Tristeza e vergonha I

30 de novembro de 2009


2010

C

Juventude

Série.

Tristeza e vergonha

21 de novembro de 2009


A primeira vez que fui no estádio Alfredo Jaconi foi em 1996, estava com oito anos. Era uma noite fria, chuvosa, devia ser julho ou agosto. Fui com meu pai, Jones, e nosso vizinho na época, Fernando. Os dois loucos pelo Juventude.

Nunca meu pai obrigou ou fez qualquer tipo de pressão para que eu ou meu irmão fossemos torcedores do Juve. Mas aconteceu.

E desde aquele dia, o Juve passou a ser uma paixão na minha vida. Quem me conheça sabe, quem não me conhece pode perceber. 

Até hoje, 21 de novembro de 2009, pensei que a dor mais forte, quanto torcedora, foi a volta do Juve pra Série B. Mas hoje, com o forte indício de Série C, mudei meus pensamentos.

A tristeza: o time que a gente escolhe pra torcer passa a ser parte de nossa vida. Essa paixão supera muita coisa. Fazemos amigos, perdemos outros. Tem gente que ganha namorado (a), outros perdem. Perdemos a razão. Mas descobrimos que temos algo em comum com mais um montão de gente. Somos incluídos. Ver um time como o Juventude, que por vezes foi destaque no Brasil, ter uma queda vertiginosa, é no mínimo, de chorar.

A vergonha: há muito culpados. Mais uma equipe que em duas temporadas montou, no mínimo, seis times (tô sendo economica) não pode ser assim tão profissional. Jogadores que encaram a disciplina como alunos da pré-escola, não podem ser sérios. Jogadores que vão embora sem a mínima explicação, é incompreensível. Treinadores que foram embora rápido demais. Outros ficaram por aqui muito tempo. E sempre, o mesmo discurso (vazio) da direção.

Minha esperança existe como torcedora fiel ao clube.
Mas será que ele merece mesmo ficar onde está?

Grupo

18 de novembro de 2009


Trabalho da faculdade em grupo serve pra três coisas básicas:

1 - ou tu aprende a trabalha em equipe e ter responsabilidade;
2 - ou tu exercita a paciência ao extremo;
3 - ou tu perde amigos.


Comprar

16 de novembro de 2009


Descobri que comprar (qualquer coisa) pode ser um exercício de negociação (e menos futilidade). Não a toa que nas últimas vezes que comprei qualquer coisa fui em lojas mais acessíveis financeiramente e com produtos legais.

Outra coisa que não dava muita bola era pras marcas. Mas não aquelas muito conhecidas. As desconhecidas mesmo. Já sei uma marca de calça jeans que fica bem em mim. Também percebi que tem muitas marcas de calçados legais, que quase ninguém repara no nome.

Qual a importância disso? Saber, de fato, como valorizar uma peça de roupa ou calçado. Deixando de lado as marcas popstars e dando mais atenção à qualidade.

Tô louca por um tênis mega colorido da Kolosh. Não conhece?
Entra aqui então: http://www.kolosh.com.br/

Twitter

13 de novembro de 2009


Muita gente nem sabe o que é! Outras não fazem questão nenhuma de ter. Outras ficam curiosas, mas uma grande maioria já está aderindo ao Twitter. Mas o que tem de mais? Nada. Desperta a mesma curiosidade que o Orkut ou o Facebook. O Twitter pode ter uma vantagem entre tantos outros sites de relacionamento: a contextualização de ideias. Ser direto e objetivo.

E então! O que tu acha do Twitter?

Sobre os erros

4 de novembro de 2009


Passamos anos na faculdade de jornalismo. Ouvindo a importância de se consultar as informações, fontes, dois ou mais lados da história, conferir tudo isso, depois reler mais umas cinco vezes. Aí sim, tá quase pronto.

Quase porque 100% um texto nunca vai estar. Sempre se escreve pra alguém(s), os outros "alguéns" podem não gostar. Aí teu texto não vai estar pronto. Nunca.

Com o Google é possível saber (ou ter noção) de quase tudo que já foi dito/ escrito/ gravado/ fotografado... Então, se você vai escrever sobre algo que não sabe, não gosta ou não faz diferença na tua vida, pense bem, porque pra alguém(s) isso é importante.

Não tem nada pior em saber a falta de vontade de alguns repórteres.