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2 de maio de 2020

11 anos de Estante da Nine, aulas EAD e leituras (ou quase isso)!

Todo dia 1ª de maio eu faço uma retrospectiva do Estante da Nine e é nostálgico sentar para escrever um agradecimento pelo aniversário de 11 anos do blog que começou com uma pequena publicação em 2009 sobre Crepúsculo. Nessa época releio minhas postagens de "comemoração" dos anos anteriores e apesar do muito obrigada no final é sempre um texto repleto de lamentações. No meio da pandemia de corona vírus - quem diria - 2020 vai ser diferente. Claro que vai ter muito obrigada né, dessa vez é já no começo do texto e sem enrolação. Vocês aí do outro lado fazem toda diferença.

Durante os 11 anos de Estante da Nine uma coisa é certa: todos os momentos bons e ruins da minha vida pessoal influenciaram diretamente esse espaço (e o canal no Youtube também), e é exatamente por isso que até hoje o blog é uma incógnita. Por muitos tempo isso me incomodou, mas nos últimos anos eu aprendi a lidar melhor com a ansiedade e o desejo de fazer tudo e fazer nada. Eu adoro escrever e compartilhar impressões e é por isso que esse espaço é tão valioso e de jeito nenhum pode se tornar um fardo, e essa é a dica mais sensata possível que eu posso compartilhar por agora (e serve para qualquer aspecto da vida).

Minha leitura atual é O jardim secreto e tem tudo para entrar na lista de favoritos do ano! ❤

31 de março de 2020

Isolamento social, curso EAD e poucas leituras!

As minhas metas para 2020 não eram ambiciosas, mas extremamente importantes para me ajudar de vez a mudar certo hábitos e adquirir uma rotina saudável (nos últimos anos eu percebi que preciso de rotina, caso contrário meu dia não rende, me autossaboto). Meio dia de 31 de março e, além da saudade de escrever no blog, sento para falar o óbvio: um mês muda TUDO!

Quando o março começou meus dois objetivos principais eram estabelecer um horário do dia para meus estudos, curso Gestão do Agronegócio na modalidade Ensino à Distância (EAD) na Universidade de Caxias do Sul (UCS), onde também me formei em jornalismo; e ler mais - afinal minha média foi ótima em janeiro, mas fevereiro teve uma rotina intensa de trabalho e deixei os livros de lado. Lógico que com corona vírus e isolamento social março não foi o mês da virada como eu tanto queria.


1 de maio de 2018

9 anos de Estante da Nine e o que aprendi até aqui

Ontem durante a leitura lembrei de repente que dia 1º de maio é o aniversário do Estante da Nine. Há nove anos começava esse espaço com uma publicação sobre Crepúsculo de Stephanie Meyer (o post é público e vocês podem conferir clicando no nome do livro), sim - pode acreditar, e de lá pra cá muitas coisas aconteceram na minha vida e consequentemente no blog. Muito do que eu poderia falar já está no post de 2017 - 8 lições que aprendi em 8 anos de Estante da Nine - mas mesmo assim eu queria registrar a data e começar o mês com atualização, então partiu bater um papo sobre internet e o mundo.

Eu posso escrever já neste segundo parágrafo que vivo o momento mais tranquilo da minha relação com o blog (e quase lá com o canal). Eu finalmente entendi que o ritmo desse espaço está diretamente ligado com a minha rotina e humor, e diferente de uma pessoa organizada e focada, eu não consigo separar as coisas, eu realmente não consigo escrever duas linhas se não estiver com vontade, então hoje o blog oscilar entre posts seguidos e dias sem publicações não me incomoda como antes, porque independente da data das resenhas, listas, leituras - esses conteúdos continuam tendo seu valor, um registro que vale manter.


Em uma fase da vida onde eu pesquiso muito sobre consumo consciente minha relação com as leituras e o blog também foi influenciada pelo tema. Nos últimos anos, em vários momentos, me senti decepcionada por não receber nada na caixa postal,  por não poder comprar lançamentos ou assinar uma caixa literária. Então lembrei dos vários excessos que cometi por muitos anos, dos tantos livros que eu comprei e depois vendi ou doei sem nem ter folheado, do dinheiro que eu poderia ter economizado para ter agora. Enfim, quando a gente para pra pensar direitinho consegue identificar erros e evitar que eles aconteçam de novo. Aos 30 finalmente estou aprendendo.

Esse ano eu deixei de assinar a caixa postal. É algo que eu pensava desde 2017, insisti numa última renovação em novembro, mas realmente não faz sentido continuar com um espaço que não recebe nada. Eu sempre fui sincera por aqui, então não tem porque mentir que há muito, muito tempo, o Estante da Nine deixou de figurar na lista de editoras e autores como um espaço para influenciar leitores, então a caixa postal perdeu a função, hoje em dia tem muito mais gente com blogs, canais e Instagrams com milhares de seguidores, bem diferente da minha realidade.

O ponto positivo desses nove anos é que hoje eu me reconheço como leitora. Ou melhor, me entendo como alguém que gosta de tudo. No mundo literário isso pode até ser um obstáculo, já que eu não tenho um gênero, autor ou série que sejam predominantes no Estante da Nine, que causem uma identificação imediata com quem é novo no canal e o blog. Ao mesmo tempo eu sinto que os inscritos e leitores que realmente participam continuam por aqui justamente pela pluralidade de livros, então isso é uma identificação, mesmo que genérica, né?


O Estante da Nine esteve comigo na reta final da faculdade, na mudança da casa da minha mãe para o apartamento com o Rodrigo e sobreviveu a primeira crise existencial da vida aos 20 e poucos anos (está acabando agora, ufa). É ótimo ter o registro dos livros que eu li, das séries que assisti, dos textos pessoais que tive coragem de escrever, das experiências e decorações que compartilhei publicamente (mesmo as que não deram certo), e por ter acrescentado minha paixão por brechós também como um dos temas principais. Pesquisar o arquivo do blog é relembrar de uma Nine que as vezes parece muito distante, hehehe.

Por fim, e como não poderia deixar de ser, esse espaço continuou também porque amigos e leitores estão do outro lado sempre trocando uma ideia. Superada a barreira dos números, que volta e meia incomoda, chego a conclusão que o mais legal, além de ter uma linha do tempo pessoal, é reconhecer quem comenta pelo ícone/ foto (e quando muda dá nó na cabeça), é saber que livros vocês mais gostaram de ver e quais vocês recomendam, é saber que os garimpos no sebo também chamam atenção de quem acompanha e manter essa troca de opiniões fundamental, ainda mais em tempos tão extremos de internet. Obrigada por tudo.

Que maio seja um mês repleto de boas histórias e que vocês continuem por aqui comigo hoje e sempre (sempre com suas sugestões de leituras também).

Beijos!

1 de fevereiro de 2018

Alguém que compartilha seus assuntos favoritos na internet...

Nos últimos meses de 2017 eu pensei muito sobre como manter o Estante da Nine e as redes sociais relacionadas ao blog de uma maneira sincera e que fizesse parte do meu dia a dia sem cerimônias. Não é segredo que a minha relação com o canal no Youtube anda incerta desde 2014/ 2015 e isso afeta as outras plataformas também. Hoje eu resolvi escrever sobre o assunto por aqui tanto para ler a experiência e ponto de vista de vocês nos comentários, quanto para contar a que conclusão eu cheguei e como as coisas vão funcionar esse ano.

Depois de muita indecisão, e também muito drama, não vou mentir, eu percebi que a melhor maneira de continuar com o Estante da Nine é voltar a ideia original: escrever sobre os temas que eu gosto e me interessam e compartilhar meus livros, filmes, séries e achados favoritos. Trabalhar com internet não aconteceu por acaso e também não foi algo que me preparei para, e como a competição online anda furiosa nos anos recentes eu realmente acho que insistir no blog e no canal como o foco errado pode fazer a vontade de manter esse espaço acabar de vez.

Sem dúvida eu aprendi a lidar melhor com a ansiedade e a negatividade nos últimos anos, mas eu ainda sou uma confusão de ideias e gostos, que aos poucos, e sem pressão, espero compartilhar no Estante da Nine. Tenho criado coragem para escrever sobre assuntos pouco comentados por aqui, mas que eu adoro, e para fotografar mais também, praticar o auto amor, sabe? Estou dando os primeiros passos e no caminho para manter hábitos bons. Mandem energias boas e positividade daí também.

Eu escrevi tudo isso para dizer que foi essencial deixar de me comparar com outros blogueiros e youtubers, e entender que eu sou única e talvez não tão interessante para o grande público. Independente disso, vale a pena seguir com minhas ideias, aprender mais e me colocar num lugar favorável, me ver como alguém que faz diferença, mesmo que  seja para uma pessoa ao invés de mil, dez mil. Finalmente entender que eu não sou uma influenciadora digital ou produtora de conteúdo (embora de certa forma sim), mas alguém que compartilha seus temas, assuntos favoritos na internet. E é esse o plano para 2018. Espero a companhia de vocês nos próximos 11 meses!

Beijos!

Fotos: Nine Stecanella

11 de setembro de 2017

3 coisas que eu não quero comprar até dezembro

Há pouco mais de dois anos, na mesma época que sai do meu último emprego fixo, eu li pela primeira vez alguns textos sobre minimalismo. Durante os últimos meses meu contato com esse tema cresceu, se tornou mais pessoal e embora eu não me considere uma pessoa minimalista, essa ferramenta me ajudou a entender e corrigir alguns hábitos ruins que eu praticava desde a adolescência.

A primavera está chegando e normalmente essa é a época do ano que eu mais organizo e desapego de itens da casa, do guarda-roupa e da estante. Por isso, e por perceber em 2017 que de fato eu tinha (e tenho) mais coisas do que preciso, eu resolvi criar essa lista de itens que eu não preciso comprar nos próximos meses, talvez com uma ou outra exceção. Dezembro foi escolhido porque é o mês do meu aniversário, então até lá posso pensar numa lista de desejos, terminar a geral da casa e planejar algumas reformas para ano que vem. Ok, vou começar!

Utensílios para cozinha/ casa

Eu comentei numa publicação do ano passado como já desperdicei dinheiro comprando utensílios e outros itens para a cozinha e para a casa baratos, principalmente porque meu julgamento sobre os produtos foi ruim. Claro que existem coisas boas e baratas, mas nos últimos meses eu errei, e feio, algumas compras e resolvi dar um tempo, pensar na lista de coisas que eu preciso e quero, para depois visitar algumas lojas e escolher em quais comprar. Vai ser um desafio, espero conseguir!



Maquiagens e cosméticos

2017 foi o ano que eu desapeguei de vez das maquiagens paradas e mantive apenas as que uso e gosto. Por enquanto não preciso de nenhum produto, há duas semanas comprei um corretivo e calculei que os produtos de pele duram até dezembro, então é isso: nada de maquiagem para mais dias na piscina. Além da economia, eu tenho uma limitação de espaço em casa e o meu objetivo é diminuir o consumo desses produtos e apenas comprar de marcas que não testam em animais ou veganas.



Itens de papelaria

Entre 2014 e 2015 eu comprei muitos itens de papelaria como lápis de cor, canetas, colas coloridas, post its, marcadores e cadernos, entre outros, por isso eu ainda tenho uma quantidade considerável de material para organizar minhas anotações. No começo eu tinha o hábito ruim de não usar nada, mas como eu adoro comprar esse tipo de material, e só vou fazer isso quando os que tenho acabar, aos poucos criei uma organização na mesa do escritório para ter tudo ao alcance das mãos e facilitou muito o uso. Vocês já fizeram lista de não compras?



Beijos!

1 de maio de 2017

8 lições que aprendi em 8 anos de Estante da Nine

Eu nem acredito que oito anos se passaram desde que sentei para escrever o primeiro post do hoje Estante da Nine, no dia 1º de maio de 2009, sobre Crepúsculo, um vicio que na época me pegou de jeito mesmo na casa dos 20 anos, hehehe. Durante esse tempo minha relação com o blog passou por altos e baixos, mas como um projeto de vida ele é o mais duradouro de tudo que já fiz e tentei nesses meus 29 (daqui a pouco 30) anos. Para comemorar este 8º ano de Estante da Nine eu resolvi compartilhar oito lições que aprendi durante esse período sobre a minha vida, personalidade e internet, é claro!

1. Meu blog é pessoal e retrata a minha personalidade

Ao longo desses oito anos eu pensei diversas vezes em convidar algumas pessoas para postar por aqui. Também recebi mensagens e e-mails de leitores interessados em colaborar, mas a verdade é que a ideia sempre me incomodou. Demorei algum tempo para entender que apesar das crises eu adoro manter o Estante da Nine principalmente porque ele reflete a minha personalidade e os meus gostos, e é assim que eu quero continuar.

2. O Estante da Nine não é portal de notícias

Outro dilema enorme desses oito anos de Estante da Nine é sobre notícias e divulgações. Eu tentei algumas vezes publicar posts sobre o tema, em formatos e épocas diferentes, mas nunca gostei. Nunca combinou com os demais conteúdos que eu publico por aqui. Pode parecer irônico uma jornalista que não explorar esse segmento, que rende sim algumas visitas a mais, mas resolvi extinguir de vez essa categoria.

3. O Estante da Nine reflete minha opinião e cada um tem a sua

Felizmente eu nunca tive muitos haters ou pessoas para me ofender na internet durante essa quase uma década, mas eventualmente acontece. Tudo que eu compartilho por aqui, no canal e nas redes sociais reflete a minha opinião, as minhas impressões e gostos. Não é a verdade absoluta e também não invalida a opinião e gostos dos outros. As vezes esse é um ponto bem difícil de esclarecer na internet, então vale reforçar sempre que a oportunidade permite. 

4. Eu não consigo postar por obrigação

O meu maior desafio pessoal em relação ao Estante da Nine foi entender que eu realmente não consigo postar por obrigação. Hoje mesmo tirei um tempo para escrever essa lista depois das 21h porque foi a hora que senti vontade de compartilhar tudo isso. O fato de não conseguir manter uma regularidade também dificulta a possibilidade de transformar o blog no meu trabalho e fonte de renda, por isso essa ideia saiu dos planos e metas, pelo menos por enquanto.

5. As tendências muitas vezes não me agradam

Um dos maiores desafios de manter uma página ou perfil na internet atualmente é não seguir os padrões ou as tendências. Volta e meia um tema de vídeo ganha ênfase, ou um formato de gravação, ou um assunto e se você não faz parte do grupo que abraça essas modas muitas vezes fica esquecido em algum canto da rede e talvez alguém te leia ou assista. Foi difícil, mas também percebi que eu não gosto de muitas tendências e o preço por não fazer parte dela é continuar com os meus poucos e queridos leitores e inscritos. E tudo bem!

6. Parcerias são interessantes para um grupo de pessoas, não para todos

Parcerias são e sempre foram um assunto polêmico entre blogs e canais literários. Eu tive a oportunidade de conhecer e ler ótimos livros através de parcerias com autores e editoras, mas depois de um tempo percebi que já não tinha mais tanto interesse assim. Meu gosto mudou, minha rotina de leitura mudou e tudo isso afetou minha visão sobre o tema, além do tempo e pensar no Estante da Nine com outra visão, diferente de oito anos atrás.  

7. Cuidado com as dicas disfarçadas de regras

Eu já cai em algumas ciladas ao assistir vídeos e ler textos com dicas de como manter um blog ou canal na internet e todas as variações possíveis do tema. Acontece que muitas dicas são na verdade regras que na maioria dos casos padronizam todo mundo e afastam da internet quem não se vê no perfil padrão "em alta" ou até de uma ferramenta como o blog. Eu certamente não me encaixo em muitos quesitos e dicas, e foi difícil entender que tudo bem, eu sigo com a liberdade de escrever sobre o que eu quero nesse espaço porque afinal é um blog pessoal.

8. Não se compare

Tá aí outra cilada que foi um desafio vencer. Quando perdi meu domínio .com, e depois com a estagnação do canal a partir de 2013/ 2014, foi difícil me manter motivada com o Estante da Nine e o blog até teve alguns períodos com pouquíssimos posts. Eu vi tantos blogs crescerem e senti uma inveja imensa, não há porque mentir. Alguns dias ainda são ruins, mas no geral eu já melhorei, e muito, a minha relação com os números do blog e canal. Não se apegue as estatísticas.

Beijos!

28 de fevereiro de 2017

3 motivos para ler Cancioneiro de Fernando Pessoa

Se tu assim como eu não é leitor assíduo de poesia espera, fica por aqui, porque essa lista é pra ti. A minha aproximação com o gênero aconteceu nesse início de 2017 e até agora tem rendido boas surpresas e excelentes leituras. O começo de toda essa história está na publicação Poesias no Kindle e leitura todo dia e hoje, para variar os comentários sobre livros resolvi trocar a resenha pela lista.

Dia desses eu resolvi ler Cancioneiro de Fernando Pessoa. O livro, edição da Textos para Reflexão (baixe aqui), estava no meu Kindle há algum tempo e como minha aproximação com poesia foi positiva resolvi manter esse estilo presente na minha rotina de leitura. E acontece que eu gostei tanto do livro, mas tanto, que Fernando Pessoa precisava fazer sua estreia por aqui

No passado (em 2012 ou 2013) eu li Antologia poética do autor publicada pela LePM Pocket, mas não cheguei a comentar no Estante da Nine sobre a experiência. Já nesse meu primeiro contato com o Fernando Pessoa fiquei impressionada com sua forma de escrever e de tudo ser tão mais profundo do que aparenta. E agora eu realmente adorei o que li e já inclui o escritor entre os meus favoritos. Então tá, aqui estão três motivos para você ler Cancioneiro.

1. COMPLEXIDADE

A primeira característica que me chamou atenção na obra de Fernando Pessoa, ainda em Antologia poética e confirmada em Cancioneiro, é a complexidade. Muitas de suas poesias exigem releituras e atenção em muitos trechos, o que derrubou minha visão preconceituosa contra o autor. Fernando Pessoa é altamente compartilhado na internet e mesmo os trechos lindos são muito mais do que são. Não é um autor que merece ser banalizado, pelo contrário, merece ser lido mais e mais para que as pessoas entendam, de fato, os temas que ele aborda.


2. O EU E O AMOR E SEUS PERCALÇOS

Não sei vocês, mas eu notei uma melancolia enorme nos poemas que compõe Cancioneiro. Tanto as histórias que retratam um eu sem rumo ou sem planos definidos, como também os relacionamentos impossíveis e que não são tão lindos assim, Fernando Pessoa apresenta na obra personagens imperfeitas e cheias de dúvidas, exatamente como somos. Faz isso tão bem que é impossível não se identificar com essas figuras tristes ou incertas sobre o futuro. Imagino que o próprio autor tenha passado por muito daquilo que descreveu, já que a fidelidade de emoção e sentimento é enorme.


3. NATUREZA

Fernando Pessoa é natural de Portugal e viajou o mundo, por isso teve contato com uma infinidade de paisagens e culturas. Alguns dos meus poemas favoritos de Cancioneiros são os que retratam ou fazem analogia de sentimentos com a natureza. A cada ano que passa eu tenho me tornado uma pessoa mais atenta e mais ligada as causas que defendem nossas belezas naturais, florestas, mares e animais, e como na vida, a natureza, se observada com atenção, também passa por momentos de melancolia e euforia. Fernando Pessoa traduz essas diversas sensações em poesia, impossível não apreciar sua interpretação dos rios, da chuva e da própria geografia de Portugal.


Ficou claro o quanto eu adorei ler Cancioneiro, né?! Espero que a lista de hoje tenha despertado a tua curiosidade para o livro e o autor e que eu possa, em breve, falar muito mais de Fernando Pessoa no Estante da Nine. Espero nos comentários a tua participação e aproveite para deixar tua sugestão de obra ou escritor de poesia. Tu já leu Fernando Pessoa?

Beijos!

Foto e imagens: Divulgação
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