A história de três famílias: uma de brancos protestantes, outra de judeus emigrados e uma terceira de negros. O autor entrelaça livremente fatos reais e imaginários ocorridos nos Estados Unidos nos primeiros anos do século XX, apresentando figuras e acontecimentos que foram notícia na época e criando um perfil de um país em formação, incerto ainda em seus rumos, mas extremamente dinâmico e rico em contrastes violentos.
Ragtime de E.L. Doctorow chegou na minha estante no mesmo dia que encontrei uma edição da coleção Grandes Sucessos da Abril Cultural no sebo. Pouco tempo depois, também motivada pela nova versão lançada pelo clube de assinaturas TAG - Experiência Literárias, eu resolvi tirar a história da estante e ler, e de lá para cá tive algumas boas surpresas envolvendo Ragtime. O título do post entrega, não é?!
Antes de escrever sobre o livro e também sobre a adaptação dirigida por Miloš Forman (assina o feed para receber as atualizações por e-mail e saber quando tudo isso estará no ar), eu resolvi compartilhar algo diferente por aqui. Algo que só recentemente, e por assistir muitos filmes de época, eu me apaixono cada vez mais: trilha sonora. Eu nunca fui atenta a isso, confesso, mas é impossível ignorar a bela trilha de Ragtime composta por Randy Newman.
O que eu mais gostei sobre a trilha de Ragtime é que ela realmente conseguiu me transportar para a época em que se passa o livro e o filme, aspecto que tive certa dificuldade no início da leitura e teria me ajudado imensamente ouvir essa seleção quando comecei a história de E.L. Doctorow. Outro ponto interessante é a variação de ritmo e intensidade, como algumas músicas são sinistras, outras animadas e outras ainda dançantes, perfeitamente de acordo com os vários momentos da adaptação.
Infelizmente eu não encontrei todas as informações sobre a trilha sonora em uma fonte confiável, mas usei como referência um vídeo no Youtube (incorporado abaixo), com as músicas do CD e também a lista de canções compostas por Randy Newman para Ragtime, resultado da pesquisa do Google. Então antes de conversamos sobre livro e filme, vamos entrar no clima das primeiras décadas dos anos 1900?
Todos nós leitores temos manias e hábitos em relação aos livros e leituras. No post de hoje eu vou compartilhar com vocês o meu vício de 2017: combinar marcadores de página com a edição, o tema do livro ou o autor. Eu fiquei muito empolgada para postar esse bate-papo principalmente porque cada um de nós se relaciona de forma diferente com os livros e mesmo compartilhando hábitos em comum, nem todos coincidem, não é?!
Há muito tempo eu tento combinar o marcador com o livro. Quando encontro o equivalente com a capa eles se unem para não se separar mais, hehehe. Mas nem sempre é possível realizar essa primeira opção e como há pelo menos 10 anos eu mantenho o hábito de ter um livro na bolsa, notas de mercado, loja ou farmácia, assim como folhetos de propaganda, se tornam marcadores de páginas.
A minha coleção de marcadores diminuiu nos últimos anos, mas ainda tenho uma boa quantidade de itens e assim, quando não tenho o marcador do livro, eu combino com algum outro que seja do mesmo gênero, coleção ou da mesma editora. Em alguns casos, como as séries e sagas, eu também tento combinar o marcador, mesmo seja de um volume diferente daquele que estou lendo.
Por fim, a minha coleção de marcadores tem uma seção especial com aqueles itens que são artesanais, de formato diferente, como ímã ou cordão, e também os marcadores que eu crio ou customizo (pretendo compartilhar alguns por aqui e no canal). Confesso que os meus marcadores favoritos são difíceis de desapegar e alguns ainda estão a espera do livro especial, outros já encontrarem seus pares. E vocês, combinam marcadores e livros ou não?
Se preferir assista ao vídeo publicado no canal do Estante da Nine no Youtube
Tímida e romântica, Isla tem uma queda pelo introspectivo Josh desde o primeiro ano na SOAP, uma escola americana em Paris. Mas sua timidez nunca permitiu que ela trocasse mais do que uma ou duas palavras com ele, quando muito. Depois de um encontro inesperado em Nova York durante as férias envolvendo sisos retirados e uma quantidade considerável de analgésicos, os dois se aproximam, e o sonho de Isla finalmente se torna realidade. Prestes a se formarem no ensino médio, agora eles terão que enfrentar muitos desafios se quiserem continuar juntos, incluindo dramas familiares, dúvidas quanto ao futuro e a possibilidade cada vez maior de seguirem caminhos diferentes.
Semana boa de leituras: tem sim! Ou melhor, eu li bastante, os livros é que foram, de certa forma, decepcionantes. O caminho para a perfeição, livro de yoga, me chamou atenção no sebo e eu trouxe para casa. Escolhi como opção da bolsa na quarta, dia 4 de outubro, mas após 25 páginas resolvi desistir e pesquisar mais sobre o assunto antes de retomar a leitura. Nesse resumo da semana 36 do projeto Leitura todo diaeu vou comentar sobre os livros lidos até 10 de outubro.
Isla e o final feliz de Stephanie Perkins foi o primeiro livro concluído da semana 36. Depois de alguma demora cheguei ao final da história que pareceu mais empolgante no começo, e ao final eu senti falta de um conflito significativo, algo que mais pessoas pudessem se identificar, e também não tive a empatia necessária para gostar e torcer pelos personagens. Não foi uma experiência ruim, eu é que esperava mais. Criei uma expectativa que não se confirmou!
A segunda leitura finalizada da semana foi A escolha de Nicholas Sparks, livro que me empolgou no começo, mas da metade para o final virou decepção. Eu sei o que esperar das histórias do autor, mas a estrutura desse enredo não funcionou comigo, nem o ponto de virada da história, que trata de um tema sério e romantiza a situação de uma forma que não concordei. Duas estrelas no Skoob e na pilha de troca, o livro não vai voltar para a estante. E vocês, o que leram nos últimos dias?