31 de janeiro de 2016

Trocas no sebo + compra no Submarino!

Oi gente, tudo bem? Apesar de ficar na dúvida sobre manter ou não os vídeos de novidades, e também por não participar mais das seleções de parcerias com as editoras - não devo receber muitos livros na caixa postal, eu não sabia se gravava ou não, mas gostei tanto das minhas trocas no sedo d'O Arco da Velha e da minha compra do mês no Submarino, que resolvi compartilhar (eventualmente), o que tem de novo na minha estante. Espero que gostem! Vocês já leram algum dos livros que mostrei no vídeo?!


LIVROS
Os três mosqueteiros de Alexandre Duma (Abril Coleções)
As aventuras de Huck de Mark Twain (Editora Brasiliense) 
Frankenstein de Mary Shelley (LePM Pocket)
Factótum de Charles Bukowski (LePM Pocket)

Beijos!
Batom: Fúcsia Pop - Color Trend/ Avon

28 de janeiro de 2016

O lado bom da vida de Matthew Quick





O lado bom da vida
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Edição: 2013
Páginas: 160 (econômica)
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LEIA TAMBÉM
Quase uma rockstar de Matthew Quick
Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele 'lugar ruim', Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um 'tempo separados'. Tentando recompor o quebra-cabeça de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com o pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida.

26 de janeiro de 2016

Lucíola de José de Alencar




Lucíola
Autor: José de Alencar
Editora: L&PM
Edição: 1999
Páginas: 168
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Na melhor tradição romântica, Lucíola é um livro onde se debatem paixões tórridas e contraditórias. O amor que não resiste às barreiras sociais e morais. Assim é o romance da bela Lúcia, a mais rica e cobiçada cortesã do Rio de Janeiro, e Paulo, um jovem modesto e frágil. Um romance que sacode a corte e provoca um excitado burburinho na sociedade. De um lado a mulher que, sendo de todos, jurava não prender-se a nenhum homem, de outro o homem em dúvida entre o amor e o preconceito. José de Alencar utiliza este instigante argumento para descrever a enorme atração física entre um homem e uma mulher. A pena moralizadora do escritor busca a idealização espiritual da prostituta que quer se modificar e a alma pura de Paulo cuja amor arrebatador supera todas as barreiras. Lucíola é um dos mais curiosos trabalhos de José de Alencar. Há nele um clima de sensualidade constante combinado com o ardor e sofrimento, bem no clima da literatura romântica que predominava na segunda metade do século XIX quando foi escrito.

Finalmente gravei uma vídeo resenha para o Estante da Nine e essa é muito especial. Falei sobre uma das minhas leituras favoritas de 2015: Lucíola de José de Alencar. Meu primeiro contato com o autor foi há cerca de oito, 10 anos quando li Iracema e na época não gostei do livro. Logo, quando comecei Lucíola minhas expectativas eram baixas, o que foi ótimo porque eu amei o livro. Quase um mês depois, várias anotações e algumas pesquisas, finalmente criei coragem para ligar a câmera e compartilhar todo meu amor por essa história incrível. Espero muito que gostem e participem nos comentários.


Beijos!

*Ajude o blog comprando pelos links indicados no post ou através dos banners do Submarino e Amazon;
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21 de janeiro de 2016

Desapegar é bom (e usar as coisas paradas melhor ainda)

Oi gente, tudo bem? No final de 2015 eu anotei no meu caderno da pautas do Estante da Nine a ideia de escrever um post sobre desapego. Há alguns dias a Mari Dal Chico e o Marcos Tavares comentaram sobre o tema no Snapchat (sigam eles por lá, o meu é ninestecanella), e motivada pelos dois resolvi finalmente compartilhar minha experiência sobre desapegar. E para isso é preciso voltar alguns anos no tempo...

Desde pequena eu adoro guardar minhas coisas. Tenho até hoje minhas bonecas, ursos, jogos e brinquedos, inteiros ou em partes, que foram especiais na minha infância (a maioria guardados na casa da mãe, quem nunca?). Só por esse pequeno relato vocês podem imaginar o quanto foi difícil começar a praticar o desapego, né?! 

Durante o tempo em que morei com meus pais (juntos ou separados), e por não ter casa própria na época, a forma que eles encontraram para livrar meu quarto do acúmulo foi a mudança. Desta forma, por conta da bagunça dos primeiros dias eu me concentrava no que era mais importante e quando questionava meus pais sobre várias coisas terem sumido a real é que não tinha mais solução, tudo já estava no lixo há tempos.


Durante a adolescência e início da juventude continuou extremamente difícil abrir mão das coisas. E eu só me conscientizei da situação quando o Rodrigo e eu começamos nossa mudança para o apartamento em 2012. Aí sim minha ficha caiu. Tantas roupas e calçados novos e nunca usados, maquiagem pruma vida toda, filmes que não lembrava de ter na coleção e livros, ah os livros. Essa parte foi a mais chocante, sem dúvida.

Os primeiros passos para o desapego começaram ali. E logo numa mudança, algo que por boa parte da minha vida eu odiei, hehehe. As primeiras pilhas de doações, vendas ou lixo foram singelas, mas ano a ano eu ampliei minha visão sobre o tema. Porque gente, desapegar é bom demais. Mas não, não é fácil no início.

Além de praticar o desapego, desde o ano passado estou em luta com outro hábito ruim: o de comprar coisas lindas, que ficam paradas porque eu tenho pena de usar. Exatamente por isso reuni os dois assuntos num post só. Se 2015 não foi bom no geral, posso comemorar porque evolui em dois assuntos essenciais para melhorar a vida e a casa. Porque sim, desapegar deixa tudo mais leve. 


Se você aí do outro lado que está lendo esse texto tem dificuldade em desapegar minha dica é: comece aos poucos. Sempre que tiver um tempo extra faça uma geral num cômodo da casa, separe o que você realmente usa e quer manter, e o resto destine para a venda, doação ou lixo. Leve em consideração que coisas paradas há muito tempo provavelmente vão continuar assim e se não são mais uteis para você, certamente podem ajudar alguém. 

Outro benefício em desapegar é manter só o que você realmente gosta e usa em casa e nas suas coleções. Por viver numa sociedade de consumo e capitalista é claro que estamos constantemente desejando coisas novas. O desapego ajuda não só a fazer aquela limpa na casa, como também mostra a cada um de nós o que realmente precisamos e o que vale a pena investir. Hoje em dia eu prefiro ter menos (roupas, livros, maquiagens, calçados, etc.) e usar tudo, do que ter os armários explodindo com itens inúteis. 

Gente, basicamente o resumo da minha experiência com o desapego é esse. Hoje em dia eu vivo organizando a casa e o que não é útil vai embora fácil fácil. Além disso, e até pelo ano de recesso financeiro, sem dúvida aprendi a usar melhor o dinheiro, comprar coisas diferentes do que tenho e deixar os impulsos consumistas de lado. E o mais importante: desapegar é um hábito que precisamos incorporar na nossa rotina e manter. Não é fácil, não é rápido e não é de uma hora para outra, mas o resultado vale o esforço. E você, como lida com o desapego?

Beijos!
*Fotos: Nine Stecanella

20 de janeiro de 2016

Perguntas & respostas (out/2015) + P&R temático

Oi gente, tudo bem? Em outubro passado eu gravei um VLOG para o Estante da Nine com alguns recados e como espaço para que os leitores e inscritos deixassem perguntas. Já passou algum tempo desde então, mas eu contei pra vocês que meu final de ano foi atrapalhado, né?! O vídeo de hoje é finalmente com as respostas (e está grandinho) e nele proponho que os próximos Perguntas e respostas sejam temáticos. Para a próxima edição escolhi como tema leitura, blog, canal e internet. Aproveita e deixa tua questão aí embaixo!


Beijos!