Educação, pela falta dela

9 de junho de 2009


Em um dia presenciei algumas cenas no mínimo curiosas. Saindo do trabalho, ontem, fui comer alguma coisa. Tá, eu fui no MC Donalds e não tenho problema nenhum com isso (mesmo sabendo que alguns amigos vão vim falar do monopólio capitalista, até entendo, mas eu gosto e deu). Lá, duas coisas me chamaram a atenção. 

A primeira delas é que um dos funcionários, um jovem de aproximadamente 20 anos, era Síndrome de Down (não sabia como colocar, de maneira que não ficasse pejorativo). Com uma desenvoltura e uma simpatia além do normal, ele me fez pensar se realmente somos tão entendidos e esclarecidos quando achamos. Nesse mesmo lugar, uma segunda cena me chamou a atenção. Dois meninos, entre 8 e 10 anos, provavelmente de famílias humildes, foram surpreendidos por uma mulher que pagou o lanche a eles. Sim, tudo isso no MC Donalds. Aí eu me pergunto, será que faço algo realmente útil pra alguém e pra mim?!

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No inicio da tarde, quando vinha para o trabalho, uma situação me chamou a atenção. Estava eu no ônibus (sim, porque estagiário não tem condições de ter carro) quando por tua vezes o motorista do veículo passou pelas estações sem parar, sendo que os passageiros tinha sinalizado, através da campainha. O motorista errou, mas um minuto depois começou uma gritaria generalizada dentro do ônibus (quase pensei em ataque terrorista) que fiquei pasma. Certo, que fosse alguém falar com a operadora de sistema, ter mais atenção e etc. Agora berrar, sem parar, “mas vai cata pulga em macaco”! Na tentativa de ajudar, a má educação ficou clara. Ainda queremos ser subsede da Copa.

Arebaba!