Amanhecer

20 de dezembro de 2009


Depois de muito tempo terminei de ler hoje o quarto (e último) livro da Saga Crepúsculo
Confesso, foi difícil porque desde os capítulos iniciais achei a história prolongada mais do que devia. Sem dúvida, os capítulos finais são muito mais interessantes que início e meio, do meu ponto do vista.

E sim, como toda e boa história de romance e drama tem o "Felizes para sempre". Meu livro preferido é o Eclipse, terceiro da saga, mas o quarto livro deve render o melhor filme. Minha dúvida é a compactação dos fatos.

Por enquanto espero para assistir Eclipse no ano que vem.

Comecei a ler o terceiro livro de "O Turno da Noite", história de André Vianco também sobre vampiros e outros seres sobrenaturais. Esses bem diferentes dos de Crepúsculo. Também comprei o primeiro livro de uma série de vampiros americana, dizem, concorrente da Saga Crepúsculo. Vamos ver como é. 

Parece que a Disney não quer perder tempo e comprou os direitos de uma série lançada nos EU Achamada "Fallen".

Rááá

15 de dezembro de 2009


Tô quase chegando nos 22.
Não gosto de flores.
Não gosto de balada!
Não gosto de surpresa!

Adoro música de verdade, bar e cerveja.
Adoro ir ao cinema, ver filmes do Hitchcock.
Adoro livros, revista...

http://dudedoyoulikemenow.blogspot.com/

Sensação

9 de dezembro de 2009


Eu tenho a impressão que esse ano foi uma mentira.
Que durou seis meses em vez de 12.
Que deixei muitas coisas pra trás. Fiz algumas.

Eu tenho a sensação que o próximo ano vai ser assim.
Que vai durar uns quatro meses e que eu vou ficar alienada de novo.

De tudo que eu queria esse ano, consegui ler poucos livros, ir pouco ao cinema, sair pouco com as amigas, quase não organizar minhas coisas.

2010 já começa com um acumulo de expectativa.
Ler mais da Saga Crepúsculo, ler mais André Vianco e Martha Medeiros.
Ir mais ao cinema. Voltar a ser sociável.
Pelo menos nas férias...

(continua)

Lua Nova

4 de dezembro de 2009


Sim, enfim fui assistir ao filme Lua Nova.
Confesso que sou uma apaixonada pela série Crepúsculo. Não tenho vergonha nenhuma de dizer isso. Realmente o filme me chamou atenção.

Claro, como uma adaptação para o cinema muitos detalhes ficam de fora, mas de uma maneira geral, nada de grandes distorções. O diretor teve uma sacada muito boa nas passagens de tempo, fico feliz que ele vai dirigir o próximo filme, Eclipse, que estréia ano que vem. 

Bella, Edward e Jacob fazem um trio perfeito não só nos livros, mas também na telona, nota dez pros atores. Mesmo sendo uma história adolescente, ela não tem nada de fútil ou vulgar. Bem diferente do que essa geração representa. Pra mim, o barato da série, é reavivar alguns valores perdidos a muito tempo, coisas simples, que na maioria do tempo deixamos passar.

Acesse:
http://vaichutamacumba.blogspot.com/
http://dudedoyoulikemenow.blogspot.com/

Tristeza e vergonha I

30 de novembro de 2009


2010

C

Juventude

Série.

Tristeza e vergonha

21 de novembro de 2009


A primeira vez que fui no estádio Alfredo Jaconi foi em 1996, estava com oito anos. Era uma noite fria, chuvosa, devia ser julho ou agosto. Fui com meu pai, Jones, e nosso vizinho na época, Fernando. Os dois loucos pelo Juventude.

Nunca meu pai obrigou ou fez qualquer tipo de pressão para que eu ou meu irmão fossemos torcedores do Juve. Mas aconteceu.

E desde aquele dia, o Juve passou a ser uma paixão na minha vida. Quem me conheça sabe, quem não me conhece pode perceber. 

Até hoje, 21 de novembro de 2009, pensei que a dor mais forte, quanto torcedora, foi a volta do Juve pra Série B. Mas hoje, com o forte indício de Série C, mudei meus pensamentos.

A tristeza: o time que a gente escolhe pra torcer passa a ser parte de nossa vida. Essa paixão supera muita coisa. Fazemos amigos, perdemos outros. Tem gente que ganha namorado (a), outros perdem. Perdemos a razão. Mas descobrimos que temos algo em comum com mais um montão de gente. Somos incluídos. Ver um time como o Juventude, que por vezes foi destaque no Brasil, ter uma queda vertiginosa, é no mínimo, de chorar.

A vergonha: há muito culpados. Mais uma equipe que em duas temporadas montou, no mínimo, seis times (tô sendo economica) não pode ser assim tão profissional. Jogadores que encaram a disciplina como alunos da pré-escola, não podem ser sérios. Jogadores que vão embora sem a mínima explicação, é incompreensível. Treinadores que foram embora rápido demais. Outros ficaram por aqui muito tempo. E sempre, o mesmo discurso (vazio) da direção.

Minha esperança existe como torcedora fiel ao clube.
Mas será que ele merece mesmo ficar onde está?

Grupo

18 de novembro de 2009


Trabalho da faculdade em grupo serve pra três coisas básicas:

1 - ou tu aprende a trabalha em equipe e ter responsabilidade;
2 - ou tu exercita a paciência ao extremo;
3 - ou tu perde amigos.


Comprar

16 de novembro de 2009


Descobri que comprar (qualquer coisa) pode ser um exercício de negociação (e menos futilidade). Não a toa que nas últimas vezes que comprei qualquer coisa fui em lojas mais acessíveis financeiramente e com produtos legais.

Outra coisa que não dava muita bola era pras marcas. Mas não aquelas muito conhecidas. As desconhecidas mesmo. Já sei uma marca de calça jeans que fica bem em mim. Também percebi que tem muitas marcas de calçados legais, que quase ninguém repara no nome.

Qual a importância disso? Saber, de fato, como valorizar uma peça de roupa ou calçado. Deixando de lado as marcas popstars e dando mais atenção à qualidade.

Tô louca por um tênis mega colorido da Kolosh. Não conhece?
Entra aqui então: http://www.kolosh.com.br/

Twitter

13 de novembro de 2009


Muita gente nem sabe o que é! Outras não fazem questão nenhuma de ter. Outras ficam curiosas, mas uma grande maioria já está aderindo ao Twitter. Mas o que tem de mais? Nada. Desperta a mesma curiosidade que o Orkut ou o Facebook. O Twitter pode ter uma vantagem entre tantos outros sites de relacionamento: a contextualização de ideias. Ser direto e objetivo.

E então! O que tu acha do Twitter?

Sobre os erros

4 de novembro de 2009


Passamos anos na faculdade de jornalismo. Ouvindo a importância de se consultar as informações, fontes, dois ou mais lados da história, conferir tudo isso, depois reler mais umas cinco vezes. Aí sim, tá quase pronto.

Quase porque 100% um texto nunca vai estar. Sempre se escreve pra alguém(s), os outros "alguéns" podem não gostar. Aí teu texto não vai estar pronto. Nunca.

Com o Google é possível saber (ou ter noção) de quase tudo que já foi dito/ escrito/ gravado/ fotografado... Então, se você vai escrever sobre algo que não sabe, não gosta ou não faz diferença na tua vida, pense bem, porque pra alguém(s) isso é importante.

Não tem nada pior em saber a falta de vontade de alguns repórteres.

Aparência

28 de outubro de 2009


Entendo que todos nós temos uma preocupação com nossa aparência. Controle com o que comemos (ou não). Ultimamente mais, principalmente porque a saúde do homo sapiens não anda lá uma maravilha. Tudo muito prático. Tudo muito industrializado.

O trabalho me proporciona conversar e conviver com "N" estilos de mulheres diferentes diariamente. Todas elas, apesar das individualidades, se preocupam expressamente com o que vão comer, com quantas calorias, com os números que aparecem na balança.

Tudo isso é muito conveniente, mas enche a paciência. Chega um momento que batata-frita passa ser o desejo de consumo. E aí, como faz?!

Boa palestra

21 de outubro de 2009


Fico tão feliz quando, realmente, a universidade faz coisas interessantes. A palestra ali do título é uma delas. Na verdade, fez parte dos trabalhos da cadeira de 'Prática e Produção de Eventos' do pessoal de Relações Pública, dando continuidade ao 2ª Tendências da Comunicação.

O palestrante era Alex Primo. Sem dúvida, a melhor apresentação do ano, na minha opinião. De uma simplicidade, competência e conhecimento que um post não descreveria o bastante. Além de toda formação, é consultor do Google Brasil e Google EUA. E professor da UFRGS. 

A palestra focou as novas mídias, principalmente o blog e o Twitter, duas ferramentas que estão crescendo, e muito, no números de participantes. Evidentemente, o Orkut é altamente popular no Brasil. Os demais países usam majoritariamente o Facebook.

Me chamou atenção um ponto. Esses meios surgiram como forma de todos terem espaço, interagir, comentar, participar. Exatamente por isso se popularizaram de forma veloz. Mas, novamente, esses meio são tomados por celebridades. O que prejudica, de certa forma, a utilização dessas ferramentas.

Mídias Alternativas

16 de outubro de 2009


A discussão surgiu no segundo dia do Seminário Brasil – França, organizado pela professora Kenia Pozenato, na UCS. O assunto mídias alternativas gerou opiniões distintas. E me fez pensar também. 

Mídias alternativas, por origem, eram os lugares onde eram noticiadas as informações que as grandes empresas suprimiam ou encobriam em seus veículos e programação. Principalmente na Ditadura Militar. 

Só que nos dias de hoje, com as novas tecnologias, e acesso a muitas informações, esses conceitos se confundiram. Será que nosso blog, nosso podcast, nosso Twitter e Orkut podem ser considerados mídias alternativas por carregarem nossas ideologias ou são páginas que contém opiniões individualistas?

Se alguém tem opinião formada sobre isso manda um recado. Ainda tô pensando nas diversas possibilidades.

“Café com Letras”

2 de outubro de 2009


Pessoal! Recebi esse material de duas pessoas que tenho muita satisfação em dizer que foram meus chefes (Uili/ Adri). Por coincidência/ destino, hoje eles trabalham no mesmo lugar. Vou divulgar aqui no blog porque a iniciativa é válida. O Canal Câmara Caxias está mudando sua programação, uma maneira de atrair a comunidade. O programa "Café com Letras" faz parte dessa nova iniciativa. Acompanhem o próximo programa. 

Café com Letras
Com a parceria entre a Secretaria Municipal da Cultura, Biblioteca Pública Municipal Dr. Demetrio Niederauer e TV Câmara, Caxias, canal 16, o escritor e funcionário da biblioteca, Uili Bergamin, apresenta o programa Café com Letras.

A entrevistada desta semana é a patrona da 25ª Feira do Livro de Caxias do Sul, Maria Helena Balen, que falará de seus livros e de como se sente tendo sido escolhida como Patrona da Feira. O Programa inédito vai ao ar na segunda-feira, dia 05/10, às 19h e também é exibido em horários alternativos. O incentivo à leitura, bem como a formação de novos leitores é um dos enfoques do programa Café com Letras.


Fotos Adriana Paula Sirena


A contradição do Pioneiro

17 de setembro de 2009


Não é novidade que muitos meios de comunicação defendem ideologias diferentes dentro do mesmo espaço. Não é errado, mas causa estranheza. No Diário de Integração da Serra não é diferente.

Vou explicar.

Não tenho muitas referências de profissionais por essa região, mas sem dúvida, a contradição que me deixa em dúvida é entre dois jornalistas que estão na minha lista de admirações. Mais difícil entender, enfim.

Por ser de Caxias, apesar de tudo, tenho um grande sentimento de simpatia pelo Caxias e pelo Juventude (clube que torço desde que nasci). Simpatia que não é cega. Torcedor não pode ser lunático, tem que saber os momentos de torcer e cobrar. A discussão é sobre os recursos destinados a dupla Gre-Nal vindos do Banrisul (banco de "todos" os gaúchos!).

Márcio Serafini além de editor de esportes do Pioneiro é um dos grandes defensores da dupla Ca-Ju. Realista, mas otimista. Procura em cada espaço apontar os méritos e desméritos dos clubes que poderiam estar muito mas longe, mas não estão. Mas acredita que as coisas podem melhorar.

Gilberto Blume é um dos colunistas que mais admiro. Pelo sinceridade. Realismo. Nem sempre concordo com as palavras dele, mas em muitas outras ele joga uma realidade crua na nossa cara. Faz parte. A coluna dele dessa quinta-feira me deixou em dúvida. Lógico que ele critica o fato da Câmara de Vereadores de Caxias fazer uma moção de repúdio ao Banrisul, uma vez que o banco nem lembra dos caxienses.

Acho injusto o Banrisul só apoiar Grêmio e Inter. É um fato histórico. Caxias e Juventude não têm as mesmas honras que a dupla Gre-Nal, mas mereceriam sim ajuda. Só que é egoísmo dos caxienses achar que só a dupla Ca-Ju é injustiçada. Brasil - PE, Esportivo, São José, Novo Hamburgo, Inter - SM e muitos outros times também teriam o direito de recursos do 'banco de todos os gaúchos'. Aí sim, queria ver como tanto dinheiro ia ser destinados aos clubes. Isso ia gerar uma crise sem tamanho. Mas como dinheiro pro futebol faltando escolas, postos de saúde, casas e transporte coletivo de melhor qualidade?

O fato é que, enquanto o Serafini busca o apoio e a emoção de um futuro melhor para a dupla Ca-Ju, o Blume desmerece o futebol da cidade que realmente passa por uma fase péssima desde os anos 2005, 2006. Motivos diferentes que chegam em um pensamento comum. Se é difícil ajudar todos, será que é certo ajudar os que tem mais?!

Gaúchos

10 de setembro de 2009


Nós, gaúchos, sempre tivemos um imenso orgulho de nosso passado, de nossa história. Isso permanece até hoje. E de certa maneira, é bom. Mas é importante que se lembre das nossas escolhas atuais.

As promessas de mudanças, podem ser, na verdade, um alerta para uma mudança de comportamento que alerta para o perigo, escândalos. Nosso estado enfrenta uma forte crise política no Governo Yeda e a cada dia as informações mudam e mudam.

Ivar Pavam (PT), presidente da Assembleia Legislativa Gaúcha aceitou o pedido de impeachment contra a governadora Yeda Crusius, alertando para mais um fato inédito nos momentos atuais do Estado.

O que mais toda essa crise pode gerar?

Mulheres - filhos

2 de setembro de 2009


Geralmente eu não leio a Veja. Tá bom, nunca leio. Nem o site. Mas nos últimos dias ando olhando por causa do trabalho. E uma matéria publicada lá me chamou muito a atenção. A revista de maior circulação nacional (?), nos últimos três anos, não tem me "pego em suas pegadinhas". Mas a matéria não envolve nenhum presidente, futuro ou passado.

É sobre a queda no número de filhos das mulheres. Em virtude da escolarização. Parece lógico, tipo 1+1=2. Mas não é bem por aí. Hoje em dia quando vemos meninas de 15, 16 anos grávidas cai os cabelos, mas 30 anos atrás isso não era um espanto assim tão grande. Quem dirá lá pelos anos de 1950.

Mas tem uma diferença fundamental.

O acesso a todo o tipo de anticoncepcional, de graça, já lança um dos motivos. O saber dos perigos de uma gravidez precoce também. O acesso a informação, esse nem se fala. Na escola, os professores tedem a dar explicações mais obvias. Até porque alunos de 12, 13 anos já são mais andados que eles. Enfim.

Pra mim, Nine, o problema é a cabeça da gurizada mesmo. O resto, tá tudo nas mãos. Quem quiser ler a matéria, tá aqui.

Qual a solução?

29 de agosto de 2009


O texto não é dos mais poéticos. A situação também foi de pensar, e muito.
Passando pelo presídio da cidade ouvi a frase: "Não olha muito, eles são do semi-aberto". A frase foi em função aos homens que estavam lá na frente. Mas do que adianta o regime semi-aberto na questão social?

  • A maioria das empresas que fazem uma baita propaganda com preocupação social não aceitam apenados;
  • O presídio, pelo menos o daqui, de longe tá nos moldes de punir e recuperar os presos. É mais uma escola do crime;
  • Não, não tenho pena dos infratores, aliás, tenho até umas idéias fortes em relação a punições, principalmente os que envolvem morte;
  • Mas os presídios, de origem, deveria ser sim o recinto de punição, mas antes de qualquer coisa, de mostrar os valores mais importantes.

Todos nós temos um belo discurso, engajado, preocupado, mas no fundo somos grandes preconceituosos. E tudo isso faz com que os apenados, ao saírem do presídio, voltem ao crime. A responsabilidade é deles em querer mudar, mas nossa em aceitar o erro.

Confissões de uma não adolescente

24 de agosto de 2009


Lembram o post que não tinha conseguido colar? É esse aí de baixo!

Parece que o post anterior caminhou mais para o direito dos pseudo-adolescentes como pessoas a serem moldadas e portanto viver em sua época traz consequências como a falta de educação. Mas o de hoje vai ser bem diferente. Fui influênciada pelo meu grande (nem tão grande em altura :D) amigo-nerd Jota. Que em seus últimos posts fez uma bela descrição da fase em que passa. Pois lá vou eu! 

Sabe aquelas épocas em que tudo dá errado? Pois então. Tô férias. Grande coisa. No fim é até pior, meu dia não rende o quanto deveria. Poderia ser mais produtivo e não anda. Meu quarto que sempre foi dos perfeitamente organizados mais parece uma explosão nuclear. Minhas leituras, vã ilusão que nas férias ia estar todos em dia, quem sabe se eu não dormisse. Sem contar a tentação de ter uma livraria como a Saraiva MegaStore no shopping. Agora só falta o dinheiro pra comprar. (Y) Até aí coisas normais. Passado o final de semana inteira pestiada, fui domingo ver o filme Harry Potter e o Enigma do Príncipe :(. Nem vou comentar, apenas me decepcionei. Mas comi um bom Burger King. Segunda-feira estou feliz a caminho do trabalho quando entro no ônibus e adivinhem? Me cartão não tem mais passagens e não tinha carregado. Os últimos resquícios de salário vão acabar no ônibus, ótimo. Lá se foi pão-de-queijo na promoção de segunda da padaria da esquina do trabalho. E até o dia 6 de agosto sem dinheiro nem pra comprar um Ploc (ainda existe esse chicle?). Se alguém quiser me dar um presente, please, o filme “O Fantasma da Ópera”. Ou ingressos pro filme Inimigos Públicos. :D 

Kisses!

Filmes do final de semana

17 de agosto de 2009


Sim, com dois dias de sol passei a maior parte do tempo em casa. Mas assisti dois filmes. O que isso tem de mais? Na verdade, nada. Mas vou falar sobre eles agora.

O primeiro que "vi", no sábado, foi a comédia romântica - Ele não está tão afim de você. Pra ser sincera, não gostei muito. Tirando o fato de o filme ter uma personagem Janine (que emoção, nunca tinha visto em nenhum outro filme recente), não traz uma história muito empolgante. O elenco é de primeira, é bom lembrar, mas achei muito sem graça. Sem sal. Uma história arrastada. Realmente não ando em fase de assistir esse tipo de filme (só Memórias de uma Gueixa, que já vi umas 20 vezes e é maravilhoso).

Mas no domingo, aí sim, vi um filme bem mais interessante. Spirit - O filme. Quem já assistiu sabe do que estou falando. Além do elenco também ser de primeira (tô numa fase Scarlett Johansson, semana passada vi Vicky Cristina Barcelona) a história é muito interessante. Ok, pra alguns, tem gente que detesta esse estilo de filme, mas eu adoro. E não é pela "fama" de ser nerd.

Mas porque tem elementos interessantes. Influência do expressionismo alemão é demais, reparem na maquiagem de Octopus. As cores, o vermelho representado de duas maneiras. A composição de cenário. O figurino bizarro. Repare também na cena em que Spirit está preso e Octopus aparece com uma veste, analise bem a cena e note a contradição das ideologias. 

Por que esse filme merece ser visto? Além do elenco, pela direção do autêntico Frank Miller, um dos principais representantes dos quadrinhos no mundo. Que teve participações em produções como Sin City e 300 (criações dele). Neste caso, o filme é baseado nas histórias em quadrinho de Will Eisner.

Bah 2

15 de agosto de 2009


Ando numa moleza até pra escrever. Último final de semana de semana lerda. Segunda começa a faculdade. Então, quem tiver uma ideia de o que postar manda um comentário.

PS: ouvindo Vera Loca - Por causa do calor
PS1: lendo André Vianco - O Turno da Noite 2

Bah

9 de agosto de 2009


Nada criativo pra nome de um post, mas é verdade, tô com esse sentimento de bah. Isso porque tinha dois assuntos que gostaria de postar aqui, mas não sei que raios fez essa "coisa" não colar os textos, e digitar de novo, nem pensar. Aí fiquei assim, bah.

Agora não sei muito o que escrever. Por incrível que pareça quero logo que volte as aulas. Minhas férias não renderam nada, NADA! Tinha uma pilha de livros, revistas e texto pra por em dia. Mas não deu. Vou me puxar nessa última semana. Essa maldita gripe A tá atrasando tudo.

***

Fiz uma experiência esse mês. Era bem simples. Recebi minha Superinteressante e pensei: "vou ler ela no ônibus", afinal de contas, passo, no mínimo, uma hora por dia nele. Pois bem, em quatro dias, levando em consideração o tempo útil (20 minutos na ida e 20 na volta) terminei de ler a revista. Bom né. Agora é a vez da Gloss e da Mundo Estranho. Quem disse que ônibus serve só pra se locomover? Num desses dias tinham um guri no ônibus ouvindo sertanejo a mil. Amigo, nada contra você ouvir sua música, mas coloque os fones de ouvido, please.

A falta de educação

23 de julho de 2009


Parece que não tive infância e não fui adolescente, mas fui sim. Mas até onde me lembro eu não desafiava o mundo e desrespeitava todo mundo. Esse post surgiu por um fato simples. Moro ao lado de uma escola, um lugar propício pra brigas. Pois era isso que ia acontecer, com dois colegas do meu irmão (detalhe, eles têm 12 anos, 12, não tem nem pelo no saco). 

Eis que ao lado da escola tem um posto da Brigada Militar. E alguém certamente avisou um dos policiais da briga. Na saída, estava no portão um aglomerado de pré e de adolescentes esperando a briga (devia transportar esses malucos pra época do Coliseu). E o policial.

Um dos meninos foi identificado pelo PM (provavelmente alguém apontou). Lá vai o policial conversar com a criatura. Eis que veio a reação do pirralho: começou a rir, sim, isso mesmo, dar risada do policial. Mas por favor.

Não estou defendendo a policia, sei que ela tem muito erros, mas uma criança de 12 anos achando que uma briga não é nada. "Só vou ali quebrar a cara daquele imbecil e já volto". Ainda por cima rir de um profissional mal pago, que tem uma das categorias mais defasadas (pelo menos no RS), baixos salários e risco de morte todos os dias. 

A escola não pode resolver todos os problemas. Isso é função da família. E mesmo em muitas famílias bem formadas a pirralhada adora um quebra-pau.

Será que tem solução?

As greves

8 de julho de 2009


Eu fico em dúvida em relação as greves. Todas elas. Seja de trabalhador da indústria, da saúde, da construção civil. Muito ouvi de pessoas como meu pai e minha mãe, avós, tios sobre as greves. Como elas eram freqüentes há 30, 40 anos. E acredito que no passado eram de fato compreendidas pelos operários que nela estavam, que participavam.

A minha impressão atual (desculpe se estiver errada) é que as greves são um movimento de poucos, apoiado por muitos, que tem mais interesse na decisão final do que propriamente em participar dela. O grande número de participantes é muito ligado ao período em que ela ocorre.

Vamos ser sinceros. Enquanto seus colegas estão na praça, cobrando um reajuste de 10% no salário, você vai ficar trancado no seu setor fazendo o trabalho por três? Salvo umas almas (talvez não encha uma mão) que ficam de cabeça baixa achando tudo isso o fim da picada. Os mesmo que prezam seu emprego e sabe da importância do mesmo para o sustento da família.

Acredito que todos nós temos o direito de protestar e cobrar de nossos chefes, políticos e colegas um situação melhor no trabalho, na faculdade (escola) e no meio social. Mas é indispensável conhecer o que se busca e os motivos. Sem participação, é só mais uma cabeça entre tantas outras. Só volume, nada de conteúdo.

O diploma

21 de junho de 2009


Como estudante de jornalismo não posso deixar de comentar sobre o fato. Vamos ser diretos.

O diploma faz diferença?
E muita. Na faculdade não temos só prática. Temos teorias. E são elas que formam a base de qualquer conhecimento. É bem verdade que muitos não aproveitam da forma que deveriam, mas assim mesmo nos dão noção de como as coisas evoluíram (ou não) ao longo do tempo.

As empresas vão contratar menos?
Depende. As sérias (ou mais profissionais) vão continuar com o critério de seleção. Contudo é bem verdade que jornais, revistas e todo o tipo de veiculo vão pipocar aos montes por nossas cidades, independente de onde for.

O problema?
Nossos queridos votantes confundiram liberdade de expressão com jornalismo. Tá claro que em muito quesitos nosso país e políticos não são sérios, esse é mais um deles. Não podemos deixar que pessoas sem qualquer noção do que a comunicação pode afetar na vida das pessoas, escrevam e apareçam nos veículos, que influenciam muito nossa sociedade.

E os estudantes?
A nós, estudantes, cabe provar que nossos anos de estudo não são em vão. Que é preciso ter diversos conhecimentos para fazer da comunicação cada vez mais qualificada. Que os interesses políticos e comerciais não podem se sobre-sair sempre.

O futuro?
Os movimentos em repudia ao veto do diploma já começaram. O processo é lento mas deve começar já. Com a ajuda do poder público, podemos trazer a situação de volta aos debates. Não queremos com isso banir todos os profissionais não diplomados. Queremos qualificar todos os setores, e o jornalismo é um deles.

Ao contrário do que se disse, não é somente na saúde, por exemplo, a necessidade de comprovação acadêmica.

Educação, pela falta dela

9 de junho de 2009


Em um dia presenciei algumas cenas no mínimo curiosas. Saindo do trabalho, ontem, fui comer alguma coisa. Tá, eu fui no MC Donalds e não tenho problema nenhum com isso (mesmo sabendo que alguns amigos vão vim falar do monopólio capitalista, até entendo, mas eu gosto e deu). Lá, duas coisas me chamaram a atenção. 

A primeira delas é que um dos funcionários, um jovem de aproximadamente 20 anos, era Síndrome de Down (não sabia como colocar, de maneira que não ficasse pejorativo). Com uma desenvoltura e uma simpatia além do normal, ele me fez pensar se realmente somos tão entendidos e esclarecidos quando achamos. Nesse mesmo lugar, uma segunda cena me chamou a atenção. Dois meninos, entre 8 e 10 anos, provavelmente de famílias humildes, foram surpreendidos por uma mulher que pagou o lanche a eles. Sim, tudo isso no MC Donalds. Aí eu me pergunto, será que faço algo realmente útil pra alguém e pra mim?!

*****

No inicio da tarde, quando vinha para o trabalho, uma situação me chamou a atenção. Estava eu no ônibus (sim, porque estagiário não tem condições de ter carro) quando por tua vezes o motorista do veículo passou pelas estações sem parar, sendo que os passageiros tinha sinalizado, através da campainha. O motorista errou, mas um minuto depois começou uma gritaria generalizada dentro do ônibus (quase pensei em ataque terrorista) que fiquei pasma. Certo, que fosse alguém falar com a operadora de sistema, ter mais atenção e etc. Agora berrar, sem parar, “mas vai cata pulga em macaco”! Na tentativa de ajudar, a má educação ficou clara. Ainda queremos ser subsede da Copa.

Arebaba!

Livros antigos

1 de junho de 2009


Aconteceu uma coisa engraçada comigo na última semana. Tava fazendo a ronda na mochila do meu 'irmazinho' (credo, eu não era alienada assim na minha pré-adolescência, com 12 anos ele acha que é o dono da razão) quando encontrei o livro que ele tinha retirado na biblioteca pra fazer a leitura da semana.

Sabe o que era? Agatha Christie. Sim, ela mesmo. Já tinha lido alguns livros dela, também na escola (na mesma escola estadual que meu irmão estuda hoje), mas na época tinha uma dificuldade de continuar as leituras pelos nomes dos personagens e dos locais (lógico, era britânica). Meu irmão não terá esse problema, afinal que geração avançada!

Me surpreendi porque meu irmão é meio desleixado e sem muito interesse (minto, ele tem interesse sim, jogar futebol, e no caso futsal também) e mesmo com todas as nossas cobranças e explicações ele é, ainda assim, teimoso. Enfim...

Acredito que ele pegou aquele livro por mero acaso (sabe quando a gente escolhe pelo nome, cor ou pela imagem da capa?!), mas já fiz uma propaganda pra autora.

E claro que peguei o livro pra ler. O Assassinato de Roger Ackroyd (uma das principais obras) tem uma linguagem clara. Fico imaginando essa autora em sua época, como era a recepção do seu trabalho. Suas obras são aquelas que até não chegar ao fim, não conseguimos para de ler. Mesmo 'raptando' o livro do meu irmão, já combinamos, não tem erro, ele vai começar a ler ainda hoje.

PS: tô lendo também, A forma do filme, do Sergei Eisenstein. Tudo pra aula de edição.

Dentista

19 de maio de 2009


Existem várias coisas nesse mundo que me dão medo, entre elas ir ao dentista. Desde pequena frequentava esse consultório tão “agradável”. Apesar dos apesares nunca tive problemas extremos. As lembranças, mesmo assim, eram negativas.

Anestesias, extrações, branqueamentos. A medicina tanto evolui e porque ir ao dentista ainda parece tão doloroso? Nem posso imaginar na época em que nada disso, mais moderno, existia. Ir ao “dentista” deveria ser um ato de extrema coragem e aventura. 

Falo isso porque ontem fui a dentista. Preparada pro pior. Eis que surge a pergunta dela para mim:
  • Quer anestesia? 
  • Não, acho que não precisa! 

Dez segundos depois meu cérebro começou a funcionar. Meu Deus do Céu, eu recusei a anestesia, o que se passou pela minha cabeça. No fim, minha restauração foi tranquila, tirando claro, o barulho da broca. Socorro! Inventem um troço que faça menos barulho. 

E foi só o começo da saga ao dentista. Em seguida vem o raio X, fotos, etc.


******

Falando nessas questões de dentista, tava pensando outro dia em coisas que apesar do tempo, nunca mudam. Ou pouco mudam. Em uma coluna da ZH há alguns dias, Luis Fernando Veríssimo também tocou no assunto. Não são as mesmas coisas, mas vocês concordam comigo?

Guarda-chuva (ou seria guardachuva): em primeiro lugar, o nome devia ser guarda-sol, porque pra chuva não resolve muito, ainda mais em dias de chuvisco molha bobo. Igual desde que mundo é mundo.
Vassoura: essa aí nem se fala, os homens das cavernas já usavam, a única variação é capim, cabelos, cerdas e afins.
Pente: o formato é o mesmo. Antes com espinha de peixe e hoje de plástico. 
Kombi: Kombi é o que é pela praticidade. Você consegue imaginar outro jeito de um veículo fazer o que ela faz? Eu não. Serve desde transporte de gente até rancho. (Pro pessoal mais bem de vida, rancho não deve nem existir no vocabulário, mas nada mais é que as compras do mês).

Por hoje é isso! As coisas iguais desde sempre voltam em outro post. 
Acesse também: vaichutamacumba.blogspot.com

Os senhores da razão

3 de maio de 2009


Hola, que tal?!
Pessoal, eu ia fazer um post sobre o tão aclamado aeroporto (político) regional, mas diante dos fatos que li recentemente (ontem) resolvi mudar o assunto.

Por ser assinante da Abril, recebo muitas vezes exemplares da Veja gratuitos (lógico que eu não pagaria R$1 pela revista, salvo pelas colunas da Lya Luft que leio na internet). O que me surpreendeu, apesar dos apesares, foi uma matéria da seção livros. Todos aqui já sabemos a posição nada imparcial da revista. Então vamos lá.

O livro em questão é do jornalista e historiador Jonathan Fenby, sob o título, em português, OS TRÊS GRANDES. Fenby detalha a relação entre três grandes figuras históricas dos idos do século passado, precisamente da Segunda Guerra Mundial (1939-1945): Winston Churchill, Josef Stalin e Franklin Delano Rooselvelt. Até aí, tudo bem. Nós sabemos que em uma guerra, no fundo não há 'bonzinhos' nem 'mauzinhos'. Todos defendem seus motivos e pontos de vista. O que me chamou a atenção foram duas colocações, a primeira ainda no complemento do título, terminada da seguinte forma:

“(...). Mas não se perde de vista o fundamental: o mundo é um lugar melhor porque eles venceram”.

A segunda relata o seguinte:

“(...) No Brasil, essa impressão de relativa irrelevância, ainda mais forte, subjaz a um amplo desconhecimento e leva um sem-número de pessoas a opinar irresponsavelmente e fora do contexto a respeito de episódios isolados. Daí a facilidade com a qual passam a julgamentos sobre o bombardeio de Dresden ou a devastação nuclear de Hiroshima e Nagasaki. (...)”

Ao terminar de ler isso quase não acreditei no que estava escrito. Com todo respeito ao Nelson Ascher, redator da matéria, mas não pode ser real. Como sabemos se não poderia ser melhor se o outro bloco ganhasse? (Claro que não acho que seria melhor, apenas acho que no fundo não seria assim tão diferente). Como se justifica a devastação de duas cidade, com gente que não entendia o real significado da guerra?

Sinceramente, não sei onde nosso jornalismo vai parar, se a maior revista em circulação no país expressa sua visão dessa maneira e seus fiéis discípulos lêem como se fosse a Bíblia do nosso tempo.

Fonte: Revista Veja, edição 2111, 6 de maio de 2009

Primeira

1 de maio de 2009


Opa pessoal!
Tô por aqui abrindo meu novo blog. Na verdade, só uma mudança de endereço, a Nine é a mesma. Nesse nem tenho tanto assim o que dizer, mais tô lendo o terceiro livro da emocionante história de Edward e Bella e já tenho o quarto aqui também. Mesmo já passando da fase de gostar de coisas assim, não adianta, acompanho como se tivesse 12 anos. Gosto é gosto. Mas já tenho um post em mente sobre o novo (até sair vai ser velho) aeroporto regional.