5 comédias românticas que eu adoro

29 de julho de 2015

Olá leitores do Estante da Nine, tudo bem? O tema de hoje é filmes e agora que sou oficialmente uma viciada em listas resolvi compartilhar com vocês cinco das minhas comédias românticas favoritas. As indicações de hoje são daquele tipo que sempre assisto quando encontro em algum canal (Netflix ou DVD) e escolhi os filmes principalmente pelo humor, mas é claro que o romance também é fofo. Além disso, todos eles têm algum tema atual ou se passam em um cenário urbano, combinação que dá um toque realista ao enredo por mais louco e surreal que ele seja. Vamos lá?!


RECÉM CASADOS

Sarah McNerney (Brittany Murphy) é uma jovem mulher que decide se casar com Tom Leezak (Ashton Kutcher), mesmo sabendo que esta não é a vontade de seus familiares e amigos. Logo após o casamento eles partem rumo à Europa, em uma lua-de-mel atrapalhada. Mas os problemas do jovem casal começam realmente a complicar quando chega Peter Prentis (Christian Kane), ex-namorado de Sarah que foi enviado pelos pais dela, na intenção de acabar de uma vez por todas com o casamento recém-firmado.


MISS SIMPATIA

Durante toda sua vida Gracie Hart (Sandra Bullock) sonhou em seguir os passos de sua mãe, Emily, uma dedicada agente do FBI que morreu em serviço. Porém, o temperamento agressivo de Gracie sempre lhe trouxe problemas no FBI, fazendo com que ela tenha um único amigo, seu parceiro Eric Matthews (Benjamin Bratt). Quando chega ao FBI a informação de que um grupo terrorista pretende explodir uma bomba durante o concurso de Miss Estados Unidos, logo se decide infiltrar uma agente no concurso, para poder acompanhar de perto os passos dos terroristas. Infelizmente, a única agente disponível é exatamente Gracie Hart, que não gosta nem um pouco da história de ter que se tornar uma miss de uma hora para outra. Para ajudá-la na transformação, o FBI contrata o experiente Victor Malling (Michael Caine), um consultor obsessivo que deve transformar a agressiva Gracie em uma glamourosa candidata a miss, para que ela possa se infiltrar no concurso e descobrir os planos dos terroristas.


AMOR EM JOGO

Ben (Jimmy Fallon) é um fã obcecado pelo time de baseball Boston Red Sox. Devido a palestra dada aos alunos da turma para a qual dá aula, Ben conhece Lindsey Meeks (Drew Barrymore), por quem se apaixona de imediato. O relacionamento entre eles segue muito bem, até que Lindsey percebe que sempre fica em segundo plano em relação ao time que Ben tanto adora.


COMO PERDER UM HOMEM EM 10 DIAS

Ben Barry (Matthew McConaughey) é um publicitário que faz uma grande aposta com seu chefe: caso faça com que uma mulher se apaixone por ele em 10 dias ele será o responsável por uma concorrida campanha de diamantes que pertence à empresa. A vítima escolhida por Ben é Andie Anderson (Kate Hudson), uma jornalista feminista que está desenvolvendo uma matéria sobre como perder um homem em 10 dias e está decidida a infernizar a vida de qualquer homem que se aproximar dela. Ambos se conhecem em um bar, sendo que escolhem um ao outro como alvo de seus planos.


JOGO DE AMOR EM LAS VEGAS

Após ser dispensada por seu noivo, Joy McNally (Cameron Diaz) decide chorar as mágoas em Las Vegas. Lá ela conhece Jack Fuller (Ashton Kutcher), que foi demitido por seu próprio pai (Jack Fuller Sr.). Após uma noite de diversão e bebedeira, eles acordam descobrindo que se casaram. Antes de se separarem eles apostam uma moeda em um caça-níquel, ganhando US$ 3 milhões. Só que para ficar com o dinheiro eles precisam provar que são um casal estável, o que os obriga a morar juntos.


Então é isso pessoal! Espero que vocês tenham gostado das indicações de hoje. São filmes super divertido e funcionam como um ótimo passatempo, além daquela dose de romance que todos precisam em certo dias, né?! Aproveita e compartilha nos comentários quais são as tuas comédias românticas favoritas!

Beijos!

Favoritos de junho (2015)

28 de julho de 2015

E lá vamos nós para mais um vídeo de favoritos do mês (atrasado, de novo), cheio de dicas e divagações. O mais divertido de gravar vídeos como o desta coluna é que sempre acabo descambando para teorias loucas e revelando coisas que, até então, nunca tinha comentado com vocês por aqui (na internet, quero dizer), hehehe. Espero que gostem. Já sabe né, se tiver alguma sugestão de nova categoria é só deixar nos comentários!


maquiagem: baton Nude Wood da Panvel
moda: malha verde e branca da Marfino (Renner)
comida: nadinha de especial
música: See You Again de Wiz Khalifa
televisão: Música.doc MC Guimé (MTV)

Beijos!

Gênesis de Bernard Beckett

24 de julho de 2015




Gênesis
O que realmente significa ser humano?
Autor: Bernard Beckett
Editora: Intrínseca
Edição: 2009
Páginas: 176
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Na ocasião em que a Terra foi arrasada pela Peste, os sobreviventes reuniram-se em uma nova sociedade. Separados do mundo exterior por uma cerca em pleno oceano, vivem em absoluto isolamento – aviões que se aproximam são abatidos; refugiados, executados. Até que um soldado escolhe romper com as regras e, em vez de disparar, resgata das águas uma menina. Seu nome é Adam Forde. Ele muda para sempre o curso da História. Anaximandra, uma jovem de 14 anos, estudou a fundo esses dados históricos. Numa sala com pouca luz ela está sentada diante de três Examinadores para uma exaustiva prova de quatro horas. Adam Forde, seu herói, morto há bastante tempo, é o tema do exame. Se aprovada, ela será admitida na Academia – a instituição de elite que governa aquela sociedade utópica. Anax, porém, está prestes a descobrir que nem tudo consta dos registros acadêmicos. Há fatos, imagens, arquivos a que nem todos têm acesso. Antes que a avaliação termine, virão à tona o obscuro segredo da Academia e a realidade assustadora daquele admirável mundo novo. Inquietante e de uma ingenuidade encantadora, Gênesis conduz a um futuro em que antigas – e eternas – questões filosóficas se chocam com o avanço tecnológico – quando o significado de ser humano, ter consciência e ter alma tornam-se questões centrais.

Escuridão total sem estrelas de Stephen King

23 de julho de 2015



Escuridão total sem estrelas
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Edição: 2015
Páginas: 392
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1922 (1922, 2010): Wilfred James e Arlette James são donos de 100 acres em Hemingford Home. Enquanto sua irritante esposa quer vender sua parte para uma companhia, Wilfred quer manter suas terras. A cada dia que passa, Wilfred percebe que só há uma solução para o problema. Envenenando a mente de seu filho, Henry, os dois acabam por assassinar Arlette. A história é uma narração/confissão de Wilfred sobre como ocorreu o assassinato, e a série de terríveis eventos que foi desencadeada por causa do crime.
Gigante do Volante (Big Driver, 2010): Tess, uma escritora de suspense leve, vem suplementando sua renda por anos, servindo como oradora em alguns eventos. Em um compromisso de última hora, Tess vai fazer uma palestra na cidade de Chicopee. No caminho de volta para casa, ao pegar um atalho, um evento horrível mudará sua vida para sempre; após isso, Tess descobrirá um lado negro em si mesma que nunca imaginou possuir, e não descansará enquanto não obtiver a coisa que mais deseja: vingança.
Extensão Justa (Fair Extension, 2010): Dave Streeter está sofrendo com câncer e para aliviar a angústia resolve passear. Durante o passeio, ele conhece um homem misterioso que lhe oferece um “prolongamento de vida” de duas décadas. Porém, como é regra universal do mundo dos negócios, tudo tem um preço. Irá Streeter ceder à sedutora ideia de viver mais, em troca de prejudicar seriamente uma pessoa realmente próxima a ele?
Um Bom Casamento (A Good Marriage, 2010): Darcy Anderson, casada há 27 anos, aprende mais sobre o seu marido do que gostaria quando literalmente tropeça em uma caixa misteriosa sob uma mesa na garagem. Isto é apenas a ponta do iceberg, pois as descobertas que ela fará poderão colocar não só seu casamento e família em xeque, como também sua própria vida.
Under the Weather (Under the Weather, 2011): Ellen Franklin, esposa de Brad, está se recuperando de uma indisposição, por isso ele resolve deixá-la dormir até mais tarde enquanto sai para trabalhar. Brad fica preocupado apenas com o fato de que algumas pessoas possam querer xeretar um estranho mau cheiro que surgiu em seu apartamento, e acabem acordando sua esposa.

VLOG: Juve X Tombense (19/07/2015)

20 de julho de 2015

Oi gente, tudo bem? O final de semana foi bom? Então, depois de comentar com vocês na página do Estante da Nine no Facebook que novos temas logo logo apareceriam por aqui, achei legal começar com os vlogs dos jogos do Juve aqui em Caxias. Gravei o primeiro deles no jogo contra a Portuguesa e ontem, contra a Tombense, apesar do jogo truncado, captei vários lances bacanas e o gol. Claro que eu aproveito para dar meus pitacos, né?! Afinal o objetivo de falar sobre esportes por aqui é trocar ideias e teorias. Espero que gostem! E em agosto começa o aquece para a NFL!


Beijos!

A última música (The Last Song) - dirigido por Julie Anne Robinson

18 de julho de 2015



A última música
The Last Song
Direção: Julie Anne Robinson
Estúdio: Disney
Ano: 2010
Duração: 107 minutos
Filmow | IMDb
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Oi gente, tudo bem? Outro dia eu estava de bobeira aqui em casa e resolvi assistir um filme (as leituras não estavam rendendo então, sabe, fui fazer outra coisa). Navegando pelo Netflix encontrei A última música e pensei: "chegou a hora". Esse é um dos livros mais populares de Nicholas Sparks e, ano passado quando li, não gostei tanto assim. Sempre tive curiosidade pelo filme, mas fiquei evitando até conhecer a história original e, quase um ano depois de ler, finalmente vi a adaptação. 

No geral, eu gosto dos filmes adaptados (ou inspirados) a partir de livros do Nicholas Sparks. Mesmo quando existem grandes diferenças, sinto que o filme completa o livro (ou o contrário, depende de qual você conhece primeiro). E não foi diferente com A última música. O filme apresentou os principais temas do livro e foi fiel em muitos momentos, embora, é verdade, não tenha sido empolgante.

Para saber mais sobre a história e minha opinião sobre o livro, confira o post de A última música. Desde o começo do filme eu gostei do clima entre os personagens. A hostilidade entre Ronnie e Steve é exatamente como imaginei enquanto li e acredito que todo mundo que tenha passado por uma separação (neste caso a dos pais), já se comportou como a protagonista. Mesmo que só uma vez. Adorei Miley como Ronnie e senti uma proximidade enorme entre a personagem do livro e a do filme. Com a diferença que no filme não antipatizei tanto assim com Ronnie. Também gosto muito de como a protagonista e o irmão foram bem retratos no filme, aquela amizade intensa e frágil que pode ser abalada com poucas palavras. Me identifiquei em vários momentos.

Fotos Divulgação

O filme equilibrou muito bem as cenas de Ronnie com a família (que no livro eu considero o tema principal) e o desenvolvimento do romance com Will. O começo atrapalhado foi bem fiel, como também a recepção na casa do namorado. Ainda assim, senti que falta de alguma coisa na parte do romance, não sei bem explicar o quê (ou não consigo lembrar qual é a diferença em relação ao livro).

Já comentei muitas vezes aqui no Estante da Nine (e no canal do Youtube) que praia é um dos meus cenários favoritos e o filme aproveitou bem o clima do verão, a melancolia do fim das férias e a própria reviravolta que a história apresenta. O filme todo é uma grande metáfora sobre a vida ter ciclos e de que precisamos passar por cada um deles e seguir em frente.


Duas coisas importantes foram tratadas rapidamente no filme: o motivo da separação dos pais de Ronnie e o incêndio na igreja. No primeiro caso, o livro mostra a verdadeira razão, o que faz com que a protagonista entenda o que aconteceu e porque o pai mudou de cidade. O incêndio na igreja foi usado de uma forma diferente no filme, mas é esse acontecimento que conecta todos os personagens e não foi tratado com a devida atenção, especialmente na parte final.

Apesar disso, eu gostei de A última música. O filme mantém os aspectos principais da história original com boas atuações. A química entre os atores foi bem natural e espontânea. Eu me emocionei em vários momentos, especialmente com Ronnie e Steve, mas como escrevi acima, não chega ser um filme empolgantes, daqueles que tu pensa em rever toda hora, sabe?


ASSISTA AO TRAILER DE A ÚLTIMA MÚSICA


Claro que não comentei sobre a parte da "última música" porque é a cena mais bacana do filme. Ela é tão simbólica e funciona de tantas maneiras, que é impossível não se emocionar (mesmo que só um pouquinho). Eu não sou grande fã do livro e acredito que meus sentimentos tenham sido bem parecidos com um e outro por conta disso. Gostei dos dois (livro e filme), mas não amei. 

E vocês, já assistiram (ou leram) A última música? O que vocês acham dos livros de Nicholas Sparks? E dos filmes feitos a partir deles? Eu confesso que tinha certo preconceito com o autor, mas desde que li Diário de uma paixão abri a mente, hehehe. Inclusive, é meu livro (e filme) favorito do autor.

Beijos!

Leituras de junho (2015) - O melhor mês da vida!

15 de julho de 2015

Olá pessoal, tudo bem? No vídeo de hoje eu compartilho com vocês minhas leituras de junho. Felizmente foi um mês muito bom, o melhor de todos em muito tempo (desde que posso lembrar). Já comentei sobre parte dos livros aqui no blog e, em alguns outros casos, não tenho intenção de fazer resenha. Confira o vídeo e deixe teu comentário. Os links estão abaixo!


LIVROS FÍSICOS
O ladrão de cadáveres de James Bradley
A morte de Sarai de J. A. Redmerski (resenha)
Peter Pan de J. M. Barrie (resenha)
A história de uma paixão de Paulo Cezar Borges
Razão e sensibilidade de Jane Austen

E BOOKS
Sejamos todos feministas de Chimamanda Ngozi Adichie
Sonho adolescente de Henri B. Neto 

Beijos!

3 motivos para assistir The Originals

13 de julho de 2015

Oi gente, tudo bem? Depois de uma playlist especial para o Dia Mundial do Rock nada melhor do que compartilhar mais uma das coisas que estou amando ultimamente: The Originals. A série é um spin-off de The Vampire Diaries e conta a vida da família que deu origem aos vampiros (e também mostra a conexão com outros séries fantásticos). Eu assisti as duas primeiras temporadas fora de ordem, na TV, e ainda assim viciei na série (também tem no Netflix). Espero despertar uma pontinha de curiosidade em vocês, vamos lá?


  1. The Originals é uma mistura de fantasia, mistério, drama e romance, que intercala uma trama contemporânea e ágil, com flashbacks do passado e muitas cenas épicas. O mais legal é que esses momentos têm conexões importantes e servem para mostrar tanto a personalidade dos protagonistas como problemas já enfrentados. Os flashbacks são um diferencial.
  2. Um dos elementos que eu mais gosto em histórias fantásticas, seja em livros, filmes ou séries de TV, é o pano de fundo, o cenário, e The Originals tem New Orleans (Nova Orleans) como casa. A cidade tem uma história e cultura incríveis, além de um visual que combina demais com a série. E a trilha sonora entra como um extra neste tópico, hehehe.
  3. Diferente de The Vampire Diaries que começou como uma série adolescente e foi "amadurecendo" ao longo das temporadas, The Originals tem um perfil jovem adulto. Apesar dos personagens terem séculos de existência, é lógico que os conflitos são os da vida adulta (com uma pitada de guerra mágica, claro). Acho que funciona tanto para o público jovem quanto para o adulto, mas é claro que essa é uma recomendação especial para quem gosta de séries fantásticas.

ASSISTA AO TRAILER DA 1ª TEMPORADA

The Originals é minha recomendação do dia e quero a opinião de vocês sobre a série, quem já assiste ou tentou assistir e quem gosta e acompanha. Se tiver uma recomendação é só escrever nos comentários! The Originals foi renovada para a 3ª temporada, que estreia em outubro, é produzida pela CW e exibida no Brasil pela MTV.

Beijos!

Hoje é dia de rock, bebê!

Segunda-feira é dia de playlist no Estante da Nine e no Dia Mundial do Rock é claro que o tema não poderia ser outro senão uma seleção com minhas bandas e músicas favoritas. É bem provável que eu já tenha comentado sobre a maioria das minhas escolhas por aqui, mas um dia especial merece a lembrança de novo, né?! Espero que gostem porque hoje é dia de rock, bebê!!! 





Mundo novo de Chris Weitz

11 de julho de 2015




Mundo novo
[#1 Mundo novo]
Autor: Chris Weitz
Editora: Seguinte
Edição: 2014
Páginas: 328
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Neste mundo novo, só restaram os adolescentes e a sobrevivência da humanidade está em suas mãos. Imagine uma Nova York em que animais selvagens vivem soltos no Central Park, a Grand Central Station virou um enorme mercado e há gangues inimigas por toda a parte. É nesse cenário que vivem Jeff e Donna, dois jovens sobreviventes da propagação de um vírus que dizimou toda a humanidade, menos os adolescentes. Forçados a deixar para trás a segurança de sua tribo para encontrar pistas que possam trazer respostas sobre o que aconteceu, Jeff, Donna e mais três amigos terão de desbravar um mundo totalmente novo. Enquanto isso, Jeff tenta criar coragem para se declarar para Donna, e a garota luta para entender seus próprios sentimentos - afinal, conforme os dias passam, a adolescência vai ficando para trás e a Doença está cada vez mais próxima.

Resumo de maio (2015)

10 de julho de 2015

Oi gente, tudo bem? O vídeo de hoje é o atrasado resumo de maio com os filmes e a temporada de série que conclui durante o mês. Nesta edição, especial ficção científica e drama! Também estamos testando (eu e o Rodrigo) um novo editor de vídeos, espero que a qualidade evolua e vocês curtam! ;)


SÉRIE

FILMES

Beijos!

Fahrenheit 451 de Ray Bradbury

8 de julho de 2015




Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Editora: Globo de Bolso
Edição: 2009
Páginas: 256
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Fahrenheit 451, de Ray Bradbury , é de fato uma das maiores obras-primas de ficção científica de todos os tempos. Ou seria, se se tratasse realmente de ficção científica. Fahrenheit 451 é, na verdade, uma obra de ficção política, uma distopia, ou antiutopia, na linha e na linhagem do 1984 de Orwell e do Admirável mundo novo de Huxley (com os quais, não por acaso, forma a grande tríade das distopias literárias do século XX). A presente reedição pelo selo Globo de Bolso, além do suplemento de leitura didático que marca a coleção, conta ainda com um posfácio do próprio Bradbury, em que ele narra de forma bem-humorada as condições em que o livro foi escrito.

Infinity Drake: os filhos da Scarlatti de John McNally

7 de julho de 2015



Infinity Drake: os filhos da Scarlatti
{#1 Infinity Drake}
9 milímetros. Um herói a cada polegada.
Autor: John McNally
Editora: Novo Conceito
Edição: 2014
Páginas: 480
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Se você acha que as vespas são desagradáveis, espere até conhecer a Scarlatti. Ela é um inseto geneticamente modificado que tem um único objetivo: exterminar! Uma equipe pequenina... talvez possa combatê-la. É a nossa esperança! O problema é que a Scarlatti é muito mais poderosa que o exército designado para combatê-la. Além disso, o vilão maquiavélico que a criou não está disposto a desistir tão fácil. Finn e seus companheiros precisam ser rápidos: em pouco tempo a humanidade poderá ser extinta.

Meta da semana: 5 a 11 de julho

5 de julho de 2015

Olá pessoal, tudo bem? Domingo é dia da coluna meta da semana e sim, faz algum tempo que não publico minhas leituras planejada aqui no Estante da Nine (me acompanhe nas redes sociais para mais novidades), mas vou aproveitar que amanhã começa a Maratona Literária de Inverno 2015 para compartilhar os livros que vou ler durante a primeira semana do desafio dentro dos temas fantasia, distopia e ficção científica. Antes, eu gostaria de comentar sobre a leitura que finalizei ontem: O futuro de uma ilusão de Sigmund Freud. Foi minha primeira experiência com uma obra do psicanalista e gostei demais do livro. Nele, Freud apresenta seus argumentos do porquê "é contra" a religião. Minha edição (que na verdade é do meu irmão), da L&PM conta com alguns extras sobre o autor que são interessantes de saber ao se deparar com algumas situações apresentadas ao longo do texto. Há anos não sou cristã praticamente e minha forma de ver o mundo, neste aspecto, é parecida com a dele, embora eu também não me considere do grupo ateu.

Foto Nine Stecanella

E agora vamos para as minhas escolhas da semana um da Maratona Literária de Inverno. O primeiro livro é Fahrenheit 451 de Ray Bradbury que há tempos está na minha lista de leitura e finalmente vou matar a curiosidade sobre uma das distopias clássicas. Gênesis de Bernard Beckett é um livro pouco comentado na internet, mas todo mundo que leu (das pessoas que acompanho e conheço, claro), recomenda demais. Tive a sorte de encontrá-lo no sebo na última vez que fiz algumas trocas.

Seguindo com os livros selecionados, vou terminar a série Guia do Mochileiro das Galáxias com E tem outra coisa..., escrito por Eoin Colfer com autorização da família de Douglas Adms, falecido em 2001. A minha última escolha para a primeira etapa da maratona é Mundo novo de Chris Wettz, que há tempos está aqui nas minhas previsões de leitura, mas sempre passo outros livros na frente. 

Bem pessoal, este é o resumo da minha meta de leitura para a próxima semana. Quem também vai participar da Maratona Literária de Inverno? Me conta o que tu pretende ler nestes primeiros dias nos comentários. Eu escolhi os livros de acordo com as semanas temáticas, mas sei que muitos optaram pelos desafios, então quero saber tudo. Será que vou conseguir ler quatro livros?! Torçam por mim!

Boa semana. 
Beijos!

VLOG: Uma partida de futebol | Juve X Lusa

4 de julho de 2015

Oi gente, tudo bem? O vídeo de hoje é um pouquinho diferente (e antes que vocês me digam que eu sempre escrevo isso, vou explicar). Hoje foi a primeira vez que criei coragem e gravei um vlog externo. Ou seja, na frente de outras pessoas que não minha família. O mais surpreendente da experiência é que não foi tão difícil. Nem tão estranho. Depois de gravar a primeira parte um pouco constrangida, o resto foi moleza. Se vocês gostarem, prometo que no próximo jogo do Juventude gravo mais e levo a câmera pequena como extra (já que hoje a bateria do celular me sacaneou). Se quiserem fazer perguntas, fiquem a vontade, tá?!


Beijos!

A garota dos pés de vidro de Ali Shaw

3 de julho de 2015



A garota dos pés de vidro
Autor: Ali Shaw
Editora: LeYa
Edição: 2010
Páginas: 288
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Cenários cinematográficos, paisagens paradisíacas, pântanos congelados com animais transformados em vidro, florestas brancas, penhascos monocromáticos, um oceano de baleias, lendas e águas-vivas. Este é o universo fantástico de Ali Shaw, autor britânico que renova as fábulas e cria uma inusitada história de amor. Midas é um tímido fotógrafo ilhéu. Ida é uma jovem aventureira que vem ao arquipélago de Saint Hauda's Land buscar a cura para sua misteriosa doença. Ela está se transformando em vidro e juntos buscam uma solução. O que eles mais precisam é de tempo - e o tempo está passando rápido. Será que vão encontrar uma maneira de evitar a propagação do vidro?

Document Your Life (junho, 2015) - NBA, TBR do mês e maratona de leitura

2 de julho de 2015

Oi gente, tudo bem com vocês? O Document Your Life de junho é um pouco diferente dos vídeos da coluna que postei até agora. Registrei alguns momentos importantes do mês, como o título da NBA do Golden State Warriors e minha TBR para junho, mas aproveitei para incluir os pequenos vídeos que gravei durante minha tentativa de maratona de leitura, que teve início e meio, mas ficou sem final. Espero que vocês curtam, apesar da zoeira!


Beijos!

Estante da Nine é parceiro da Rádio Londres

1 de julho de 2015

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou compartilhar com vocês uma notícia super bacana: o Estante da Nine é parceiro da Rádio Londres. A editora é nova no mercado brasileiro, mas tem feito muito sucesso entre os blogs e canais literários, e também figurado entre os principais cadernos de cultura do país. 

A  Rádio Londres é uma editora independente de ficção internacional e tem em seu catálogo autores como John Williams, Andrés Caicedo, Ben Lerner, Abasse Ndione, Benjamin Tammuz, Tommy Wieringa, Arnon Grunberg, Michael Zaadorian, Howard Buten, Gerbrand Bakker e A.J.A. Symons. Para acompanhar as novidades da Rádio Londres curta a página no Facebook e siga a editora no Twitter

O primeiro livro que vou ler publicado pela Rádio Londres é Estação Atocha de Ben Lerner. Confira a sinopse abaixo, adicione na sua estante no Skoob e acompanhe o Estante da Nine para conferir a resenha! E por falar nisso, vocês preferem texto e fotos ou vídeo? Deixe sua opinião nos comentários. 

Adam Gordon é um jovem poeta americano que, graças a uma prestigiosa bolsa de estudos, muda-se para Madri, pelo período de um ano, com o objetivo oficial de completar um projeto de pesquisa. Adam é um jovem brilhante mas muito instável, narcisista e frequentemente tomado por um sentimento de alienação de si mesmo. Viciado em cafeína, usuário eventual de haxixe, comicamente inseguro com as mulheres e com forte tendência a se automedicar, Adam se vê mergulhado em uma busca constante por autenticidade, girando em torno dos limites da linguagem. Página após página, o protagonista alterna momentos hilários com ruminações existenciais, o que alimenta a sensação de distância entre seu universo interior e o mundo externo. Todo esse quadro reforça a suspeita de que suas relações afetivas, suas sensações, sua poesia e até mesmo sua personalidade sejam fraudulentas, uma grande mentira.

Beijos!