As Crônicas de Nárnia: O cavalo e seu menino de C.S. Lewis

20 de abril de 2013





O cavalo e seu menino
#3 As Crônicas de Nárnia
Autor: C.S. Lewis
Editora: Martins Fontes
Edição: 2009
Páginas: 102
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As Crônicas de Nárnia
Ao saber que não era filho de Arsheesh, o pescador, o jovem Shasta decide fugir da cruel Calormânia. Na companhia do cavalo falante Bri, ele parte em direção ao Norte rumo a Nárnia, onde o ar é fresco e reina a liberdade. Em sua jornada pelo deserto árido, Shasta tenta imaginar o que estará esperando por ele adiante. Tudo parece tão vasto, desconhecido, solitário... e livre.

A melhor forma de começar este post é dizendo que eu cometi um erro: li a crônica O cavalo e seu menino há muito tempo (fevereiro) e só agora, praticamente dois meses depois, estou sentando para escrever sobre ela. Evidentemente esqueci detalhes pertinentes do gostaria de falar com a leitura ainda fresca, então o post será mais genérico. (Será que ficou claro isso?)

Ler As Crônicas de Nárnia não anda muito fácil. O projeto virou mais um desafio, mas tenho esperança de terminar ainda no primeiro semestre. Gostei, especialmente, de dois pontos em O cavalo e seu menino: o fato de a história não se passar em Nárnia, mas ainda assim ter uma relação direta com ela e também porque a viagem que acontece na crônica se desenvolve muito mais rápido. Já contei em posts e vídeos que gosto mesmo é de entender novos cenários e, neste caso, a história correspondeu a minha expectativa.














Mais uma vez eu não tive simpatia pelo protagonista, mas ele tem uma característica bem interessante e que torna o texto mais atraente: a curiosidade. É verdade que por isso Shasta se envolve em algumas situações bem perigosas, mas através dele o leitor tem a visão do novo pais (ou talvez território defina melhor).

Outro ponto que me chamou atenção foi o de que nas crônicas anteriores (na ordem do volume único) os desafios dos protagonistas, em muitos momentos, eram resolvidos de forma rápida e fácil. Em O cavalo e seu menino Shasta (e mais alguns personagens) passam por situações que a solução simples não acontece. Ou seja, eles precisam ser espertos para enfrentar o desafio ou contar com a sorte (e, até mesmo, uma combinação dos dois).

Por fim, e como não poderia deixar de ser, afinal é uma característica de C.S. Lewis: sim, há uma critica aí. Muito mais explícita do que nas crônicas anteriores. Os hábitos em Tashbaan são totalmente extravagantes. Muito diferente daquilo que Aslam representa e prega por Nárnia. E podemos encontrar exemplos como esses no passado e nos dias atuais. Nações vizinhas que vivem em um aparente estado de camaradagem, mas que ao menor desacordo (muitas vezes pela ganância de um), rompem relações.

Beijos!
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