resolvi separar em dois vídeos. No próximo, vou mostrar os lançamentos da Novo Conceito. Chegaram duas caixas nos últimos tempos. Abaixo do vídeo estão as informações sobre os livros como no nome, autor e link do Skoob. Conheça o projeto Livro Livre. Espero que gostem!



RECEBIDOS (autores e editoras)
Sete chaves do caveira de Luiz Hasse
Apaixonados anônimos de Gael Rodrigues
A caverna das maravilhas de Matthew J. Kirby

COMPRAS (Feira do Livro e Submarino)
Os 39 degraus de John Buchan
Gone de Michael Grant
Como se tornar mais organizado e produtivo de Ken Zeigler
No escuro de Elizabeth Haynes
Conquista de Ally Condie

TROCAS (Livro Livre e sebos)
O cão dos Baskerville de Conan Doyle
Slayers de Hajime Kanzaka
Ratos de Gordon Reece
Gênesis de Bernard Beckett
Fanny Hill de John Cleland
Um safado em Dublin de J.P. Donleavy
Memórias da casa dos mortos de Dostoiévski
O médico e o monstro de R.L. Stevenson

Beijos!

18 de abril de 2012

Estação jugular de Allan Pitz




Estação jugular
Autor: Allan Pitz
Editora: Desfecho Romances [Multifoco]
Edição: 2011
Páginas: 98
| SKOOB |
Delirante, frenético e alucinante é o ritmo que Pitz imprime a essa saga do absurdo (mas que tem forte conotação de realidade, pois, apesar de sugerir uma alegoria, é plenamente observável para além da ficção), envolvendo o leitor na claustrofóbica experiência do personagem-narrador, que foge não se sabe de onde e não se sabe para onde vai. Um ônibus que surge inesperado, conduzido por um motorista improvável, rumo a uma estrada desértica, des filando por paisagens vivíssimas e surreais nos faz confrontar com o absurdo contido na própria história da humanidade. Ao embarcar junto com o protagonista e narrador Franz, um técnico de informática em sua aparente fuga do cáustico sol que castiga, o leitor é incitado a uma viagem desconfortável, mas altamente reveladora.

Estação Jugular foi uma experiência diferente. Allan Pitz coloca o leitor na pele do personagem-narrador acompanhando os pensamentos, emoções e sensações pelos olhos de Franz, um cara simples que foge de alguma coisa que não descobrimos e entra em um ônibus rumo ao desconhecido. 

A viagem, o ônibus e o motorista, muito paciente da história de Allan Pitz, são alegorias para apresentar um contexto onde vivemos a mesma experiência que Franz ao longo das páginas. Com texto bem estruturado e escrita envolvente, o autor possibilita que todo leitor também seja o personagem principal de Estação jugular

O ritmo da leitura é intenso e embora o livro seja curto, 95 páginas, Franz - através de sua viagem de ônibus, encontra as cenas mais bizarras possíveis. Isso faz com que o personagem pense em desistir da jornada no ônibus misterioso por muitos momentos. Allan Pitz debate com o leitor até que ponto temos medo do desconhecido e ao mesmo tempo, fascínio. E onde as decisões de Franz (e as nossas) podem levar. 

O final é inesperado e surpreendente. É possível entender cada ponto apresentado durante o livro que por determinados momentos pareciam sem explicação. Acredito que Allan Pitz tenha criado uma história tão incomum para fazer com o que o leitor incorpore as experiências de Franz conforme suas experiências pessoais. Desta forma, para cada um que ler Estação jugular a mensagem será diferente e pessoal.

A capa representa muito bem o caminho pela qual o ônibus segue e o contexto da história. A edição tem boa diagramação e folhas amarelas. Não encontrei problemas de revisão ou concordância. Indico o livro para todos os leitores. 

Beijos!
*Livro recebido do autor Allan Pitz

4 de abril de 2011

O casarão de Vicente Reckziegel





O casarão
Autor: Vicente Reckziegel
Editora: Multifoco
Edição: 2010
Páginas: 142
| SKOOB |
"A curiosidade pode ser o maior bem do ser humano, mas também pode ser sua perdição. Trata-se de uma história de amizade entre quatro adolescentes inseparáveis, que em busca de uma aventura acabam por encontrar um lugar visível somente a eles. Um local que aos poucos vai transformando e distorcendo suas mentes até ocasionar em uma tragédia. Ambientada na década de 80, mostra o universo da adolescência naquela época, permeada pelo terror de um casarão, que esconde forças ocultas há séculos. Aqui não existe Deus ou Diabo, há somente “O Casarão”."

16 de dezembro de 2010

O silêncio das mariposas de Juliano Schiavo




O silêncio das Mariposas
Autor: Juliano Schiavo
Editora: Anthology [Multifoco]
Edição: 2010
Páginas: 214
Skoob |

Apenas o silêncio das mariposas pode ser alcançado – mesmo que cause dor e desconforto. E tudo por causa de um beijo, um beijo vampiro, num baile de máscaras, numa noite em que a lua cheia banhava o céu com uma cor prateada. E, neste turbilhão de sensações e metáforas, eis que o drama se inicia e se desenrola numa teia tecida por relatos de uma face sem sexo e sem nome, apenas com uma cicatriz.