Diários do Vampiro: O despertar de L.J. Smith

26 de agosto de 2010






Stefan Salvatore é imortal. E está condenado. Há séculos ele procura redenção e paz, até que chega a pequena cidade de Fell's Church e conhece Elena... Mesmo sendo a garota mais popular e adorada da escola, Elena se sente sozinha, até encontrar sua alma gêmea Stefan, um vampiro perseguido pelo irmão, Damon... Um vampiro sexy e misterioso. Damon quer vingança a qualquer custo e não medirá esforços para conseguir o que deseja.


[comecei vendo o seriado, então pra mim foi muito difícil começar a ler esse livro]

Como bem diz no topo da capa do livro "deu origem à série de TV Vampire Diaries". Usou muito bem a palavra origem, porque o seriado não tem absolutamente nada a ver com o livro. O que os roteiristas fizeram foi sugar alguns personagem dos livros, readaptar a história e gravar.

Então minha surpresa ao começar a ler o livro foi imensa. Não à toa. Gostei da narrativa. Considero a serie e o livro bem diferentes. Primeiro porque alguns personagens do seriado não existem no livro. Segundo porque a Elena do livro é loira, popular e confiante. Diria até, ambiciosa. A Elena do seriado não tem nada disso. Gostei mais do livro no sentido de que os personagens têm personalidade mais forte. O Stefan não cede logo de início a Elena e o Damon chega "causando" na vida dela.

No seriado, gostei da adaptação da história pra questão dos fundadores da cidade. Mas os personagens ficaram muito descaracterizados, por isso a série inteira ficou como um paralelo do livro. Não sei exatamente o que pensar, porque é o primeiro livro dos Diários do Vampiro. E conheci a série de TV antes. Mas vou seguir lendo, porque a narrativa não deixa de ser emocionante nos dois lugares, justamente pelas diferenças.

Beijos!

Diário da Sibila Rubra - Kizzy Ysatis

19 de agosto de 2010










Elaine é uma jovem sibila rubra que está aprendendo que para crecser é preciso pensar nas consequências antes de fazer as próprias escolhas. Ao mesmo tempo, surge uma ameaça capaz de pôr fim a antiga Ordem a qual pertence. Apostando que assim garantirá a vitória, resolve se aliar a um mal ainda maior: o vampiro Luar.

Esse foi o primeiro livro de bruxas que eu li. Onde a história principal é sobre elas, a personalidade e o domínio são elas e o poder são elas. Não fui redundante. Reforcei. Embora o vampiro Luar seja um personagem importante no livro, as bruxas continuam sendo o ponto principal. As sibilas rubras.

Confesso que não conhecia essas bruxas. Justamente por isso o livro me chamou atenção quando comprei. E vale muito a pena. Primeiro pra fugir da literatura de vampiros, lobos e anjos. Segundo porque bem e mau andam juntos e confundem os personagem. 

Um escritor brasileiro com uma criatividade imensa. Santa Catarina é o cenário principal. Logo depois, São Paulo. Vale mesmo, pela reviravolta no final. Qualquer identificação provavelmente não é mera coincidência. O Kizzy quis impactar com as personagens. Outra vantagem, por serem só mulheres, não são frágeis e dependentes como em outras histórias. São fortes, e não só por serem sibilas. São cercadas de mau e são tentadas pelo mau. Guardam segredos...

Por todos esses motivos, o livro vale a leitura. Que mistura de personagens de ficção e realidade. Sintonia perfeita.

Beijos!


Correio#3

16 de agosto de 2010


Beijos!

Correio#2

9 de agosto de 2010


Beijos!

Praticamente inofensiva de Douglas Adams

5 de agosto de 2010






Situações hilárias, personagens imprevissíveis, descrições poéticas e paisagens surrealistas se mesclam com perfeição, resultando numa trama cheia de suspense, comédia e filosofia. Depois de muitos anos, ArthurDente, Tricia McMillan e Ford Prefect se reencontram. Mas o que deveria ser uma festejada reunião de velhos amigos se transforma numa terrível confusão que põe em risco a vida de todos. 


Tenho um certo receio quando começo a ler o último livro de uma série. Nem todos são interessantes e muitos não dizem nada de mais. Não acrescentam. A história fica saturada e cheia de repetições. Mas, isso não aconteceu com O Mochileiro da Galáxias. O último livro, Praticamente Inofensiva é o melhor dos cinco, na minha opinião. Lançado em 1992, ele traz uma história muito diferente dos outros quatro, com os mesmos personagens. Muitos dizem que ele não faz parte da série por essas características. O fato é que ele quebra a expectativa. E isso é fundamental para um livro, ainda mais o último de uma série.

Pois bem. Arthur leva uma vida pacata, em um planeta não muito parecido com a Terra fazendo sanduíches. Depois de sair da Terra junto com Fenchurch, que se perde durante a viagem no espaço, Arthur fica perdido e sem rumo. Roda alguns planetas, mas não encontra seu amor.

Tricia (ou Trillian) está na Terra. Trabalha na tevê. Na festa à fantasia, em que Zaphod a convida para ir para o espaço, ela volta para buscar a bolsa e quando retorna, Zaphod já tinha ido. Ela passa anos tentando entender de onde ele é e para onde ele foi. Certo dia, uma nave espacial desce no seu jardim. Ela vai para espaço. Faz inseminação artificial de Arthur.

Ford Prefect descobre que o Guia foi vendido. Tudo tá tão diferente e ele não se conforma. Quase morre. Sacrifica um pé de seu sapato preferido. Manda uma encomenda para Arthur. Entendeu alguma coisa? Não? Pois é isso mesmo. O livro é bom porque não faz o menor sentido. Não faz. E não tem final feliz. E tem o Elvis [quem me conhece sabe que sou super fã dele, e quem não conhece tá sabendo agora].

O livro é confuso e hilário. Por ser tão assim, diferente, separei algumas frases:

"Nada viaja mais rápido do que a velocidade da luz, com exceção talvez das más notícias, que obedecem a leis próprias e especiais."

"A vida encontra uma maneira de ir levando as coisas em qualquer lugar."

"Cada decisão que tomamos, cada vez que respiramos, abre algumas portas e fecha várias outras. Não percebemos a maioria, mas notamos algumas."

"Praia não é apenas uma estada. É um estado de espírito."

Beijos!

Correio #1

4 de agosto de 2010



Beijos!